Ah serejê , ah, sere. serejê.........

Por Caio Rodrigues Sukinha

Divirtam-se

Quem disse que uma música ruim não pode ficar boa

Por Caio Rodrigues Sukinha

Música de verdade...... O que se pode fazer com a música é algo maravilhoso , pena que às vezes temos que ouvir muitas bobeiras.

Opera......na versão festa no apê....
divirtam-se

O Dia dos Namorados


12 de junho dias dos namorados: presentes ? como todas as datas? sim, e não. Data perfeita para comemorar seu amor, para se reconciliar, para se declarar e muito mais.

No Brasil comemorarmos o dia dos namorados no dia 12 de junho.

Mas em grande parte do mundo (como EUA, Itália e Canadá), a data escolhida é 14 de fevereiro, dia de São Valentim (São Valentino, para alguns, ou o Valentine's day dos americanos), um santo devotado à idéia do amor.

Na verdade, há dois santos "Valentino". Um deles foi um padre, santo e mártir, que viveu no tempo do império romano, no ano de 269, durante a perseguição aos cristãos.

Segundo a lenda, o imperador Cláudius II estava mais interessado em seu exército e nas guerras do que na vida em família , e ele estava convencido de que os solteiros, sem esposas nem filhos, eram melhores soldados do que os casados e não teriam medo no campo de batalha.

Tanto era verdade, que o imperador foi tão longe a ponto de ditar uma lei proibindo o casamento. São Valentino, contudo, desafiou o imperador e continuou a celebrar matrimônios em segredo, até ser descoberto, preso e executado.

O outro São Valentino também viveu sob o império romano. Ele levava uma vida simples e era especialmente bondoso com as criancinhas. Um dia, Valentino foi jogado na prisão pelos romanos por ter se recusado a adorar os deuses deles. Dizia-se que as crianças escreviam mensagens de amor para ele e as lançavam pela janela da cela. Estes foram os primeiros cartões do "dia dos namorados". Mas não existe nenhum registro histórico disso.

Os cartões que conhecemos hoje foram feitos pela primeira vez por volta de 1800 e alguns eram bem enfeitados e decorados com pássaros e flores. Hoje, alguns dos cartões mais populares são os de humor.

No Brasil, apesar de ser comemorado às vésperas do dia de Santo Antônio, o famoso santo casamenteiro, tudo começou com uma campanha realizada em 1949 pelo publicitário João Dória - na época na Agência Standard Propaganda - sob encomenda da extinta loja Clipper.

Para melhorar as vendas de junho, então o mês mais fraco para o comércio, e com o apoio da confederação de Comércio de São Paulo, instituiu a data com o slogan:

"Não é só de beijos que se prova o amor".

A Standard ganhou o título de agência do ano e a moda pegou, para a alegria dos comerciantes. Desde então, 12 de junho se tornou uma data especial, unindo ainda mais os casais apaixonados, com direito a troca de presentes, cartões, bilhetes, flores, bombons....uma infinidade de opções para se dizer "Eu Te Amo!".

Nem todos os países comemoram o dia dos namorados como nós fazemos. Na Itália, as pessoas fazem um grande banquete no dia 14 de Fevereiro. Na Inglaterra, as crianças cantam canções a recebem doces e balas de frutas de seus pais. E na Dinamarca, as pessoas mandam flores prensadas umas às outras, chamadas "flocos de neve".

No Japão a data foi introduzida em 1936 e o costume neste dia é as mulheres presentearem os seus amados com caixas de chocolates. Embora a data represente uma oportunidade para as mulheres declararem o seu amor, nos últimos anos o giri choco (chocolate de cortesia ou “obrigação”) também se encontra presente na cesta de compra de grande parcela da população feminina. Mas, muita gente ainda reluta em adotar a data, alegando que se trata de uma jogada comercial, no que não deixam de ter razão, uma vez que o Valentine’s Day representa cerca de 20% do volume anual de vendas das fábricas de chocolate do arquipélago. Mas, o que vale mesmo é a intenção e não há como negar que a vida fica um pouquinho mais doce com estas declarações de amor e com estes chocolates.

Nos Estados Unidos nos dias que antecedem 14 de fevereiro, lojas de cartões, livrarias, lojas de departamentos e drogarias oferecem uma grande variedade de cartões comemorativos chamados Valentines.

Os adultos costumam comprar cartões para acompanhar presentes mais elaborados como doces, flores ou perfumes. Nas escolas as crianças apreciam comprar ou fazer cartões para seus amigos e professores.


Mas, cá entre nós, todo dia é dia para se dizer "Eu Te Amo!"

via [portal da familia]

para todo apaixonado esse pequeno texto:

Crônica do Amor


Ninguém ama outra pessoa pelas qualidades que ela tem, caso contrário os honestos, simpáticos e não fumantes teriam uma fila de pretendentes batendo a porta.

O amor não é chegado a fazer contas, não obedece à razão. O verdadeiro amor acontece por empatia, por magnetismo, por conjunção estelar.

Ninguém ama outra pessoa porque ela é educada, veste-se bem e é fã do Caetano. Isso são só referenciais.

Ama-se pelo cheiro, pelo mistério, pela paz que o outro lhe dá, ou pelo tormento que provoca.

Ama-se pelo tom de voz, pela maneira que os olhos piscam, pela fragilidade que se revela quando menos se espera.

Você ama aquela petulante. Você escreveu dúzias de cartas que ela não respondeu, você deu flores que ela deixou a seco.

Você gosta de rock e ela de chorinho, você gosta de praia e ela tem alergia a sol, você abomina Natal e ela detesta o Ano Novo, nem no ódio vocês combinam. Então?

Então, que ela tem um jeito de sorrir que o deixa imobilizado, o beijo dela é mais viciante do que LSD, você adora brigar com ela e ela adora implicar com você. Isso tem nome.

Você ama aquele cafajeste. Ele diz que vai e não liga, ele veste o primeiro trapo que encontra no armário. Ele não emplaca uma semana nos empregos, está sempre duro, e é meio galinha. Ele não tem a menor vocação para príncipe encantado e ainda assim você não consegue despachá-lo.

Quando a mão dele toca na sua nuca, você derrete feito manteiga. Ele toca gaita na boca, adora animais e escreve poemas. Por que você ama este cara?

Não pergunte pra mim; você é inteligente. Lê livros, revistas, jornais. Gosta dos filmes dos irmãos Coen e do Robert Altman, mas sabe que uma boa comédia romântica também tem seu valor.

É bonita. Seu cabelo nasceu para ser sacudido num comercial de xampu e seu corpo tem todas as curvas no lugar. Independente, emprego fixo, bom saldo no banco. Gosta de viajar, de música, tem loucura por computador e seu fettucine ao pesto é imbatível.

Você tem bom humor, não pega no pé de ninguém e adora sexo. Com um currículo desse, criatura, por que está sem um amor?

Ah, o amor, essa raposa. Quem dera o amor não fosse um sentimento, mas uma equação matemática: eu linda + você inteligente = dois apaixonados.

Não funciona assim.

Amar não requer conhecimento prévio nem consulta ao SPC. Ama-se justamente pelo que o Amor tem de indefinível.

Honestos existem aos milhares, generosos têm às pencas, bons motoristas e bons pais de família, tá assim, ó!

Mas ninguém consegue ser do jeito que o amor da sua vida é! Pense nisso. Pedir é a maneira mais eficaz de merecer. É a contingência maior de quem precisa.

(Arnaldo Jabor)

links: Nerdcast 165 - Especial Dia dos Namorados, Nerdcast 213 - Especial Dia dos Namorados 2010

Dia de Merda

Por Caio Rodrigues Sukinha

O que é um peido para quem está todo cagado?

'Aeroporto Santos Dumont , 15:30..

Senti um pequeno mal-estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse.

Mas,atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão.'Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo, o avião só sairía às 16:30'.

Entrando no ônibus, sem sanitários. Senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.

Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil falei:

'Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro.'

'Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda.'

O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante: 'Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1hora, devido a obras na pista.

'Aí o urubu ficou maluco querendo sair a qualquer custo'. Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas. Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro.

O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado. Tentava me distrair vendo TV, mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada , mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e, ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado. Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor.

Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada.

Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal.

Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de piedade, e confessei sério:

'Cara, caguei!'

Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle.

'Que se dane, me limpo no aeroporto', pensei.

'Pior que isso não fico'.

Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte.

Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez, como uma pasta morna. Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés.

E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líqüida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar. Afinal de contas, o que era um peidinho para quem já estava todo cagado....

Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez. Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas para cima e quando foi tirá-lo levou metade dos pêlos do rabo junto. Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.

Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do ônibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei falta de papel higiênico em todos os cinco.

Olhei para cima e blasfemei: 'Agora chega, né?'

Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia.

Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o 'check-in' e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. 'Ele tinha despachado a mala com roupas'.

Na mala de mão só tinha um pulôver de gola 'V'.

A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.

Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis.. Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história.
As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda . Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de1 a 10.
Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e
mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar.

Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão
de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola 'V', sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.

Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o 'RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO' e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria.

A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo.

Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir:

'Nada, obrigado.'

Eu só queria esquecer este dia de merda. Um dia de merda...

* Luis Fernando Veríssimo*


A ditadura da nota


Por Caio Rodrigues Sukinha 

Novos tempos , novas maneiras de ensinar, novas formas de avaliar a aprendizagem, será?

Infelizmente, o que se vê pelas escolas do Brasil aora é uma mudança muito tímida nos métodos avaliativos utilizados.

Ainda imperam na grande maioria das instituições a velha e nem tão boa prova, a ditadura da nota, maneiras ultrapassadas e pouco eficazes de dimensionar o que os alunos de fato estão aprendendo.

Por exemplo, acredito que embora todos nós( eu e você amigo leitor) sejamos muito organizados, já passamos por situações em que simplesmente pegamos um conteúdo momentos antes de uma avaliação(prova), e por mais surpreendente que pareça ser , tiramos notas excelentes, com a simples e velha decoreba, eu mesmo já fiz muitos gabaritos de provas com esse velho método da decoreba, porém para tudo que fazemos existe uma consequência, e depois de se fazer isso antes de uma prova, será que ainda lembramos o conteúdo dessa mesma avaliação  mesmo tirando uma excelente nota? Normalmente não, e porque não? Isso é simples de se responder, não lembramos do conteúdo, porque o decoramos . Caso tivéssemos estudado verdadeiramente o assunto, entenderíamos a sua lógica , e mesmo que se passassem 10 anos , ainda assim saberíamos. 

As escolas de hoje formam apenas meros repetidores de ideias, escravos de boas notas, na verdade eu era um aluno muito bom, no entanto eu já tive muitas notas ruins por justamente eu não saber o nome de uma determinada regra ou lei, mesmo sabendo como que era o funcionamento da mesma, eu não tirava uma boa nota  porque eu não sabia o nome dessa ou daquela regra, porque quase sempre as provas valorizavam a simples memorização de regras e fórmulas. A nossa memória é seletiva, ela seleciona o que é importante, o conhecimento para uma prova não é tão importante quanto o conhecimento que se pode tirar  para a vida.

Meu amigo tirava só 10 na escola, eu passei no vestibular ele não.

                                                                       A ditadura da nota

sem posts

Por Evandro

faz um período de tempo muito longo que eu não posto nada aqui no blog,

por que?

estou sem computador e não tenho acesso a nenhum, só na faculdade que bloqueia o login na blog, dá até para acessar, mas não logar.

Parece que vou ficar assim por um tempo até arrumar um jeito de voltar a escrever sem precisar ficar apressado.

Espero não sobrecarregar os outros editores.

desculpa e obrigado pela preferencia !


"Respeitável " Público!

Respeitável público, o circo chegou e o espetáculo vai começar! E assim se resume o atual cenário político nacional, a um espetáculo de luzes e extravagâncias, com direito a pizzas, panetones, funcionários fantasmas, marionetes castelos, homens capazes de esconder quantidades absurdas de dinheiro dentro da cueca e da meia, ilusionismo, muita cara de pau e… palhaçadas, muitas por sinal. Só que enquanto os eleitores assistem a todo esse espetáculo, uns aplaudindo, outros se escandalizando, muitos se lixando, não percebem que ao contrário do que pensam, os palhaços aqui não são (mais) os políticos, eles deixaram de sê-lo no momento em que perceberam que a sociedade é burra e tão hipócrita quanto eles mesmos. Então porque continuar fazendo papel de palhaço se há milhões desempenhando esse papel com tamanha perfeição?


“Tenho medo disso que nos tornamos ou em que estamos nos transformando, achando bonita a ignorância eloquente, engraçado o cinismo bem vestido, interessante o banditismo arrojado, normal o abismo em cuja beira nos equilibramos – não malabaristas, mas palhaços.” (LUFT, L)

“As denúncias que assolam nosso cotidiano podem dar lugar a uma vontade de transformar o mundo só se nossa indignação não afetar o mundo inteiro. “Eles são TODOS corruptos” é um pensamento que serve apenas para “confirmar” a “integridade” de quem se indigna.

O lugar-comum sobre a corrupção generalizada não é uma armadilha para os corruptos: eles continuam iguais e livres, enquanto, fechados em casa, festejamos nossa esplendorosa retidão.

O dito lugar-comum é uma armadilha que amarra e imobiliza os mesmos que denunciam a imperfeição do mundo inteiro.” (CALLIGARIS, C)

Se os tubarões fossem Homens

Olá meus queridos leitores...Sim sou eu mesma, fiquei um "tempinho" sem postar!Mas agoa estou de volta e vou compartilhar uma história que particulamente eu gosto muito,espero que gostem e reflitam...




Se os tubarões fossem homens, eles seriam mais gentis com os peixes pequenos?

Certamente, se os tubarões fossem homens, fariam construir resistentes gaiolas no mar para os peixes pequenos, como todo tipo de alimento, tanto animal como vegetal. Cuidariam para que as gaiolas tivessem sempre água fresca e adotariam todas as providências sanitárias.

Naturalmente haveria também escolas nas gaiolas. Nas aulas, os peixinhos aprenderiam como nadar para a goela dos tubarões. Eles aprenderiam, por exemplo, a usar a geografia para localizar os grandes tubarões deitados preguiçosamente por aí. A aula principal seria, naturalmente, a formação moral dos peixinhos. A eles seria ensinado que o ato mais grandioso e mais sublime é o sacrifício alegre de um peixinho e que todos deveriam acreditar nos tubarões, sobretudo quando estes dissessem que cuidavam de sua felicidade futura. Os peixinhos saberiam que este futuro só estaria garantido se aprendessem a obediência.
Sabe de uma coisa? eles não estão nem um pouco preocupados com os peixinhos.

Cada peixinho que na guerra matasse alguns peixinhos inimigos seria condecorado com uma pequena Ordem das Algas e receberia o título de herói.

(BRECHT, B. Histórias do Sr. Keuner (adaptado
)

Preconceito sem conceito


Não consegui postar o video mais aí tá o link (http://www.youtube.com/watch?v=KtPCUeYvxQY)

O racismo está presente na sociedade, enraizado, muitas vezes sob uma capa chamada hipocresia. A opinião dessas crianças é a prova mais sincera de que ele está presente, até mesmo na inocente mente de uma criança.

Balão Preto

Era uma vez um velho homem que vendia balões numa quermesse.

Evidentemente, o homem era um bom vendedor, pois deixou um balão vermelho soltar-se e elevar-se nos ares, atraindo, desse modo, uma multidão de jovens compradores de balões.

Havia ali perto um menino negro.

Estava observando o vendedor e, é claro apreciando os balões.

Depois de ter soltado o balão vermelho, o homem soltou um azul, depois um amarelo e finalmente um branco.

Todos foram subindo até sumirem de vista.

O menino, de olhar atento, seguia a cada um.

Ficava imaginando mil coisas…

Uma coisa o aborrecia, o homem não soltava o balão preto.

Então aproximou-se do vendedor e lhe perguntou:

- Moço, se o senhor soltasse o balão preto, ele subiria tanto quanto os outros?

O vendedor de balões sorriu compreensivamente para o menino, arrebentou a linha que prendia o balão preto e enquanto ele se elevava nos ares disse:

- Não é a cor, filho, é o que está dentro dele que o faz subir.

Anthony de Mello.

Fora de moda

familia20201

Se não estivesse fora de moda…

Eu iria falar de Amor.
Daquele amor sincero, olhos nos olhos, frio no coração.
Aquela dorzinha gostosa, de ter muito medo de perder tudo.
Daqueles momentos que só quem já amou um dia, conhece bem.
Daquela vontade de repartir, de conquistar todas as coisas…
Mas não para retê-las no egoísmo material da posse, mas doá-las, no sentimento nobre de amar.

Eu iria falar de Sinceridade.
Sabe, aquele negócio antigo de fidelidade, respeito mútuo,e outras coisas mais.
Aquela sensação que embriaga mais que a bebida.
Que é ter, numa pessoa só, a soma de tudo que as vezes procuramos em muitas.
A admiração pelas virtudes, aceitação dos defeitos.
E sobretudo, o respeito pela individualidade, que até julgamos nos pertencerem, sem o direito de possuir.

Eu iria falar em Amizade.
O apoio, o interesse, a solidariedade de uns pelas coisas dos outros e vice-versa.
A união além dos sentimentos e a dedicação de compreender para depois gostar.

Eu iria falar em Família.
Pai, mãe, irmãos, irmãs, filhos, lar…
O bem maior de ter uma comunidade unida pelos laços sanguíneos e protegidas pelas
bênçãos divinas.
Um canto de paz no mundo, o aconchego da morada, a fonte de descanso e a renovação das energias.

E depois…
Eu iria até, quem sabe, falar sobre algo como…
a Felicidade.
Mas é pena que a felicidade,
como tudo mais, há muito tempo já está fora de moda.
Sabe de uma coisa…
Me sinto feliz por estar tão fora de moda.
E você?
Também está fora de moda?

(Autor Desconhecido)




Xadrez, mais que um jogo


Por Caio Rodrigues Sukinha

O Xadrez, a Música e a Matemática são os únicos setores da atividade humana em que se conhecem casos de crianças prodígio.O campeão nacional absoluto mais jovem de todos os tempos e de todas as modalidades esportivas é um jogador de Xadrez. Trata-se do peruano Júlio Granda Zuñinga, campeão nacional aos 6 anos de idade.Na década de 1980, na ex-URSS, por duas vezes um jogador de Xadrez foi eleito atleta do ano, destacando-se entre praticantes de todas as outras modalidades. Foram eles: Anatoli Karpov (1981) e Garry Kasparov (1985).O Xadrez é o único esporte em que uma mulher conseguiu conquistar um campeonato numa competição mista contra homens. Trata-se da campeã húngara Judit Polgar, considerada a melhor jogadora de todos os tempos.O Xadrez é a única modalidade esportiva que permite a uma pessoa enfrentar grande número de adversários ao mesmo tempo, em condições de aproximada igualdade.Segundo o presidente da FIDE (Fédération Internationale Des Échecs), existem atualmente cerca de 500 milhões de pessoas que jogam Xadrez.O Xadrez é disciplina escolar obrigatória na Romênia e as notas em Matemática dependem em 33% do desempenho no Xadrez.

 Podem pensar o que quiser mas o xadrez é um dos melhores e mais emocionantes jogos, a priori, quando se assisti uma partida de xadrez tudo parece ser entediante, mas quando o jogo começa a se desenhar, as jogadas começam a surtir efeito, as peças começam a tombar, podem acreditar, tudo fica fascinante e deslumbrantemente emocionante, e como se fosse assistir uma partida de tênis, no entanto, no xadrez você pode jogar junto, desde que tenha uma boa mente. Considerado por muitos, como jogo de intelectuais, devido ao alto grau de dificuldade em armar as jogadas, o xadrez é muito mais que é um belo passatempo, é uma filosofia de vida. Seus ensinamentos vão muito além do tabuleiro, afetam toda a sua vida, qual seja o esporte que você pratica, tem-se que dedicar de corpo e alma se quiser ser o melhor, assim também se dá no xadrez, todavia, os ganhos proporcionados pelo estudo e dedicação no xadrez são de uma natureza imensurável, já que todo o treino no xadrez requer estudo e dedicação.

Sabemos, mesmo às vezes não nos dedicando corretamente, que os estudos são a porta para um futuro promissor, por esta razão o xadrez gerencia muitos ganhos na vida social,pois ele ensina-o a autodisciplina, a paciência, os estudos, a visão além do que se pode ver... por esta razão é considerado um jogo de intelectuais, já que os seus grandes campeões, como Garry Kasparov, Judite Polgar( mulher), Bobby Fisher, tem um dos maiores QI da atualidade. Tudo isso prova, mais uma vez que, que os estudos são a chave do sucesso.

E com certeza o xadrez é um grande aliado nessa longa e penoso marcha para o oeste.

A coisa que mais me fascina no xadrez é a matemática... tudo se resolve resolvendo matemática.

Uma das mais espetaculares vitórias em competições de xadrez aconteceu no Torneio de Gyula em 1965, no qual o GM Viktor Korchnoi – na época soviético, hoje naturalizado suíço, que nos anos de 1978 e 1981 foi vice campeão mundial – obteve o título com 14,5 pontos em 15 possíveis, ficando 5,5 pontos à frente de seus imediatos seguidores Honfi e Lengyel que dividiram a 2ª colocação com 9 pontos. Para ilustrar tão marcante conquista apresentamos a rápida vitória de Korchnoi, hoje com mais de 70 anos, porém ainda um forte enxadrista, diante do checo A. Csom naquele certame. Eis a partida: Brancas – Csom Pretas – Korchnoi, Defesa Índia do Rei: 1.d4 Cf6 2.c4 g6 3.d5 Bg7 4.Cc3 O-O 5.e4 d6 6.Be2 c6 7.Be3 a6 8.a4 a5 9.g4 Ca6 10.f4 Cd7 11.h4 Cdc5 12.Bf3 Db6 13.De2 Dxb2 14.Dxb2 Cd3+ 15.Rd2 Cxb2 16.Be2 Bxg4 (0-1), pois se 17.Bxg4 Cxc4+ seguido de Cxe3.


Cálculos matemáticos estabelecem que o Rei, partindo da sua casa inicial (e1) – e seguindo o caminho mais curto, ou seja, em 7 lances – pode atingir a oitava casa (e8) de 393 modos diferentes.

Um fim de partida com o Rei e Torre contra Rei pode formar 216 posições diferentes de mate; um final de Rei e Dama contra Rei, 364.

Numa partida, após o 1º lance (saída das Brancas e resposta das Negras), podem produzir-se 400 posições diferentes. Após os 4 primeiros lances, este número se eleva a:
318 979 564 000
Após os 10 lances o número de posições diferentes é de:
169 518 829 100 544 000 000 000 000 000
Calculando a população da Terra em 5 bilhões de habitantes, se todos se ocupassem 24 horas por dia em compor essas posições, na média de uma por minuto, levariam 64 000 000 000 000 de anos.

Dois Reis podem ocupar no tabuleiro 3 612 posições diferentes. Dois Reis e duas peças quaisquer podem formar, aproximadamente, 12 000 000 de posições diversas. Dez peças:
34 254 125 120 000 000.

No xadrez existem precisamente 169.518.829.100.544 quatrilhões (15 zeros) de maneiras de jogar apenas os dez primeiros lances. Para os 40 lances seguintes de um jogo inteiro, o número é estimado em 25 x 10 elevado a 115 potência. O número inteiro de átomos em todo o universo é apenas uma pequena fração desse resultado.

Emocionante, lindo, fascinante, belo, inteligente, loucamente vicioso, tudo isso é o xadrez. 

Americanos ignoram a existência do Aquecimento Global


Washington - Os americanos acreditam cada vez menos que o aquecimento global seja um problema grave e que existam provas concretas que o fenômeno está ocorrendo, revelou hoje uma pesquisa.

Realizada pelo Centro Pew de Pesquisas, a pesquisa indicou também que para grande parte dos americanos o tema da mudança climática não deveria ser uma prioridade para o Governo, mesmo quando a maioria não se opõe a que se apliquem normas às emissões de gases poluentes.

A pesquisa mostra que apenas 35% consideram que o aquecimento global e a mudança climática é um problema sério, 9% menos que em abril do ano passado. Já 57% acreditam que existem provas sólidas que a temperatura do planeta aumentou nas últimas décadas. Na mesma enquete do ano passado, 71% dos consultados assinalou que estavam convencido que o fenômeno estaria ocorrendo. A enquete revelou que 36% manifestaram acreditar que o aumento das temperaturas seja resultado da atividade humana, 9% menos que no ano passado. No entanto, apesar do ceticismo que revela a enquete, o Centro Pew indicou que 50% estariam de acordo que se aplicasse uma política para limitar as emissões poluentes, enquanto 39% estariam contra uma medida desse tipo.

A pesquisa ouviu 1.500 americanos adultos entre 30 de setembro e o 4 de março desse ano.

fonte:http://ultimosegundo.ig.com.br/mundo

***
A pesquisa só demonstra quanto os americanos são desinformados. Se para a maioria deles a capital do Brasil é Buenos Aires, seria muito querer que estivem informados ou preocupados com o aquecimento global. Americano gosta mesmo é de consumir, consumir, consumir...Até consumir o planeta todo! Será que agora, com a realização das olimpíadas no Rio de Janeiro, eles vão pensar que o evento será na Argentina?

Marie Curie e a descoberta da Radioatividade


Aos Grandes Amigos da Área Química

Os estudos de Marie Curie sobre a radioatividade são considerados um dos grandes momentos decisivos da ciência. A física depois de Curie ficou completamente diferente do que era antes, quando convergia para o mundo subatômico desconhecido. Ela abriu as portas que permitiram a entrada "dentro" do átomo e levou aos maiores progressos da física do século XX. 

Mas como foi esta descoberta? 
Marie Curie 
Em 1896, Marie Curie resolveu completar sua tese de doutorado em um campo inteiramente novo: radiação. Era empolgante. Algo que ninguém nunca tinha visto ou estudado antes. Os cientistas sabiam que radiação carregada eletricamente enchia o ar ao redor do urânio, mas não se sabia muito mais do que isso. Marie usou um aparelho que seu marido, o professor Pierre Curie, tinha inventado para detectar cargas elétricas ao redor de amostras de minerais. Ela deu ao processo o nome de radioatividade e concluiu que era emitida de dentro de um átomo de urânio. 
Como os Curie não tinham dinheiro para cobrir as despesas das pesquisas dela, e como a universidade se recusava a fornecer recursos para uma mulher recém-formada fazer pesquisas, Marie conseguiu a muito custo um lugar para instalar seu laboratório. Descobriu um barração abandonado que tinha sido usado pelo departamento de biologia para guardar cadáveres. 
Em 1898, Marie ganhou um intrigante minério de urânio chamado pechblenda, que seus testes demonstraram emitir mais radioatividade do que se podia esperar da quantidade de urânio que continha. Ela concluiu que devia haver outra substância dentro da pechblenda para emitir radiação a mais
Ela começou com testes de 3.5 onças de pechblenda. Planejou remover todos os metais conhecidos para que no final só restasse este elemento novo, altamente ativo. Ela triturou o minério com pilão num almofariz, passou numa peneira, dissolveu em ácido, ferveu para eliminar o líquido, filtrou, destilou e por fim o eletrolisou. 

Nos próximos seis meses, Marie e seu marido, Pierre, isolaram quimicamente e testaram cada um dos 78 elementos químicos conhecidos para ver se os misteriosos raios radioativos fluíam de qualquer outra substância que não fosse urânio. A maioria do tempo eles passavam esmolando por pequenas amostras que não tinham dinheiro para comprar. Curiosamente, cada vez que Marie removia mais dos elementos conhecidos, os que lhe sobrava de pechblenda era sempre mais radioativo do que antes.



O que deveria ter levado semanas arrastou-se em longos meses devido às condições horríveis de trabalho. Em março de 1901, a pechblenda finalmente abriu mão de seus segredos. Marie tinha encontrado não um, mas dois novos elementos radioativos: polonium (que ganhou este nome para homenagear a Polônia, seus país de origem) e o radium (assim chamado porque era, de longe, o elemento radioativo jamais descoberto). Marie apresentou um minúsculo exemplo de puro sal de rádio. Pesava 0,0035 onças, cerca de 0,10 gramas, mas era um milhão de vezes mais radioativo que o urânio. 
Como ainda se desconheciam os perigos da radiação, Marie e Pierre foram perseguidos por problemas de saúde. Dores e grande sofrimento físico. Mãos cobertas de úlceras. Contínuas recaídas de doenças sérias, como pneumonia. Um cansaço interminável. Infelizmente, a radiação que Marie tinha estudado a vida inteira a matou em 1934. 
Uma curiosidade é que de um total de 723 prêmios Nobel outorgados até o ano de 2005 apenas 34 foram concedidos à mulheres, e Marie Curie não só foi a primeira mulher a ganhar um Nobel como também foi uma das quatro pessoas que o recebeu duas vezes.

Gifted Hands The ben Carson Story



Por Caio Rodrigues Sukinha

São poucos os filmes que nos proporcionam verdadeiros sentimentos de culpa, sim, muitas vezes a culpa não é por que simplesmente fizemos algo que é contrário ao que é correto segundo as leis  a que estamos submetidos, às vezes a culpa vem porque simplesmente estamos sendo negligentes, ou desperdiçando nossos talentos...

Foi mais ou menos isso que eu senti quando assisti este filme.

Nesta super trama, Cuba Gooding Junior interpreta Ben Carson. Em uma história de amor, raça, dedicação e estudo Ben Carson se depara com um dos maiores desafios em sua área da medicina: a cirurgia de gêmeos que nasceram com  juntos pelos crânios .... em uma luta de sacrifício e garra para tentar salvar os dois gêmeos( já que nessa cirurgia, normalmente um morre) Carson, começa a novamente estudar para tentar solucionar esse enigma, já que até aquele momento nunca foi descoberto um método para salvar os dois gêmeos.  

Durante os estudos, na tentativa de descobrir um método novo, ele começa a relembrar a sua infância.


Garoto negro, e de classe baixa, a mãe lutava muito para manter Carson e seu irmão no caminho dos estudos,  com muita disciplina a mãe mostrou-lhes que o caminho da vitória era os estudos , com uma rotina de estudos totalmente alucinante Carson e seu irmão se tornaram os melhores, a rotina incluía desde tarefas escolares normais até programação de tv pré-selecionada, sendo que eram assistidos somente 2 programas por semana(todos onde o conhecimento era valorizado)  além de ter de ler dois livros por semana na  biblioteca, e apresentar um relatório escrito sobre o livro que havia sido lido na biblioteca. 

Com essa cultura de estudos, e com o espírito de descobridor,  Ben não conseguiu mais parar de ler e, em uno e meio se tornou o número 1 de sua classe, especialista em muitos assuntos e respeitado em toda a escola. Além disso, Sonya nunca deixou seus filhos pensarem que eram incapazes ou inferiores. 

Sempre com grandes dificuldades, no que tangia ao racismo, ele foi seguindo em frente, sempre amparado pelos estudos, Deus e sua mãe.

Assim, Carson entrou para a faculdade, onde foi fazer medicina, logo descobriu que sua paixão era pela área da neurociência.

Na faculdade, encontrou sua futura esposa , uma estudante de musica clássica e mais dua faculdades.

Neste período, Ben passou por muitas difuculdades, principalmente em química, mas com muito suor e dedicação foi aprovado.

Com muita fé, conseguiu fazer sua residência com um dos melhores neurocirurgião do mundo, que pegava somente dois residentes por ano.

Seu verdadeiro teste de fogo, ocorreu quando não havia nenhum neurocirurgião no hospital, então um paciente chegou e era necessário que ocorresse uma intervenção cirúrgica o mais rápido possível, no entanto só havia o Carson no hospital para tal cirurgia, no entanto ele não poderia fazer por não haver alguém o supervisionando, mas contrariando todas as regras e ignorando as consequências , Carson operou o homem e salvou a vida dele.

Após esse grande teste, Carson novamente começou a ganhar seu espaço pela dedicação e conhecimento que ele tinha.

Realizou inúmeras cirurgias complicadíssimas.

Passado todas essas lembranças,  o filme volta novamente ao caso dos irmãos gêmeos que nasceram juntos pelo crânio.

Carson, junto com sua equipe de 70 médicos, separou os gêmeos numa cirurgia que levou 5 meses para ser preparada e 22 horas para ser realizada. Nesse tipo de cirurgia, um ou ambos os pacientes morrem, mas nesse caso o sucesso foi total. 


Sabem porque eu tive um sentimento de culpa?

Bem, eu poderia estar estudando muito mais.......rs

Alvos ERRADOS para se alcançar uma vida FELIZ


Os nossos maiores problemas não estão nos obstáculos do caminho, mas na escolha da direção errada...


O DINHEIRO E A FELICIDADE


O dinheiro pode nos dar conforto e segurança, mas ele não compra uma vida feliz. O dinheiro compra a cama, mas não o descanso. Compra bajuladores, mas não amigos. Compra presentes para uma mulher, mas não o seu amor. Compra o bilhete da festa, mas não a alegria. Paga a mensalidade da escola, mas não produz a arte de pensar. Você precisa conquistar aquilo que o dinheiro não compra. Caso contrário, será um miserável, ainda que seja um milionário.


A FAMA E A FELICIDADE


O sucesso no trabalho, na escola, na realização das metas é fundamental para a qualidade de vida. Mas a fama que acompanha o sucesso não produz a felicidade! A fama produz aplausos, mas não a alegria. Produz o assédio, mas não elimina a solidão. A fama pode se tornar uma armadilha para uma vida feliz, pois evapora a simplicidade, esmaga a sensibilidade, invade a privacidade. Há muitos famosos tristes e deprimidos. Lute pelo sucesso e não pela fama. Se a fama vier, dê pouca importância a ela.


A CULTURA ACADÊMICA E A FELICIDADE


A cultura acadêmica nutre a inteligência, mas não é o alicerce de uma vida feliz. O aluno sai da escola conhecendo o mundo exterior, mas desconhecendo o anfiteatro de sua mente. Ele sabe discursar sobre o mundo físico, mas não sabe falar de si mesmo. É um gigante na ciência, mas um frágil menino diante de suas perdas e desafios. O mundo acadêmico está em crise. Ele dá diplomas, mas não prepara os jovens para a escola da vida. Você está preparado apenas para as vitórias ou também para as derrotas?


O PODER E A FELICIDADE


O homem sempre amou o poder, mas poder não produz uma vida feliz. Uma pessoa pode dirigir uma nação ou uma grande empresa com habilidade, mas pode não ter nenhuma competência para governar sua emoção. Hitler queria dominar o mundo porque nunca dominou seu próprio mundo. Mesmo quem conquista o poder político pela via democrática pode ser um péssimo líder de si mesmo. O seu maior desafio na vida não é liderar a Terra, mas seu próprio ser.


O TRABALHO E A FELICIDADE


Trabalhar com alegria, dedicação e criatividade é um bálsamo para a vida. Mas devemos trabalhar para viver e não viver para trabalhar. Algumas pessoas são

workaholic

, viciadas em trabalhar. Sonham, almoçam e respiram trabalho. Elas têm tempo para tudo, menos para si mesmas. Não admitem a falência da empresa, mas pouco se importam com a falência de suas vidas. Livre-se de ser um viciado em trabalho! A não ser que queira ser o mais competente do cemitério!


A SEGURANÇA E A FELICIDADE


Muitos fazem seguro da casa e do carro. Eles se protegem contra assaltos e acidentes, mas se esquecem de proteger sua emoção contra o estresse e os problemas da vida. Que contraste! Por isso, qualquer coisa assalta-lhes a tranqüilidade... Você percebe o quanto seus problemas roubam sua alegria e paciência? Sem proteger a emoção, alcançar uma vida feliz é uma ilusão.


Fonte:"Dez leis para ser feliz" Augusto Cury

Quem tem medo de pensar?!


Assim escreveu Roberto Shinyashiki:

"Muitas pessoas não aprendem e não crescem porque não querem pensar. Quanto mais nosso cérebro é exigido, mais poderoso fica. Quanto menos exigido, mais preguiçoso. Por isso, os desafios são tão importantes. Apresente sempre um desafio para o seu cérebro e ele vai agradecer, pois assim vai receber mais sangue, ficar mais sadio e bem disposto. Henry Ford dizia:


'Pensar é uma atividade realmente trabalhosa, por isso poucas pessoas a executam'.


Certa vez, um funcionário apresentou-lhe um projeto, e Ford o remunerou com o equivalente a três dias de trabalho. Quando o colaborador saiu de sua sala, porém, jogou o projeto no lixo. Sua secretária, então, perguntou-lhe o motivo de haver remunerado o funcionário por um projeto que não servia. Ele respondeu: 'Não o recompensei pelo projeto, mas sim por ter pensado e mostrado interesse nos nossos resultados' ".

Séries que acompanho - parte 2



Por Evandro Ledema

Quando era mais novo sempre dizia "nunca vou acompanhar séries, nunca", hoje meu dia seria mais monótono sem elas, imagine ter que passar meu tempo de descanso assistindo "sessão da tarde e novela", algo inconcebível, não poderia ler nada até por que é descanso e meu olhos já estão lacrimejando de tanto ler. Hoje eu já acostumei a esperar pelos episódios e a assisti-los, pelo menos um ao dia. 

As mini-series históricas, sempre acrescenta algo ao nosso conhecimento, as comédias, nos distraem e nos ajudar a ter piadas, as ficção, sempre nos ajudando a criar teorias da conspiração. Seja qual for a série elas ganham em muito das tradicionais novelas brasileiras, quem não assisti House e CSI na tv aberta e não constata a verdade? não  que eu goste dessas séries, mas elas comprovam que são bem mais interessantes do que o feijão com arroz das novelas.

Vamos a segunda parte das séries que acompanho:

Spartacus: Blood and Sand


A primeira vez que vi o trailer promocional minha cabeça quase explodiu de tão instigante e legal que parecia, mas você sabe trailer é trailer, estava maluco para começar logo, isso em dezembro de 2009, e lá por fevereiro começou o maior espetáculo de lutas, sangue , areia, honra e disputas politicas da roma antiga.

A historia se passa em roma como havia dito, mais especificamente num local de treinamento de gladiadores, um homem por haver lutado por melhor condições do seu povo é tratado como traidor e  foi colocado na arena para enfrentar gladiadores, algo ocorre na arena que desperta o interesse de um dono de gladiadores, ele é vendido e passa a treinar para se tornar um gladiador, após se tornar um ele ganha o título de Spartacus, o restante da historia nos imaginamos pois a série é baseada num livro chamado Spartacus, onde tal pessoa lidera a maior revolta de gladiadores e escravos de roma.

Gostei muito dessa série seja pelos combates ou pela luta incessante de Spartacus pela sobrevivência e vingança. Vale a pena assistir quem não se importa com muita violência sendo representada na tela.

Ps: a primeira temporada, com 12 episódios, terminou e há rumores da segunda estar sendo produzida. A segunda temporada por enquanto tem o nome de Spartacus: Vengeance



Os "politicos" somos nós


Uma simplificação cada vez mais encontrada nestes dias afirma que "os políticos", dos quais, como se sabe, "nenhum presta", são na verdade uma reflexo da sociedade que os elegeu. Como toda simplificação operada pela sabedoria claudicante do senso comum, não se pode dizer que seja inteiramente falsa.

Não resta dúvida de que cada sociedade tem o Congresso e o governo que merece. Quando os próprios políticos passam a recorrer a esse argumento cínico para tentar tornar menos escandalosa sua reputação, é porque há algo de errado no ar, de suspeito mesmo. Muito mais vergonhoso do que negar a existência da indústria da seca é admitir que ela existe sim, mas sugerir que os responsáveis por ela são os sertanejos que ainda se submetem ao clientelismo, elegendo os coronéis que gozam as benesses do DNOCS
( Departamento Nacional de Obras Contra as Secas).

Não é a sociedade brasileira toda que está refletida na chamada classe política. Aqui também, como para o resto, a maioria de miseráveis e desclassificados conta pouco, ou nada. Embora o sufrágio universal lhes dê a ilusão de que participam do jogo político esta participação se limita a uma escolha abstrata entre opções definidas em outro mundo, do qual estão por princípio excluídos.

Em uma palavra, é a "elite" brasileira que se encontra muito bem representada no Legislativo.
Não que isso traga algum alivio. Demonizar um grupo social. Fazer dele um bode expiatório dos pecados nacionais não conduz a lugar algum. Bater no próprio peito pode ser tão cínico quanto apontar o dedo para as vítimas.

As coisas só vão começar a mudar, de fato, quando mais pessoas se convencerem de que o problema do Brasil não é de culpa - que todos a temos - mas de responsabilidade. Para romper o imenso círculo vicioso de injustiça que se instaurou no país, o VOTO e a DENÚNCIA podem ser muito úteis, mas é difícil de acreditar que ele seja abolido se não for quebrada a corrente ainda maior de pequenas iniquidades e delitos que povoam o cotidiano.

Um ótimo começo seria, por exemplo, parar de exigir jornadas de trabalho escravagistas das empregadas domésticas, de avançar no sinal vermelho ou de furar filas.
Por essas PEQUENAS maracutaias, ninguém tem o direito de pôr a culpa nos "políticos".

O livre arbítrio é mesmo livre?


Por Caio Rodrigues Sukinha

Questões profundas sempre foram discutidas com ênfase por vários defensores das mesmas ou até mesmo refutada por ideias de opositores inquestionáveis. Sempre temos os amigos que nos surpreendem, e por esse mesmo motivo que adoramos fazer novos amigos. Hoje, discuti com um grande amigo, sobre a questão do livre - arbítrio, bem, talvez vocês já imaginam a "merda", literalmente, que foi a discussão, a todo momento um argumento era colocado em pauta  por ambos as partes, e quando parecia que o argumento era irrefutável, outro argumento surgia, e assim uma discussão, que começou entre dois , já se compunha de mais de 6 físicos- todos normais, que fique bem claro.

Meu amigo Roberson disse : que vivemos em um mundo onde não podemos exercer livremente o livre arbítrio, em outras palavras, que todas as nossas escolhas não são totalmente livres, pois segundo ele , todos as nossas escolhas sofrem influência do meio, descaracterizando assim o livre arbítrio, pois você não fez a escolha livremente, mas sim sob influência do meio em que está.

No entanto, eu fui forçado em não concordar com essa visão (um pouco determinista). É justamente o fato de nós estarmos sob a influência do meio que proporciona-nos o nosso livre arbítrio, o que eu quero dizer , é que o fato de estarmos sofrendo pressão do meio dá-nos a capacidade de vivermos experiências e consequentemente aprendermos sobre o que é bom ou ruim para mim, segundo minha visão de conceituar o mundo, pois imagine que você vivesse no mundo onde você não estivesse sob influência dele, seria o mesmo que você viver em um estado vegetativo de como invisível, sem falar que você não poderia ter nenhum conhecimento de mundo, pois este mesmo conhecimento proporciona a capacidade de formar pensamentos logo, seria mais um fator de influência, então , segundo ele, o livre arbítrio não existe, já que nunca seremos capaz de tomar uma decisão totalmente imparcial. Mas o que eu penso é que o fato de conhecermos o mundo em que vivemos, e sabermos de suas influências sobre nós é um fator decisivo para usufruirmos do nosso livre arbítrio, pois bem, imagine que você vivesse em um lugar, desprovido de conhecimento, ou informações, e fosse dado a você a oportunidade de escolher entre um carro e um cartão de transporte de ônibus. Qual você escolheria? Eu digo que você não escolheria nada, pois você não saberia para que serve um carro, ou melhor , você nunca havia visto um carro, e em quanto o cartão aconteceria o mesmo, você não saberia para que serveria. Desta maneira viveríamos em um mundo onde não seríamos influenciados por nenhum agente externo, no entanto, sem essa influência seríamos incapaz de utilizar o nosso livre arbítrio, pois não conheceríamos o certo ou o errado, o doce  e nem o amargo, o branco ou o preto, enfim, não conheceríamos nada, então como iria utilizar  o livre arbítrio se eu nem saberia sobre as duas caras da moeda. Como utilizar o livre arbítrio se eu não sei as consequências de minhas ações?

Como usar o livre arbítrio se eu não conheço o mundo para poder fazer as minhas escolhas?

18 anos...ou não...





Por Evandro o Berserker

O ritual de passagem da fase infantil para a adulta, antigamente o homem passava para a vida adulta quando atingia a puberdade, a mulher quando menstruava, em algumas sociedades só se tronava adulto quando se passava por um rito  ou espécie de teste, matar uma baleia azul, um lobo.

Hoje para entrarmos na vida adulta basta completar 18 anos, não exatamente a vida adulta, pois só nos tornamos adultos aos 21 anos, mas atingimos a maioridade. Não basta sermos mais velhos ou fisicamente grande, para ser um adulto devemos agir como um e esse é o grande problema, muitas pessoas não crescem mentalmente e outros se desenvolvem muito rápido, o que eu quero dizer é que ao fazer 18 você automaticamente ganha mais responsabilidade, mas isso não quer dizer que você se torna mais responsável e mais desenvolvido intelectualmente. tenhamos cuidado e nos preparemos para ser futuros lideres e não moleques irresponsáveis que passam trote em calouros e lideram massam sem um propósito justo, que não sejamos levamos pela simples brisa nem pela tempesteada, mas permaneçamos firme e inamovíveis.

No dia 15 de maio de 1992 eu nascia e o mundo recebia um pouco de luz, lembro de aniversários passados onde eu queria ganhar brinquedos e recebia roupas, queria roupas e recebia livros, queria livros e recebia livros. No meu recebi dois livros muito esperado: Os filhos de Húrin, de Tolkien, e A batalha do apocalipse, de Spoor, de quebra ganhei um mochila para substituir a minha velha amiga retalhada e costurada.

Depois de assistir Homem de Ferro 2 que por um acaso não consegui superar o primeiro, mas foi muito bom, num dia dos homens, só estava eu e Caio comendo porcarias falando sobre física, gastronomia e conhecimento gerais(entenda mulheres) fomos para a igreja que eu pensava ter uma entrevista marcada para às 7h00min, mas era uma festa surpresa - tive de fingir surpresa - eu realmente gostei desse dia e sou muito grato a todos que lembraram de mim Caio me levando no cinema, ele que patrocinou, Josâni e minha Irmã e Mãe preparando a festa surpresa, Vanessa por ser atenciosa, ou não, mesmo a grande surpresa de Eryck me enviando um e-mail me parabenizando.

É isso, obrigado amigos, sejam para mim como a água é para o beduíno sedento no deserto.