Mostrando postagens com marcador conhecimentos gerais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador conhecimentos gerais. Mostrar todas as postagens

A origem do sobrenome


“Ei! você conhece o fulano?”; “Que fulano?”; “Fulano de Sousa, Guimarães ou Rocha?”. Sem dúvida, muitas pessoas já tiveram a oportunidade de desenvolver um diálogo como esses. Contudo, não ache você que os sobrenomes sempre estiveram por aí, disponíveis em sua função de distinguir pessoas que tivessem o mesmo nome ou revelando a árvore genealógica dos indivíduos.


Até por volta do século XII, os europeus tinham o costume de dar apenas um nome para os seus descendentes. Nessa época, talvez pelo próprio isolamento da sociedade feudal, as pessoas não tinham a preocupação ou necessidade de cunharem outro nome ou sobrenome para distinguir um indivíduo dos demais. Contudo, na medida em que as sociedades cresciam, a possibilidade de conhecer pessoas com um mesmo nome poderia causar muita confusão.


Imaginem só! Como poderia repassar uma propriedade a um herdeiro sem que sua descendência fosse comprovada? Como enviar um recado ou mercadoria a alguém que tivessem duzentos outros xarás em sua vizinhança? Certamente, os sobrenomes vieram para resolver esses e outros problemas. Entretanto, não podemos achar que uma regra ou critério foi amplamente divulgado para que as pessoas adotassem os sobrenomes.


Em muitos casos, vemos que um sobrenome poderia ser originado através de questões de natureza geográfica. Nesse caso, o “João da Rocha” teve o seu nome criado pelo fato de morar em uma região cheia de pedregulhos ou morar próximo de um grande rochedo. Na medida em que o sujeito era chamado pelos outros dessa forma, o sobrenome acabava servindo para que seus herdeiros fossem distinguidos por meio dessa situação, naturalmente construída.


Outros estudiosos do assunto também acreditam que alguns sobrenomes apareceram por conta da fama de um único sujeito. Sobrenomes como “Severo”, “Franco” ou “Ligeiro” foram criados a partir da fama de alguém que fizesse jus à qualidade relacionada a esses adjetivos. De forma semelhante, outros sobrenomes foram cunhados por conta da profissão seguida por uma mesma família. “Bookman” (livreiro) e “Schumacher” (sapateiro) são sobrenomes que ilustram bem esse tipo de situação.


Quando você não tinha fama por algo ou não se distinguia por uma razão qualquer, o seu sobrenome poderia ser muito bem criado pelo simples fato de ser filho de alguém. Na Europa, esse costume se tornou bastante comum e pode ser visto alguns sobrenomes como MacAlister (“filho de Alister”), Johansson (“filho de Johan”) ou Petersen (“filho de Peter”). No caso do português, esse mesmo hábito pode ser detectado em sobrenomes como Rodrigues (“filho de Rodrigo”) ou Fernandes (“filho de Fernando”).


Hoje em dia, algumas pessoas têm o interesse de remontarem a sua arvore genealógica ou conhecer as origens da família que lhe deu sobrenome. Talvez, observando algumas características do próprio sobrenome, elas possam descobrir um pouco da história que se esconde por detrás do mesmo. Afinal de contas, o importante é saber que a ausência desses “auxiliares” nos tornaria mais um entre os demais.


Fonte: Brasil Escola

Xadrez, mais que um jogo


Por Caio Rodrigues Sukinha

O Xadrez, a Música e a Matemática são os únicos setores da atividade humana em que se conhecem casos de crianças prodígio.O campeão nacional absoluto mais jovem de todos os tempos e de todas as modalidades esportivas é um jogador de Xadrez. Trata-se do peruano Júlio Granda Zuñinga, campeão nacional aos 6 anos de idade.Na década de 1980, na ex-URSS, por duas vezes um jogador de Xadrez foi eleito atleta do ano, destacando-se entre praticantes de todas as outras modalidades. Foram eles: Anatoli Karpov (1981) e Garry Kasparov (1985).O Xadrez é o único esporte em que uma mulher conseguiu conquistar um campeonato numa competição mista contra homens. Trata-se da campeã húngara Judit Polgar, considerada a melhor jogadora de todos os tempos.O Xadrez é a única modalidade esportiva que permite a uma pessoa enfrentar grande número de adversários ao mesmo tempo, em condições de aproximada igualdade.Segundo o presidente da FIDE (Fédération Internationale Des Échecs), existem atualmente cerca de 500 milhões de pessoas que jogam Xadrez.O Xadrez é disciplina escolar obrigatória na Romênia e as notas em Matemática dependem em 33% do desempenho no Xadrez.

 Podem pensar o que quiser mas o xadrez é um dos melhores e mais emocionantes jogos, a priori, quando se assisti uma partida de xadrez tudo parece ser entediante, mas quando o jogo começa a se desenhar, as jogadas começam a surtir efeito, as peças começam a tombar, podem acreditar, tudo fica fascinante e deslumbrantemente emocionante, e como se fosse assistir uma partida de tênis, no entanto, no xadrez você pode jogar junto, desde que tenha uma boa mente. Considerado por muitos, como jogo de intelectuais, devido ao alto grau de dificuldade em armar as jogadas, o xadrez é muito mais que é um belo passatempo, é uma filosofia de vida. Seus ensinamentos vão muito além do tabuleiro, afetam toda a sua vida, qual seja o esporte que você pratica, tem-se que dedicar de corpo e alma se quiser ser o melhor, assim também se dá no xadrez, todavia, os ganhos proporcionados pelo estudo e dedicação no xadrez são de uma natureza imensurável, já que todo o treino no xadrez requer estudo e dedicação.

Sabemos, mesmo às vezes não nos dedicando corretamente, que os estudos são a porta para um futuro promissor, por esta razão o xadrez gerencia muitos ganhos na vida social,pois ele ensina-o a autodisciplina, a paciência, os estudos, a visão além do que se pode ver... por esta razão é considerado um jogo de intelectuais, já que os seus grandes campeões, como Garry Kasparov, Judite Polgar( mulher), Bobby Fisher, tem um dos maiores QI da atualidade. Tudo isso prova, mais uma vez que, que os estudos são a chave do sucesso.

E com certeza o xadrez é um grande aliado nessa longa e penoso marcha para o oeste.

A coisa que mais me fascina no xadrez é a matemática... tudo se resolve resolvendo matemática.

Uma das mais espetaculares vitórias em competições de xadrez aconteceu no Torneio de Gyula em 1965, no qual o GM Viktor Korchnoi – na época soviético, hoje naturalizado suíço, que nos anos de 1978 e 1981 foi vice campeão mundial – obteve o título com 14,5 pontos em 15 possíveis, ficando 5,5 pontos à frente de seus imediatos seguidores Honfi e Lengyel que dividiram a 2ª colocação com 9 pontos. Para ilustrar tão marcante conquista apresentamos a rápida vitória de Korchnoi, hoje com mais de 70 anos, porém ainda um forte enxadrista, diante do checo A. Csom naquele certame. Eis a partida: Brancas – Csom Pretas – Korchnoi, Defesa Índia do Rei: 1.d4 Cf6 2.c4 g6 3.d5 Bg7 4.Cc3 O-O 5.e4 d6 6.Be2 c6 7.Be3 a6 8.a4 a5 9.g4 Ca6 10.f4 Cd7 11.h4 Cdc5 12.Bf3 Db6 13.De2 Dxb2 14.Dxb2 Cd3+ 15.Rd2 Cxb2 16.Be2 Bxg4 (0-1), pois se 17.Bxg4 Cxc4+ seguido de Cxe3.


Cálculos matemáticos estabelecem que o Rei, partindo da sua casa inicial (e1) – e seguindo o caminho mais curto, ou seja, em 7 lances – pode atingir a oitava casa (e8) de 393 modos diferentes.

Um fim de partida com o Rei e Torre contra Rei pode formar 216 posições diferentes de mate; um final de Rei e Dama contra Rei, 364.

Numa partida, após o 1º lance (saída das Brancas e resposta das Negras), podem produzir-se 400 posições diferentes. Após os 4 primeiros lances, este número se eleva a:
318 979 564 000
Após os 10 lances o número de posições diferentes é de:
169 518 829 100 544 000 000 000 000 000
Calculando a população da Terra em 5 bilhões de habitantes, se todos se ocupassem 24 horas por dia em compor essas posições, na média de uma por minuto, levariam 64 000 000 000 000 de anos.

Dois Reis podem ocupar no tabuleiro 3 612 posições diferentes. Dois Reis e duas peças quaisquer podem formar, aproximadamente, 12 000 000 de posições diversas. Dez peças:
34 254 125 120 000 000.

No xadrez existem precisamente 169.518.829.100.544 quatrilhões (15 zeros) de maneiras de jogar apenas os dez primeiros lances. Para os 40 lances seguintes de um jogo inteiro, o número é estimado em 25 x 10 elevado a 115 potência. O número inteiro de átomos em todo o universo é apenas uma pequena fração desse resultado.

Emocionante, lindo, fascinante, belo, inteligente, loucamente vicioso, tudo isso é o xadrez. 

Os "politicos" somos nós


Uma simplificação cada vez mais encontrada nestes dias afirma que "os políticos", dos quais, como se sabe, "nenhum presta", são na verdade uma reflexo da sociedade que os elegeu. Como toda simplificação operada pela sabedoria claudicante do senso comum, não se pode dizer que seja inteiramente falsa.

Não resta dúvida de que cada sociedade tem o Congresso e o governo que merece. Quando os próprios políticos passam a recorrer a esse argumento cínico para tentar tornar menos escandalosa sua reputação, é porque há algo de errado no ar, de suspeito mesmo. Muito mais vergonhoso do que negar a existência da indústria da seca é admitir que ela existe sim, mas sugerir que os responsáveis por ela são os sertanejos que ainda se submetem ao clientelismo, elegendo os coronéis que gozam as benesses do DNOCS
( Departamento Nacional de Obras Contra as Secas).

Não é a sociedade brasileira toda que está refletida na chamada classe política. Aqui também, como para o resto, a maioria de miseráveis e desclassificados conta pouco, ou nada. Embora o sufrágio universal lhes dê a ilusão de que participam do jogo político esta participação se limita a uma escolha abstrata entre opções definidas em outro mundo, do qual estão por princípio excluídos.

Em uma palavra, é a "elite" brasileira que se encontra muito bem representada no Legislativo.
Não que isso traga algum alivio. Demonizar um grupo social. Fazer dele um bode expiatório dos pecados nacionais não conduz a lugar algum. Bater no próprio peito pode ser tão cínico quanto apontar o dedo para as vítimas.

As coisas só vão começar a mudar, de fato, quando mais pessoas se convencerem de que o problema do Brasil não é de culpa - que todos a temos - mas de responsabilidade. Para romper o imenso círculo vicioso de injustiça que se instaurou no país, o VOTO e a DENÚNCIA podem ser muito úteis, mas é difícil de acreditar que ele seja abolido se não for quebrada a corrente ainda maior de pequenas iniquidades e delitos que povoam o cotidiano.

Um ótimo começo seria, por exemplo, parar de exigir jornadas de trabalho escravagistas das empregadas domésticas, de avançar no sinal vermelho ou de furar filas.
Por essas PEQUENAS maracutaias, ninguém tem o direito de pôr a culpa nos "políticos".

Física Forense


A física aplicada as pesquisas forenses é o segmento da física que tem como principal objetivo observar e analisar os fenômenos físicos naturais, cuja interpretação é de interesse do poder judiciário. É tarefa de um físico forense, dentre outras, a análise de acidentes de trânsito, determinação do tipo de veículo a que possam pertencer fragmentos como pedaços de lanternas e para-choques encontrados nos locais da colisão, determinar a trajetória de projéteis, a distância em que foi efetuado o disparo, os orifícios de entrada e saída desses projéteis, bem como materializar as possíveis posições da vítima no momento do crime.

O famoso físico Werner Heisenberg, quando jovem, escreveu em uma de suas cartas que as teorias físicas tinham que se limitar a descrever o que vemos. Como resposta, seu correspondente Albert Einstein escreveu que, pelo contrário, são as teorias que nos dizem o que podemos ver. Em resumo, esta resposta descreve a função básica de um físico forense, pois para um pesquisador forense, uma análise minuciosa da cena do crime vale mais que várias testemunhas. Além disso, os mínimos detalhes, por mais que pareçam irrelevantes e grotescos, passando despercebidos para os leigos, são na maioria das vezes, o elo de ligação entre a teoria e o ocorrido, sendo de extrema importância na solução da maior parte dos casos.

Talvez a primeira pessoa a utilizar a física a serviço da lei foi Arquimedes, ao estudar o caso da coroa do rei Heron II de Siracusa. Entretanto, naquela época Arquimedes não dispunha da maioria de teorias físicas conhecidas hoje. Para verificar então se a coroa do rei era constituída de ouro puro, ou ,se havia sido adulterada pelo ourives como suspeitava o rei Arquimedes teve que descobrir primeiramente um princípio físico que ajudasse a solucionar o problema. Tal princípio é hoje conhecido como “Princípio de Arquimedes”. Dentre as várias tarefas executadas pelo físico forense hoje, a análise de acidentes de trânsito é a que mais se destaca, por infelizmente ter-se tornado algo corriqueiro, além de envolver vários fenômenos físicos. Estes podem ser compreendidos como parte da dinâmica de corpos rígidos.

Além da utilização das Leis de Newton e da lei de Variação da energia Cinética, em acidentes de trânsito destaca-se o princípio da Conservação da Quantidade de Movimento, pelo qual é possível calcular com boa aproximação a velocidade de um carro na colisão.

A força resultante, em uma freada, é igual ao módulo do produto do coeficiente de atrito pelo peso do veículo F = μmg, ou seja, é a força exercida pela pista sobre o carro. Aplicando a segunda Lei de Newton (F = ma) chega-se a expressão da desaceleração de um veículo, a = μg. Percebe-se que não há dependência da massa do carro em questão. Este resultado nos diz que um fusca e um caminhão freiam em distâncias iguais se vierem com a mesma velocidade.

Um carro ao frear está sujeito a aplicação de uma força de atrito ao nível do centro de massa. Como resultado, a frente do carro tende a baixar, levantando a traseira, o que afeta a distribuição de peso entre os eixos. Portanto, o carro permanece deste modo até atingir o repouso, quando endireita-se do seu cabeceio, executando uma rotação em torno de seu centro de massa. Os sinais deixados por uma freada são de fundamental importância para a reconstituição do acidente. Por serem duráveis, essas marcas dão conta dos estados intermediários ocorridos nesse processo. Durante uma freada, o carro desenha na pista as marcas dos pneus através de um processo que utiliza muita energia. O conhecimento desse processo permite designar tempos a cada ponto da trajetória. Medindo a distância (L) dessas marcas e sabendo que a energia cinética do carro vai diminuindo ao longo da trajetória, sabe-se que ao percorrer a trajetória L, o carro atinge uma velocidade final VF.

Usando o teorema da energia na sua forma integral:

½m{(VI)² – (VF)²} = ∫ F dx

onde F = μmg

Assim: ½m{(VI)² – (VF)²} = ∫ μmg dx

½m{(VI)² – (VF)²}= μmgx onde x eqüivale a distancia L.

Logo: (VI)² – (VF)² = 2μgL

Igualando a velocidade do carro a zero no momento da colisão ( VF = 0), encontra-se o valor aproximado da velocidade em que o carro estava antes de o motorista acionar os freios. Porém, na maioria dos acidentes, os carros não param logo ao colidirem. Por esta razão, o valor encontrado é uma aproximação do valor exato do carro.

Usamos nossa Inteligência?!



Todo mundo pensa, fala, age, se move e faz diversas coisas durante sua vida. O que faz com que o corpo humano se mova? A inteligência. Dentre o que algumas pessoas pensam sobre ela, eu destaquei o que o psicanalista Sigmund Freud disse sobre essa habilidade. Ser inteligente para uns é ter feito um monte de curso. Para outros, é saber sobre muitos assuntos diferentes. Ou ainda tem um grupo que acha que é ler muitos livros. Só que de que adianta isso, se esse conhecimento não for colocado em prática?

E ainda mais, de que serve saber muito se a pessoa não consegue administrar seus próprios problemas? É por isso que Freud diz que:
“ A inteligência é a capacidade de resolução da situação problemática”
Sigmund Freud

A frase desse psicanalista, inicialmente, me levou à reflexão sobre o que realmente é importante. Ele, então, mostra que a prática vale mais que a teoria. Isto é, que ser inteligente não é saber muito, mas aplicar aquilo que se sabe. De uma forma simples, ele diz o quanto a inteligência é bastante funcional.

Isso me levou à conclusão de que sou leiga. Procuro saber muito, porém uso pouco meus conhecimentos. Mas me dá a certeza de que tenho que agir mais.
Uma pessoa não pode se dizer sábia se, no primeiro momento de dificuldade, se desespera. Esse tipo de gente está sempre caindo e não consegue se levantar. Para elas, essas podem ser palavras de ordem, uma forma indireta de dizer: “Seja inteligente! Preste atenção no que te cerca e saiba resolver seus problemas”, ainda que seja com a inteligência de pedir ajuda a alguém.

O que é verdade, já que os maiores pensadores, filósofos e sábios da história foram os que reconheceram sua fragilidade, viram que nada eram e que precisavam uns dos outros.

Nem tudo é o que parece


Por Caio Rodrigues Sukinha, à minha linda amiga Yasmim

O mundo verdadeiramente é uma caixinha repleta de surpresas....

Nem tudo é o que parece, na verdade, nada no do que se fez, do que foi feito ou do que se fará é aleatório, e isto foi confirmado.

Acredito que a maioria de nós admira a beleza das maquiagens egípicias, que diga-se de passagem, é perfeita.

Pois bem, como nada na vida é pura sorte. vamos partir da priori de que os egípicios deram uma disgramenta de uma sorte( em outras palavras, eram inteligentes o suficiente para aproveitar a natureza ao seu redor), refiro-me as suas lindas e chamativas maquiagens que não tinham somente a finalidade de embelezar as faces DAS EGIPÍCIAS (vamos desconsiderar os homens).


Mas espere um pouco , em que momento eles tiveram a tão "disgramenta sorte" , pois bem, lá vamos nós, estudos realizados pelos meus colegas químicos( é bom ressaltar que a química para a física são somente dois capítulos, brincadeirinha) comprovam que por trás do fato da beleza, as maquiagens egípicias tinham muito mais a oferecer, resumindo não eram somente um corpinho bonito.

As maquiagens egípicias além de embelezar também atuava com um antibiótico na proteção contra infecções na pele. Uma análise dos pós cosméticos usados pelos antigos egípcios revelou um nível inesperado de sofisticação na química praticada por eles. Já se sabia que usavam tecnologia baseada em fogo para produzir os pigmentos azuis, mesmo anteriormente a 2500 a.C. Mas análises dos pós cosméticos negros, verdes e brancos demonstraram o alto nível das práticas químicas daquela época. Os Grandes Amigos Químicos identificaram nos pós vários ingredientes orgânicos e minerais. Dois dos ingredientes minerais, a galena e a cerusite, ocorrem normalmente na natureza e eram triturados. A surpresa, porém, veio da laurionita e da fosgenita, compostos que raramente ocorrem na natureza. Eles são achados quando artefatos de chumbo são atacados pela ação da água do mar.

Resumindo , os egípicios eram gênios.

AHHH, quase me esqueço, naquela época não existia chuveiro, portanto as águas utilizadas no banho eram do rio Nilo, portanto havia a possibilidade de haver alguma contaminação , já que não existia a Digníssima SANECAP ou mesmo o DAE.


Infelizmente..


Por Caio Rodrigues Sukinha

Qualquer macaco, seja ele de que cela for, sabe que um vulcão entrou em erupção na Islândia, e consequentemente, uma nuvem gigantesca de fumaça está cobrindo a Europa o que está provocando vários cancelamentos de voos.

Infelizmente......um desses voos que não puderam decolar era justamente o que me levaria a uma apresentação de dança do meu queridíssimo grupo de sapateado River Dance, sendo assim o grupo teve que se virar sem mim, já que eu faria uma apresentação solo, mas graças ao bom Senhor tudo deu certo, e o resultado foi esta apresentação..



Paul Dirac – Engenheiro, matemático, físico ou simplesmente mágico?


Hoje  não falarei apenas de um matemático, mas de um físico, um dos melhores. Escreverei um pouco sobre este mágico da ciência.

Quem quando criança, nunca não se encantou ao ver um mágico tirando coelhos de uma cartola? Cartas das mangas? Moedas de trás da orelha? Desde os tempos imemoriais o homem surpreende ao criar coisas interessantes, inundando-nos de alegria e emoção. Os mágicos são assim. Na Arábia, lá pelo ano 1.000, um matemático poderia ser chamado de mágico, muito provavelmente porque da mesma forma que um tirava coelhos da cartola, o outro fazia surgir números e figuras quase do nada e resolvia problemas, ou os criava e desafiava, valendo-se de suas aptidões, até para conseguir riquezas. Não é a toa que matemático, em árabe antigo, seja semelhante a “enganador”, “cheio de truques”.

Pois bem, o mágico, matemático-físico em questão é Paul Adrien Maurice Dirac (1902-1984). Formado em Engenharia Elétrica (1921) e Matemática (1923), Foi Professor lucasiano de Matemática da Universidade de Cambridge e deu enormes contribuições no mundo da Física, fundamentando a Mecânica Quântica e Eletrodinâmica Quântica (EDQ).

Foi Paul Dirac que predisse a existência de uma nova partícula elementar que teria a massa de um elétron, mas com carga elétrica positiva em vez de negativa, como a do elétron, ou seja, uma partícula de antimatéria(!), no caso o antielétron.

Dirac, ao estudar algumas equações que se modificavam ao se incluir a relatividade einsteniana, observou que praticamente “DO NADA” podiam surgir um par elétron-antielétron. Ao se identificar o antielétron (ou pósitron) mais tarde verificou-se que ele possui carga positiva, e quando unido ao elétron produz luz, e pronto, não sobra nada.
O contrário também é verdadeiro, ou seja do nada, que consideramos ser um fóton ou quantum (nem massa esta pobre partícula, que chamamos costumeiramente de luz, tem) podem surgir um par elétron-pósitron, pura magia da Natureza.

Parece estranho? Hoje não muito, pois essas tais partículas já são presentes no nosso cotidiano, como por exemplo nos exames de Tomografia por Emissões de Pósitrons (PET), semelhante a Tomografia Computadorizada.




Mas como Dirac mostrou isso? Por sorte ele tinha uma boa memória e lembrou-se de que, quando jovem, se deparou com um problema “mágico” semelhante ao que enfrentava no momento. Em uma disputa de estudantes no St. John’s College, onde era aluno, foi lhe dado o seguinte problema¹:

Três pescadores vão pescar no meio de uma noite de tempestade. Depois de pegar alguns peixes, desembarcam numa ilha deserta e vão dormir. Mais tarde, um deles acorda e pensa: “Vou pegar minha terça parte dos peixes e vou embora” Dividiu então a pesca em três partes iguais, e como sobrava um peixe, jogou-o ao mar, pegou sua terça parte e partiu. Pouco depois o segundo pescador acorda. Não sabe que o primeiro se foi. Divide também o que sobrara da pesca em três partes iguais, também encontra um peixe extra, joga-o no mar e vai embora com sua terça parte. Finalmente , o terceiro pescador acorda. Não sabe do que os outros fizeram, mas resolve pegar sua terça parte e ir logo embora, mas ele também, por sua vez, encontra um peixe extra e o joga ao mar.

A pergunta era: “qual o número mínimo de peixes pescados?” Ao que se conta, Dirac respondeu com a rapidez de um raio: “menos dois peixes”. Seu raciocínio foi: -2=-1-1-1+1. O peixe +1 é o peixe extra jogado ao mar. O primeiro pescador retira o peixe -1, sua cota. Com isto restam novamente -2 peixes para o pescador seguinte dividir, e assim por diante².

Pronto. Dirac fez então uma analogia entre os peixes negativos e os elétrons, os positivos e os pósitrons, e ao vácuo (o espaço, ou o palco onde ocorrem estes acontecimentos) chamou de mar. Hoje os físicos chamam este mar de Mar de Dirac em sua homenagem. Algo que vem bem a calhar a um homem que, semelhante ao mágico da cartola, mostrou a nós quão bela é a Natureza, usando apenas uma varinha de pescar.


¹: Retirado de: “A Unificação das Forças Fundamentais”, de Abdus Salam, Werner Heisenberg e Paul Dirac.

²: Você pode entender melhor esse conceito em:
www.searadaciencia.ufc.br/queremosaber/fisica/oldfisica/respostas/qr0137.htm

www.searadaciencia.ufc.br/queremosaber/fisica/oldfisica/respostas/qr0655.htm


Via [ um saber diferente ]

"Cálice", diante da opressão

Por Caio Rodrigues Sukinha

Algumas coisas ainda não saíram das memórias de muitos brasileiros. Mas como haveria de sair, quem por acaso viveu na ditadura poderia esquecer das opressões? Ou até mesmo tentar ignorar as lembranças da mente? Nós somos seres humanos, e como tais, somos frágeis , sensíveis........enfim, somos humanos acima de tudo, e justamente a falta de humanidade que a ditadura trouxe consigo foi terrível até para as mais preparadas das cabeças.


Este é um vídeo de Chico Buarque, uma música de arrepiar que transfere realmente para a nossa  atmosfera (para quem não viveu na época da ditadura) , o quão sofrido foi aquele tempo.

Mas também é um vídeo de amor a pátria e denuncia.

Ouçam.

Agora, para mostrar que em qualquer sistema de governo que seja, tem um outro vídeo dessa mesma música, como vocês puderam observar- se ainda não viram o vídeo acima, peço que vejam antes desse- esta música é uma denuncia social, e como tal , enfraquecia a imagem da ditadura, por isso eles foram proibidos de cantar a música.


Como eles não podiam cantar a música, eles simplesmente cantarolaram.

Magnífico. O poder da música. Mas A MÚSICA só tem poder de transformação desde que seja embasada na sociedade e no cotidiano, e não nessas musiquinhas mesquinhas que temos hoje em dia , de pura alienação e divertimento.




O preconceito nosso de cada dia


Por Caio Rodrigues Sukinha

O preconceito nosso de cada dia


Preconceito, nunca!

Temos apenas opiniões bem definidas sobre as coisas. Preconceito é o outro quem tem...

Mas, por falar nisso, já observou o leitor como temos o fácil hábito de generalizar (e prova disso é a generalização acima) sobre tudo e todos? Falamos sobre “as mulheres”, a partir de experiências pontuais; conhecemos “os políticos”, após acompanhar a carreira de dois ou três; sabemos tudo sobre os “militares” porque o síndico do nosso prédio é um sargento aposentado; discorremos sobre homossexuais (bando de sem-vergonhas), muçulmanos (gentinha atrasada), sogras (feliz foi Adão, que não tinha sogra nem caminhão), advogados (todos ladrões), professores (pobres coitados), palmeirenses (palmeirense é aquele que não tem classe para ser são-paulino nem coragem para ser corintiano), motoristas de caminhão (grossos), peões de obra (ignorantes), sócios do Paulistano (metidos a besta), dançarinos (veados), enfim, sobre tudo.

Mas discorremos de maneira especial sobre raças e nacionalidades e, por extensão, sobre atributos inerentes a pessoas nascidas em determinados países. Afinal, todos sabemos (sabemos?) que os franceses não tomam banho; os mexicanos são preguiçosos; os suíços, pontuais; os italianos, ruidosos; os judeus, argentários; os árabes, desonestos; os japoneses, trabalhadores, e por aí afora. Sabemos também que cariocas são folgados; baianos, festeiros; nordestinos, miseráveis; mineiros, diplomatas, etc. Sabemos ainda que o negro não tem o mesmo potencial que o branco, a não ser em algumas atividades bem-definidas como o esporte, a música, a dança e algumas outras que exigem mais do corpo e menos da inteligência. Quando nos deparamos com um exceção admitimos que alguém possa ser limpo, apesar de francês; trabalhador, apesar de mexicano; discreto, apesar de italiano; honesto, apesar de árabe; desprendido do dinheiro, apesar de judeu; preguiçoso, apesar de japonês e também por aí afora. Mas admitimos com relutância e em caráter totalmente excepcional.

O mecanismo funciona mais ou menos assim: estabelecemos uma expectativa de comportamento coletivo (nacional, regional, racial), mesmo sem conhecermos, pessoalmente, muitos ou mesmo nenhum membro do grupo sobre o qual pontificamos. Sabemos (sabemos?) que os mexicanos são preguiçosos porque eles aparecem sempre dormindo embaixo dos seus enormes chapelões enquanto os diligentes americanos cuidam do gado e matam bandidos nos faroestes. Para comprovar que os italianos são ruidosos achamos o bastante freqüentar uma cantina no Bixiga. Falamos sobre a inferioridade do negro a partir da observação empírica de sua condição socioeconômica. E achamos que as praias do Rio de Janeiro cheias durante os dias da semana são prova do caráter folgado do cidadão carioca.

Não nos detemos em analisar a questão um pouco mais a fundo. Não nos interessa estudar o papel que a escravidão teve na formação histórica de nossos negros. Pouco atentamos para a realidade social do povo mexicano e de como ele aparece estereotipado no cinema hollywoodiano. Nada disso. O importante é reproduzir, de forma acrítica e boçal, os preconceitos que nos são passados por piadinhas, por tradição familiar, pela religião, pela necessidade de compensar nossa real inferioridade individual por uma pretensa superioridade coletiva que assumimos ao carimbar “o outro” com a marca de qualquer inferioridade. Temos pesos, medidas e até um vocabulário diferente para nos referirmos ao “nosso” e ao do “outro”, numa atitude que, mais do que autocondescendência, não passa de preconceito puro.

Por exemplo, a nossa é religião, a do outro é seita; nós temos fervor religioso, eles são fanáticos; nós acreditamos em Deus (o nosso sempre em maiúscula), eles são fundamentalistas; nós temos hábitos, eles vícios; nós cometemos excessos compreensíveis, eles são um caso perdido; jogamos muito melhor, o adversário tem é sorte; e, finalmente, não temos preconceito, apenas opinião formada sobre as coisas. Ou deveríamos ser como esses intelectuais que para afirmar qualquer coisa acham necessário estudar e observar atentamente? Observar, estudar e agir respeitando as diferenças é o que se esperada de cidadãos que acreditam na democracia e, de fato lutam por um mundo mais justo. De nada adianta praticar nossa indignação moral diante da televisão, protestando contra limpezas raciais e discriminações pelo mundo afora, se não ficarmos atentos ao preconceito nosso de cada dia.

Jaime Pinsky – historiador, doutor e livre docente pela USP – gentilmente autorizou a reprodução deste texto, que foi originalmente publicado em O Estado de S. Paulo (20/05/1993) e no livro Brasileiro (a) é assim mesmo – Cidadania e Preconceito, 1993, da Editora Contexto (www.editoracontexto.com.br)

Chopin, 200 anos de um gênio



Por Caio Rodrigues Sukinha

Eu queria ter feito esta postagem ontem, 01/03, mas infelizmente minha net "fail" e consequentemente eu não pude concluí-la ontem. Mas imaginem que hoje é o dia 01/03. E saboreem junto comigo esta maravilhosa postagem.

1° de março, o mundo todo comemora 200 anos de um gênio, não, eu não estou falando de mim, até porque eu tenho 16 anos, o mundo respira Chopin, toca Chopin, o mundo se tornou Chopin para homenagear um dos maiores compositores de todos os tempos, o polonês Frédéric Chopin.

Desde pequeno ele já era bom, na verdade ele se assemelhava muito comigo, era bom praticamente em tudo o que fazia, igual eu, sinceramente eu não sou bom em muitas coisas, mas quando eu descobrir no que eu não sou bom eu lhes digo, enfim Chopin era um gênio, aos 8 anos fez sua 1°apresentação pública e daí por diante nunca mais parou.

O artista é amplamente reconhecido como um dos maiores compositores para piano e um dos pianistas mais importantes da história. A técnica desenvolvida  por ele, refinada além de sua elaboração harmônica vêm sendo comparadas historicamente a de outros gênios da música, como Mozart e Beethoven, assim como a sua duradoura influência na música até os dias de hoje.

Na maioria das vezes sua música é tecnicamente exigente , mas seu estilo, no geral, enfatiza mais a nuança e a profundidade expressiva do que o virtuosismo técnico.

Ele inovou com diferentes formas musicais, como a balada e introduziu significantes inovações nas formas existentes , como o piano, sonata, a valsa, o noturno, o estudo e o prelúdio. Alguns citam suas obras como "os principais pilares do romantismo na música erudita do século XIX. Além disso, Chopin mostrou-se nacionalista mesclando sua música com elementos eslavos; hoje suas muzurcas e polonesas são fundamentais para a música clássica nacional polonesa.

Por esse e outros motivos eu sou fã desse grande gênio da música clássica mundial.

Quem foi Isaac Asimov ?


Por Evandro Berserker

"Todas as religiões são a verdade sagrada para quem tem a fé não passam de fantasia para os fiéis das outras religiões."

Asimov era "ateu", ou como falava um racional.


O primeiro contato que tive com o autor foi no ensino médio quando um amigo me falava sobre as 3 leis da robótica e quem as concebeu, por sinal foi Asimov:
  • 1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
  • 2ª lei: Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
  • 3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.
Mais tarde Asimov sentiu a necessidade de criar uma lei que sobrepuja todas as outras e se coloca como a lei zero:
  • Lei Zero: Um robô não pode fazer mal à humanidade e nem, por omissão, permitir que ela sofra algum mal.
Um dos três grandes mestres da ficção científica junto com Arthur C. Clarke e Robert A. Heinlein. Durante decadas se dedicou a estudar e pesquisar sobre robotica reproduzindo suas ideias em seu livros, contos e outros.

Asimov pretendia escrever 500 livros e, por pouco, não atingiu essa marca; escreveu 463 obras. Mas, somando todos os livros, desenhos e coleções editadas, totalizam-se 509 itens em sua bibliografia completa. Asimov pode ter escrito Opus 400, que seria uma comemoração de 400 publicações; contudo, a lista de comemorativos da bibliografia vai apenas até o Opus 300.

Asimov estavá a frente de sua época, fazia quase que predições sobre como seria a tenologia futurista, porem não preveu a minituarização dos gigantescos mainframes, alguns dizem que ainda existem bancos de dados gigantes, mas nada comparado com os antigos computadores.

Asimov descreveu a grande rede de computadores numa época que poucos tinham acessos a computadores e que muitos nem conheciam essas maquinas:

"Haverá uma tendência para centralizar informações, de modo que uma requisição de determinados itens pode usufruir dos recursos de todas as bibliotecas de uma região, ou de uma nação e, quem sabe, do mundo. Finalmente, haverá o equivalente de uma Biblioteca Computada Global, na qual todo o conhecimento da humanidade será armazenado e de onde qualquer item desse total poderá ser retirado por requisição."

Asimov não era um simples autor, mas antes um grande bioquimico naturalizado estadunidense, nascido na russia.
A principio tenho como propósito postar "A ultima pergunta" e depois "A ultima resposta" que é um pouco mais lingo, os dois são contos extraordinários.


25 de janeiro


Um golpe militar em Uganda, liderado pelo comandante das Forças Armadas, Idi Amim, depôs o presidente Milton Obote, depois de 12 horas de luta na capital Kampala e em outros pontos do território nacional. O presidente Obote governava o país desde a sua independência, em 1962.

Batalhões de infantaria e carros blindados entraram de madrugada em Kampala, bombardeando a porta principal do aeroporto internacional de Entebbe. O Parlamento e o palácio Presidencial foram cercados em meio a intenso tiroteio entre rebeldes e forças governamentais, que causou dezenas de mortos e feridos. O presidente Obote, que se encontrava em Cingapura, seguiu para Nairobi, capital do Quênia, onde os membros de seu governo pediram que ficasse até que a situação melhorasse.

Idi Amim, em mensagem veiculada na rádio do país, anunciou que o novo Governo seria formado por membros do exército e da polícia, cujo chefe, E. W. Oryema, foi o principal colaborador nas operações que levaram ao golpe. “Nossa ação foi realizada pelo interesse do povo”, declarou. E acrescentou: “Obote e as pessoas de sua tribo tentaram apoderar-se de todos os postos-chaves do país e dividir o Exército para enfraquecê-lo, dedicando-se ao enriquecimento ilícito, possuindo muitos bens”.

Amim anunciou também que o novo Governo pretendia reafirmar vínculos amistosos com outros países, mas que qualquer tentativa de intervenção por parte de governos estrangeiros seria “imediatamente esmagada”.


Uganda antes do golpe

Até maio de 1970, Uganda era considerada uma nação moderada entre a Tanzânia, de tendência socialista, e o Quênia, com inclinação capitalista. A partir daí, o presidente Milton Obote anunciou que seu Governo caminhava para a nacionalização do setor privado e estrangeiro da economia, revelando seu lado esquerdista até então oculto. Além de mudanças na economia, Obote começou uma reforma na educação para “evitar o enriquecimento de poucos indivíduos privilegiados”, o que desagradou setores direitistas da sociedade, principalmente as Forças Armadas, que o depuseram em 1971, ocasião em que Idi Amim assumiu o poder.

O ditador Amim controlou Uganda com rédeas curtas até 1979, quando foi derrubado por um exército rebelde apoiado pela Tanzânia. Antes disso, o golpista expulsou do país todos os residentes de origem indiana e promoveu o assassinato de mais de 300 mil pessoas.

Texto extraído do blog jbonline  http://www.jblog.com.br/hojenahistoria.php

Mulheres












Por Caio Rodrigues Sukinha, a mulheres magníficas como Flávia Alexandre.


Eu estava estudando uma área da química esses dias e vi, mais uma vez, a importância das mulheres em nossas vidas( não só NA VIDA dos homens).

Eu falo da maravilhosa cientista  inglesa Dorothy Crowfoot Hodgkin, uma das três únicas mulheres vencedoras do Nobel de Química.

Mas o que ela fez, de tão importante?

Bem, ela simplesmente conseguiu revelar a estrutura de um dos componentes químicos mais importantes da medicina - a penicilina.

E para que serve a penicilina? Na verdade, serve, principalmente, para matar bactérias( age contra infecções), em outras palavras, ela salva a sua vida.

O que aconteceu? Alexander Fleming descobriu a penicilina( matadora de bactérias) em 1928. Mas a técnica precisava ser melhorada para que pudesse ser criada um sistema de combate mais eficaz.

E neste momento entra a nossa adorável cientista Dorothy Crowfoot Hodgkin.

Hodgkin, simplesmente,  era considerada a principal praticante de técnicas de refração de raio-X do mundo, ou seja, ela fez mapeamento 3D dos átomos da penicilina, e desta maneira, abriu novas avenidas para a criação e o desenvolvimento de derivados semissintéticos da penicilina, revolucionando a forma como os médicos combatiam infecções.

Resumindo, ela aperfeiçoou, aquilo que é um dos derivados mais eficaz no combate a infecções no mundo.

O campo de estudo de Hodgkin, era conhecida como cristalografia de raio-x. Naquela  época era muito difícil estudar as estruturas, porque para se estudar as estruturas era necessário cristalizá-las , o que era um grande desafio.

Hodgkin, conseguiu adquirir amostras de penicilina, e  passando  ondas de raio-X através dos cristais ela conseguiu   que a radiação atingisse o prato fotográfico. À medida que os raios-X interagiam com os elétrons na amostra, eles eram levemente refratados. Isso resultou em um padrão de manchas distinto no filme fotográfico. Ao analisar a posição e o brilho dessas manchas e realizar numerosos cálculos, Hodgkin determinou exatamente como os átomos da molécula da penicilina estavam arranjado.

                                                          

Alguns anos mais tarde.  Dorothy Crowfoot Hodgkin, usou a mesma técnica para solucionar a estrutura da vitamina B12. Ela ganhou o Prêmio Nobel de química sozinha em 1964 - uma honra que nenhuma outra mulher conseguiu.

Ela morreu em 1994. Triste.

Esse ano.......

por Caio Rodrigues Sukinha, em homenagem a Melissa , uma leitora assídua do blog. Obrigado.

Meus amigos, estava eu analisando este ano de 2010, e percebi uma coisinha....esse ano vai ser corrido....sabe?

Vejam bem, este ano começou com o lançamento do filme da vida de nosso Salvador, opa , quero dizer , de nosso presidente da república. Nada contra o Lula, mas querer torná-lo um santo , aí já é presunção de mais..............


Depois de aprendermos um pouquinho mais sobre a vida de nosso amado e digníssimo presidente, temos que já irmos nos preparando para os carnavais, digo carnavais porque existem vários tipos de carnavais..........................

Existem os carnavais que acontecem antes do carnaval ( aquele que vem marcado no calendário), o carnaval da data certa( na data do calendário) e o carnaval que vem depois do carnaval do caléndário.......enfim...e deste modo vamos fazendo os feriados..............

Os carnavais passarão, o povo acalmará, alguns feriados virão..................mas, rapidamente a rotina acabará



Pessoal, esse ano é ano de copa................   ÁFRICA DO SUL.............  BRASIL....... HEXACAMPEÃO................SINÔNIMO DE FERIADO.......................... FESTA.....FULIA.............


Acabando a bagunça da Copa...................vem outra bagunça.vem outra festa......outra fulia.....outra anarquia.................adivinhem?! isso mesmo , época de eleição

, 

  Aí vem a putaria( desculpem este termo) , mas até um bordel é mais organizado que a política nacional......  pelo menos , nós podemos encher a boca e dizer que temos a urna eletrônica.........sistema eficientíssimo de apuração de votos.


Aí , depois disso tudo........vem outubro ...halowen(acho que escrevi errado).....novembro...feriado da proclamação da república.......dezembro......reta final do campeonato brasileiro de futebol............natal.................ano novo ...e a história se repete...

Gênios ingenuos


Por Caio Rodrigues Sukinha


Donos de uma memória fascinante, os portadores da síndrome de savant há muito tempo intrigam a ciência.

Estas pessoas são dotadas de grandes habilidades e possuem uma memória incrível- são capazes de decorar livros livros inteiros após uma única leitura ou até mesmo, capazes de tocar uma música após a ouvirem por uma única vez. Nós, que estamos nas classes dos menos dotados intelectualmente, conseguimos reter apenas 45% do que lemos. Alguns deles, como o americano kim Peek  retêm 95% de tudo o que lê. Na verdade, Kim Peek, é o savant mais famoso, ele inspirou o diretor  Barry Levinson a fazer o filme Rain Man. Kim sabe decor mais de 7.500 livros- detalhe, eleaprendeu a ler aos 2 anos.

Podemos dizer que os savants são paradoxais. Dotados de grandes capacidades nas áreas de músicas, artes, matemática e mecânica. Mas aos mesmo tempo em que essas pessoas apresentam brilhantismos elas também possuem uma série de diferentes transtornos mentais, onde o retardamento mental está incluído.  

Síndrome de Savant pode incluir transtornos como Autismo, Asperger, Hiperlexia ou Sd. de Williams, por exemplo. Em algumas destas pessoas, o Q.I. pode ser normal ou até mesmo acima do normal6.

Habilidades comuns: A habilidade musical geralmente é a mais comum. Algumas pessoas com Síndrome de Savant podem tocar piano com perfeição, sem nunca ter estudado para isso. Elas são capazes de reproduzir músicas que ouviram por uma única vez, ou mais raramente, criar suas próprias composições. A tríade incapacidade mental, cegueira e geniosidade musical foi relatada com certa freqüência no século passado. Este é um fato curioso, particularmente se considerarmos a relativa raridade de cada uma dessas circunstâncias individualmente. O talento para as artes, como pintura ou desenho, é o segundo mais freqüente. Outras formas de talento artístico, como habilidade para fazer esculturas também podem estar presentes. Cálculos de calendário (datas) é particularmente comum entre os “savants”, especialmente se considerarmos o quanto esta habilidade é rara na população em geral. Estes indivíduos são capazes de dizer o dia da semana em que qualquer data irá ocorrer em um ano particular. Esta habilidade também inclui o fato de nomear todos os anos do próximo século em que a Páscoa irá cair no dia 23 de Março, por exemplo. Além disso, eles também conseguem dizer todos os anos nos próximos vinte, em que o dia 4 de Julho será uma Terça-feira.
Outras habilidades são ocasionalmente vistas, incluindo aquisições multilinguais ou idiomas incomuns. Tipicamente uma habilidade destas em particular ocorre predominantemente em cada pessoa com a Síndrome de Savant. Entretanto, em alguns casos múltiplas habilidades podem ocorrer na mesma pessoa. Qualquer que seja o tipo de habilidade, esta estará sempre relacionada a uma memória prodigiosa, e é este tipo de memória - extraordinariamente profunda, mas ao mesmo tempo muito limitada - que está presente em todas as várias habilidades especiais e une as condições que caracterizam a Síndrome de Savant.

É importante ressaltar que nem todas as pessoas com Sd. de Savant são autistas e nem todos os autistas têm Sd. de Savant. Como esta síndrome não caracteriza um transtorno ou uma doença isolada, não existe um tratamento específico além daquele destinado à disfunção de base do sistema nervoso central.



REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS:

1. DSM-IV-TRTM : Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. 4ª ed. rev. Porto Alegre: Artmed; 2002.
2. Kaplan HI, Sadock BJ, Grebb JA. Compêndio de Psiquiatria. 7ª ed. Porto Alegre: Artmed; 1997;38:979-984.
3. Kazdin AE: Replication and extension of behavioral treatment of autistic disorder. Am J Ment Retard 1993;97:377.
4. Lovaas OI: Behavioral treatment and normal educational and intellectual functioning in young autistic children. J Consult Clin Psychol 1987;55:3.
5. Pisen J, Berthier ML, Sharkstein SE, Nehme E, Pearlson G, Folstein S. Magnetic resonance imaging: Evidence for a defect of cerebral cortical development in autism. Am J Psychiatry 1990;147:734.
6. Rutter M: Infantile autism and other persasive developmental disorders. In Child and Adolescent Psychiatry: Modern Approaches. 2ª ed. Blackwell; Oxford; England; 1985.
7. Treffert DA, Wallace GL: Islands of Genius. Scientific American. Wisconsin 2002; 6:76-85
8. Treffert DA. Savant Syndrome: Frequently Asked Questions [on-line]. University of Wisconsin Medical School, Madison, 2002. Disponível em URL:http://www.wisconsinmedicalsociety.org/savant/faq.cfm