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.......O Sol ou a Lua?


Por Marcha Para Oeste

Todos sabemos que o Sol está muito mais distante da Terra que a Lua. No entanto, se pedirmos a qualquer pessoa uma explicação desse fato, é pouco provável que ela saiba dar. O mais certo é que sua primeira reação seja a de dizer: ” bem, eu aprendi assim, foi assim que me ensinaram”. Realmente, temos conhecimento de muitos fatos científicos apenas porque eles nos foram ” ensinados”, porque fomos, de certo modo, ” indoutrinados”. Aliás, isso é verdade a maior parte de tudo que aprendemos, mesmo porque não há como verificar a veracidade de todo o conhecimento que adquirimos. Mas é claro que estudantes devem receber explicações convincentes de tudo o que pode ser razoavelmente explicado. E o fato astronômico que mencionamos aqui não é apenas um fenômeno fácil de explicar, mas de explicação simples e muito interessante, razões pelas quais não podem faltar no bom ensino.

Há várias razões que evidenciam o fato de que o Sol está mais distante da Terra que a Lua, uma delas proveniente da observação do ciclo lunar. Todo mês a Lua passa por quatro fases; começando com lua cheia, ela entra em quarto minguante, passa a lua nova, depois quarto crescente, voltando finalmente a lua cheia. Ora, tendo em conta que a luminosidade lunar é reflexo da luz solar, a observaçao do ciclo lunar, principalmente a passagem por lua nova, há de deixar claro que o Sol tem de estar mais longe de nós que a Lua. Outro modo de constatar o mesmo fato consiste em examinar a hipótese contrária, vale dizer, considerar a órbita da Lua além da órbita solar. Isso faria o observador terrestre ver a Lua sempre iluminada, mesmo que parcialmente, sem que pudesse haver lua nova. Uma teceira evidência de que o Sol está mais longe da Terra do que a Lua é a ocorrência de eclipse do Sol, o que acontece porque a Lua passa entre o Sol e a Terra.

E agora perguntamos: quão mais distante da Terra está o Sol do que a Lua?

fonte ( Achei o X )

Biomimetismo- O homem copia a natureza


Por Caio Augusto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha

O Biomimetismo é a tentativa que os cientistas fazem para replicar artificialmente aquilo que a natureza levou milhões de anos desenvolvendo e aprimorando.

A idéia é muito boa. Afinal, a energia é armazenada quimicamente pelas plantas com uma eficiência de quase 100%. Nosso cérebro supera em funcionalidade qualquer supercomputador, atual ou projetado; os músculos são motores mais eficientes do que qualquer mecanismo construído pelo homem. E os exemplos seguem quase ao infinito.

Moldes biológicos

O problema é que não é fácil reproduzir estruturas naturais. As técnicas atuais não produzem réplicas de alta-fidelidade e os métodos físicos e químicos utilizados acabam destruindo os moldes biológicos porque eles só funcionam em temperaturas muito elevadas e geralmente sob a ação de produtos químicos agressivos.

Agora, um grupo de pesquisadores da Espanha e dos Estados Unidos acredita ter encontrado um método melhor para construir biomoldes e copiar as estruturas nanoscópicas de animais e plantas.

A técnica, batizada de CEFR (Conformal-Evaporated-Film-by-Rotation), mostrou-se tão eficiente que os pesquisadores conseguiram copiar a estrutura interna do olho de uma mosca-da-fruta e da asa de uma borboleta.

Replicação dos biomoldes

O procedimento consiste em girar velozmente o biomolde durante o processo de deposição por evaporação, sendo que o biomolde fica posicionado obliquamente em relação ao bocal de aplicação. A seguir o molde original é removido do novo material biomimético por meio de um processo a plasma.

Além de permitir a fabricação seqüencial e rápida de inúmeras cópias do material biológico que se está tentando reproduzir, a técnica pode ser utilizada em materiais isolantes, metais, semicondutores, semimetais, polímeros e até em materiais orgânicos.

Aplicações tecnológicas do biomimetismo

Os pesquisadores listam uma série enorme de aplicações para sua nova técnica, entre elas a fabricação de semicondutores de imagens, células solares e diversos tipos de sensores ambientais. "Atualmente nós estamos procurando aplicações para nossa técnica na geração de réplicas com aplicações potenciais em sensores químicos, biossensores, sensores de pressão e LEDs para uso em telas de notebooks e telefones celulares, oferecendo uma melhor qualidade angular," afirmam eles.

O gelo e a existência de Deus


Por Caio Rodrigues Sukinha, À minha adorável amiga Patrícia Rangel, cujo sorriso é irradiante.

Água, fonte de toda a vida. Fonte de cultura, sabedoria, prazer, água, água, água o que mais poderia nos dizer?
É uma pergunta aparentemente simples, mas dotada de uma complexidade tamanha...
Porque a água quando em forma sólida(gelo) flutua sobre ela mesma?
Bem, eu vou me ater em um ponto; "porque o gelo flutua"......
Na química, quando tratamos de assunto como liquídos, sólidos e suas caractéristicas, sempre nos deparamos com a água. Ela está sempre aprontando, tudo depende dela, 70% de nosso corpo é água, sem ela somos apenas eminência de existência.
Explicando grosseiramente o fato de o gelo flutuar, temos: Quando estamos com calor ou muito agitados, sempre desejamos manter-nos afastados uns dos outros... Com isso, se fossemos imaginar este fato em nível molecular seria fácil deduzir o porque de obetos quando aquecidos ficarem maiores,isso porque em altas temperaturas o nível de agitação das moléculas é muito grande, dessa maneira elas ficam se movimentando muito rápido, causando afastamento das moléculas entre si, mas agora, de maneira análoga, temos o outro lado; e quando frio? A tendência do ser humano é ficar junto , encolhido, para não perder sua energia para o sistema...assim também se dá no mundo microscópio das moléculas.Elas ficam muito proximas uma das outras, deixando-as mais compactadas e mais densas.Isso explica o fato de que quando se coloca fios elétricos em uma rede de energia, deve-se deixá-los com uma barrigada, porque na época do frio, o fio se encolherá e caso ele esteja muito esticado, o perigo de ocorrer rompimentos e acidentes graves é muito alto....
Mas perceberam o que eu disse que as substância que são submetidas a baixas temperaturas tem a tendência de se encolher, para armazenar a sua energia térmica......mas quem nunca esqueceu uma garrafa de água na geladeira e no outro dia a garrafa estava estourada, dando a impressão de que a água "cresceu".
Fato interressante, não é. Segundo a minha linha de raciocínio seria impossível que a água tivesse uma expansão em seu volume. O normal seria um "encolhimento".
Mas Deus sabe o que faz. Quando a água torna-se gelo, ela fica com uma densidade menor que ela mesma em estado líquido, isso permite a flutuação.
Como eu disse, Deus sabe o que faz. E se água "encolhesse" e não flutuasse?
Esse é mais um dos motivos para aceitar que a criação foi perfeita.
A água é o único composto a apresentar este tipo de comportamento.
Se a água fosse como as outras substâncias, estaríamos lascados. Porque um rio só se congela na superfície e não no todo? Lembram-se que a água é mais densa que o gelo, causando a sua flutuação, agora se o gelo se comportasse normalmente, ele iria afundar no rio, congelando todo o rio e, consquentemente, acabando com todo o tipo de vida em nossos rios.
Deus mais uma vez mstrou a sua sabedoria.
Este mesmo raciocínio permite que as células de nosso corpo tranportem substância de um lado para o outro. E assim por diante.
Por meio das coisas simples Deus confundiu os sábios e prudentes.

Marie Curie e a descoberta da Radioatividade


Aos Grandes Amigos da Área Química

Os estudos de Marie Curie sobre a radioatividade são considerados um dos grandes momentos decisivos da ciência. A física depois de Curie ficou completamente diferente do que era antes, quando convergia para o mundo subatômico desconhecido. Ela abriu as portas que permitiram a entrada "dentro" do átomo e levou aos maiores progressos da física do século XX. 

Mas como foi esta descoberta? 
Marie Curie 
Em 1896, Marie Curie resolveu completar sua tese de doutorado em um campo inteiramente novo: radiação. Era empolgante. Algo que ninguém nunca tinha visto ou estudado antes. Os cientistas sabiam que radiação carregada eletricamente enchia o ar ao redor do urânio, mas não se sabia muito mais do que isso. Marie usou um aparelho que seu marido, o professor Pierre Curie, tinha inventado para detectar cargas elétricas ao redor de amostras de minerais. Ela deu ao processo o nome de radioatividade e concluiu que era emitida de dentro de um átomo de urânio. 
Como os Curie não tinham dinheiro para cobrir as despesas das pesquisas dela, e como a universidade se recusava a fornecer recursos para uma mulher recém-formada fazer pesquisas, Marie conseguiu a muito custo um lugar para instalar seu laboratório. Descobriu um barração abandonado que tinha sido usado pelo departamento de biologia para guardar cadáveres. 
Em 1898, Marie ganhou um intrigante minério de urânio chamado pechblenda, que seus testes demonstraram emitir mais radioatividade do que se podia esperar da quantidade de urânio que continha. Ela concluiu que devia haver outra substância dentro da pechblenda para emitir radiação a mais
Ela começou com testes de 3.5 onças de pechblenda. Planejou remover todos os metais conhecidos para que no final só restasse este elemento novo, altamente ativo. Ela triturou o minério com pilão num almofariz, passou numa peneira, dissolveu em ácido, ferveu para eliminar o líquido, filtrou, destilou e por fim o eletrolisou. 

Nos próximos seis meses, Marie e seu marido, Pierre, isolaram quimicamente e testaram cada um dos 78 elementos químicos conhecidos para ver se os misteriosos raios radioativos fluíam de qualquer outra substância que não fosse urânio. A maioria do tempo eles passavam esmolando por pequenas amostras que não tinham dinheiro para comprar. Curiosamente, cada vez que Marie removia mais dos elementos conhecidos, os que lhe sobrava de pechblenda era sempre mais radioativo do que antes.



O que deveria ter levado semanas arrastou-se em longos meses devido às condições horríveis de trabalho. Em março de 1901, a pechblenda finalmente abriu mão de seus segredos. Marie tinha encontrado não um, mas dois novos elementos radioativos: polonium (que ganhou este nome para homenagear a Polônia, seus país de origem) e o radium (assim chamado porque era, de longe, o elemento radioativo jamais descoberto). Marie apresentou um minúsculo exemplo de puro sal de rádio. Pesava 0,0035 onças, cerca de 0,10 gramas, mas era um milhão de vezes mais radioativo que o urânio. 
Como ainda se desconheciam os perigos da radiação, Marie e Pierre foram perseguidos por problemas de saúde. Dores e grande sofrimento físico. Mãos cobertas de úlceras. Contínuas recaídas de doenças sérias, como pneumonia. Um cansaço interminável. Infelizmente, a radiação que Marie tinha estudado a vida inteira a matou em 1934. 
Uma curiosidade é que de um total de 723 prêmios Nobel outorgados até o ano de 2005 apenas 34 foram concedidos à mulheres, e Marie Curie não só foi a primeira mulher a ganhar um Nobel como também foi uma das quatro pessoas que o recebeu duas vezes.

'Overdose' da Internet


Quem faz muita coisa ao mesmo tempo, como assistir ao YouTube, escrever um e-mail e falar ao telefone, não faz nenhuma dessas coisas muito bem, segundo relatório da Universidade de Stanford divulgado nesta semana.

Os pesquisadores que publicaram o estudo na Proceedings of the National Academy of Sciences disseram que os resultados os surpreenderam. Eles buscavam descobrir o segredo para fazer várias tarefas ao mesmo tempo (prática conhecida como "multitasking" em inglês) em mídias, mas descobriram, em vez disso, uma ampla incompetência.

"Pessoas que fazem muito multitasking são muitos ruins em multitasking ... Quanto mais você faz, pior você fica", disse o professor de comunicações de Stanford Clifford Nass.

"Multitaskers" compulsivos têm mais problemas para focar sua atenção, organizar informações e trocar de tarefas rapidamente, escreveram os pesquisadores da universidade.

Após fazer testes com cerca de 100 estudantes da universidade, os cientistas concluíram que "multitaskers" de mídia crônicos têm dificuldade para focar em uma coisa só e não conseguem ignorar informações irrelevantes.

Nas afirmou que a prática está se espalhando cada vez mais --alguns empregos exigem que trabalhadores mantenham uma janela de mensagens instantâneas sempre aberta-- e os cientistas ficaram surpresos com os resultados da pesquisa.

"Sabíamos que o multitasking era difícil do ponto de vista cognitivo. Pensamos 'Que tipo de habilidade especial é essa que as pessoas têm que permite que façam mil coisas ao mesmo tempo?' ... Ao invés de descobrir coisas que estavam fazendo melhor, descobrimos coisas que estavam fazendo pior", disse o professor de sistemas simbólica da Universidade de Standford Eyal Ophir.

O lado bom dessas distrações pode ser que fazendo muitas coisas ao mesmo tempo em mídias diferentes, você pode ser o primeiro a perceber algo de novo, afirmou Ophir.

* * * * *
Cá prá nós, que ninguém nos ouça, mas eu estou quase sofrendo do tal de multitasking...

4° dimensão - uma boa explicação

A viajada Mecânica Quântica

 Por Caio Rodrigues Sukinha

 Alguma vez já passou pela sua cabeça poder estar em dois lugares ao mesmo tempo, ou simplesmente poder compreender profundamente todos os episódios de "Star Treak" ou até mesmo as piadinhas infames de "the big bang theory". Pois bem, muitos desses conceitos estão ligados a teoria da Mecânica quântica, que é considerada pelos próprios cientistas como estranha, e "viajada" mas viajada mesma na maionese............

Enfim.....é algo que fascina pela viajem sem nexo( lembre-se que nada na vida é feito ou estudado de maneira aleatória, tudo tem um propósito) e pouco lógica no mundo microscópico.

Então vamos lá, chega de ser  alienado  pelas TVs brasileiras cuja maior preocupação é a pseudo cultura das bundas, fofocas violências e big brothers e fazendas da vida. Sendo sucinto, querem nós imbecilizar. Às vezes, parece que conseguem.

Vejam este vídeo, de uma série total de 5 de um especial do discovery channel.


Física Forense


A física aplicada as pesquisas forenses é o segmento da física que tem como principal objetivo observar e analisar os fenômenos físicos naturais, cuja interpretação é de interesse do poder judiciário. É tarefa de um físico forense, dentre outras, a análise de acidentes de trânsito, determinação do tipo de veículo a que possam pertencer fragmentos como pedaços de lanternas e para-choques encontrados nos locais da colisão, determinar a trajetória de projéteis, a distância em que foi efetuado o disparo, os orifícios de entrada e saída desses projéteis, bem como materializar as possíveis posições da vítima no momento do crime.

O famoso físico Werner Heisenberg, quando jovem, escreveu em uma de suas cartas que as teorias físicas tinham que se limitar a descrever o que vemos. Como resposta, seu correspondente Albert Einstein escreveu que, pelo contrário, são as teorias que nos dizem o que podemos ver. Em resumo, esta resposta descreve a função básica de um físico forense, pois para um pesquisador forense, uma análise minuciosa da cena do crime vale mais que várias testemunhas. Além disso, os mínimos detalhes, por mais que pareçam irrelevantes e grotescos, passando despercebidos para os leigos, são na maioria das vezes, o elo de ligação entre a teoria e o ocorrido, sendo de extrema importância na solução da maior parte dos casos.

Talvez a primeira pessoa a utilizar a física a serviço da lei foi Arquimedes, ao estudar o caso da coroa do rei Heron II de Siracusa. Entretanto, naquela época Arquimedes não dispunha da maioria de teorias físicas conhecidas hoje. Para verificar então se a coroa do rei era constituída de ouro puro, ou ,se havia sido adulterada pelo ourives como suspeitava o rei Arquimedes teve que descobrir primeiramente um princípio físico que ajudasse a solucionar o problema. Tal princípio é hoje conhecido como “Princípio de Arquimedes”. Dentre as várias tarefas executadas pelo físico forense hoje, a análise de acidentes de trânsito é a que mais se destaca, por infelizmente ter-se tornado algo corriqueiro, além de envolver vários fenômenos físicos. Estes podem ser compreendidos como parte da dinâmica de corpos rígidos.

Além da utilização das Leis de Newton e da lei de Variação da energia Cinética, em acidentes de trânsito destaca-se o princípio da Conservação da Quantidade de Movimento, pelo qual é possível calcular com boa aproximação a velocidade de um carro na colisão.

A força resultante, em uma freada, é igual ao módulo do produto do coeficiente de atrito pelo peso do veículo F = μmg, ou seja, é a força exercida pela pista sobre o carro. Aplicando a segunda Lei de Newton (F = ma) chega-se a expressão da desaceleração de um veículo, a = μg. Percebe-se que não há dependência da massa do carro em questão. Este resultado nos diz que um fusca e um caminhão freiam em distâncias iguais se vierem com a mesma velocidade.

Um carro ao frear está sujeito a aplicação de uma força de atrito ao nível do centro de massa. Como resultado, a frente do carro tende a baixar, levantando a traseira, o que afeta a distribuição de peso entre os eixos. Portanto, o carro permanece deste modo até atingir o repouso, quando endireita-se do seu cabeceio, executando uma rotação em torno de seu centro de massa. Os sinais deixados por uma freada são de fundamental importância para a reconstituição do acidente. Por serem duráveis, essas marcas dão conta dos estados intermediários ocorridos nesse processo. Durante uma freada, o carro desenha na pista as marcas dos pneus através de um processo que utiliza muita energia. O conhecimento desse processo permite designar tempos a cada ponto da trajetória. Medindo a distância (L) dessas marcas e sabendo que a energia cinética do carro vai diminuindo ao longo da trajetória, sabe-se que ao percorrer a trajetória L, o carro atinge uma velocidade final VF.

Usando o teorema da energia na sua forma integral:

½m{(VI)² – (VF)²} = ∫ F dx

onde F = μmg

Assim: ½m{(VI)² – (VF)²} = ∫ μmg dx

½m{(VI)² – (VF)²}= μmgx onde x eqüivale a distancia L.

Logo: (VI)² – (VF)² = 2μgL

Igualando a velocidade do carro a zero no momento da colisão ( VF = 0), encontra-se o valor aproximado da velocidade em que o carro estava antes de o motorista acionar os freios. Porém, na maioria dos acidentes, os carros não param logo ao colidirem. Por esta razão, o valor encontrado é uma aproximação do valor exato do carro.

O universo numa casca de noz


Por Caio Rodrigues Sukinha

Uma obra maravilhosa do genioso Stephen Hawking, meus amigos leitores, talvez não sejamos geniosos ou superdotados intelectualmente como Sthepen Hawking ou outros, mas eu lhes garanto que este livro, incrivelmente simplificado nas palavras mas com um grande poder de hipnotizar e explicar irá nos remeter para uma atmosfera totalmente nova , cheia de novas descobertas e aprendizados nunca antes imaginado, por aqueles que são do meio físico ou adjacentes.

É como Shakespere em Hamlet, descreveu no ato 2 , cena2 " Eu poderia viver recluso numa casca de noz e me considerar rei do espaço infinito..."

Hamlet, talvez quisesse dizer, que embora nos seres humanos, sejamos muito limitados fisicamante, nossas mentes estão livres para explorar todo o universo e para avançar audaciosamente para onde até mesmo jornadas nas estrelas teme seguir, se os maus sonhos permitirem.

Sthepen Hawking é um ícone intelectual conhecido não apenas pela ousadia de suas ideias, mas também pela clareza e perspicácia com as quais as expressa. Neste livro, Hawking apresenta o segmento mais atraente da física teórica - no qual a verdade é quase sempre mais estranha do que a ficção - para explicar, com com uma linguagem simplificada, os princípios que controlam o universo.


Como muitos da comunidade de físicos teóricos, Hawkin procura o graal da ciência: a intrigante Teoria de Tudo, que está no coração do cosmo. Com seu estilo bem-humorado, ele nos leva a descobrir os segredos do universo - da supergravidade à supersimetria , da teoria quântica à teoria M - nos conduz as fronteiras selvangens da ciência , onde a teoria das supercordas e as p-brancas podem guardar a última peça do quebra-cabeça, e nos revela os bastidores de uma de suas mais emocionantes aventuras intelectuais enquanto procura "combinar a teoria da relatividade geral de Einstein e a ideia das histórias múltiplas de Feynnman em uma teoria unificada completa que descreverá tudo que acontece no universo"

O universo numa casca de noz é leitura obrigatória para todos aqueles que desejam entender o universo no qual vivemos. Como Uma breve história do tempo, este livro transmite o entusiamo que a comunidade científica sentiu quando os segredos dos cosmos se revelaram.


Hemisférios Cerebrais




(Josânia Marinho)


O cérebro humano é constituído por cerca de 100 bilhões de neurônios, que aparecem organizados em agrupamentos chamados fibras nervosas.Calcula-se que existem 200 milhões de ligações entre ambos os hemisférios cerebrais.Seu tamanho equivale ao de dois punhos cerrados e pesa cerca de 1,4 Kg.Cada metade do cérebro recebe o nome de hemisfério cerebral.Embora cada hemisfério tenha uma forma particular de processar as informações, eles trabalham em conjunto.Mas eles também funcionam separadamente e podem até entrar em conflito.

Na maioria dos canhotos os hemisférios cerebrais.A linguagem e as aptidões relacionadoas com a mesma localizam-se, principalmente, no hemisfério esquerdo na maioria dos individuos portanto, se acontecer a lesão no lado esquerdo do cérebro, a tendência maior é perder a aptidão da fala. Como a fala e a linguagem estão ligadas, tão intimamente ao pensamento e ao raciocínio, os cientistas do século XIX pensavam que o hemisfério esquerdo era o principal (dominante), e o hemisfério direito era o secundário (subordinado), logo, menos desenvolvido.

Hoje sabemos, através de bases cientificas, que o lado direito é o menos inexplorado e permanece em estado latente: quando estimulado reage.


  • Hemisfério Esquerdo


O hemisfério esquerdo processa a informação sequencialmente, passo a passo, de forma linear. Pensa em palavras e em números, quer dizer contém a capacidade para as matemáticas e para ler e escrever.
A percepção e a geração verbal depende do conhecimento da ordem ou sequência em que se produzem os sons. Conhece o tempo e o seu transcurso. Guia-se pela lógica linear e binária (sim-não, acima-abaixo, antes-depois, mais-menos, etc.).
Este hemisfério emprega um estilo de pensamento convergente obtendo nova informação ao usar dados já disponíveis, formando novas ideias ou dados convencionalmente aceitáveis.
Aprende da parte para o todo e absorve rapidamente os detalhes, factos e regras.
Analisa a informação passo a passo.
Quer entender os componentes um por um.
O hemisfério lógico pensa em símbolos e conceitos abstractos.
ais da mesma forma que as pessoas não canhotas.Somente 4% dos canhotos tem as funções dos lobos cerebrais invertidas e menos de 1% dos destros tem as posições do "criar" e do "recordar" trocadas.É importante observar que, a ligação do sistema nervoso é feita de forma cruzada, isto é, o hemisferio esquerdo controla o lado direito do nosso corpo, enquanto o hemisfério direito controla o lado.esquerdo.Interessante não é?!

  • Hemisfério Direito


O hemisfério direito, por outro lado, parece especializado no processo simultâneo ou de processo em paralelo; processa a informação de maneira global, partindo do todo para entender as distintas partes que compõem esse todo. O hemisfério holístico é intuitivo em vez de lógico, pensa em imagens, símbolos e sentimentos. Tem capacidade imaginativa e fantástica.
Este hemisfério interessa-se pelas relações. Este método de processar tem plena eficiência para a maioria das tarefas visuais e espaciais e para reconhecer melodias musicais, já que estas tarefas requerem que a mente construa uma sensação do todo ao perceber um modelo em estímulos visuais e auditivos.
Este hemisfério emprega um estilo de pensamento divergente, criando uma variedade e quantidade de ideias novas, para além dos padrões convencionais.
Aprende do todo para a parte. Para entender as partes necessita partir da imagem global.
Não analisa a informação, sintetiza-a.
É relacional, não o preocupam as partes em si, apenas saber como encaixam e se relacionam umas partes com as outras.
O hemisfério holístico pensa em exemplos concretos.
Devemos explicar a matéria da aula combinando a linguagem dos dois modos de pensamento de cada hemisfério sempre que seja possível.
Além disso, deve-se alternar as actividades dirigidas a cada hemisfério, de tal forma que todos os conceitos chave se trabalhem desde os dois modos de pensamento.
Com estudantes em que a preponderância de um dos dois modos de pensamento seja muito marcada, devemos realizar actividades para potenciar a utilização equilibrada dos dois hemisférios.