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sem posts

Por Evandro

faz um período de tempo muito longo que eu não posto nada aqui no blog,

por que?

estou sem computador e não tenho acesso a nenhum, só na faculdade que bloqueia o login na blog, dá até para acessar, mas não logar.

Parece que vou ficar assim por um tempo até arrumar um jeito de voltar a escrever sem precisar ficar apressado.

Espero não sobrecarregar os outros editores.

desculpa e obrigado pela preferencia !


18 anos...ou não...





Por Evandro o Berserker

O ritual de passagem da fase infantil para a adulta, antigamente o homem passava para a vida adulta quando atingia a puberdade, a mulher quando menstruava, em algumas sociedades só se tronava adulto quando se passava por um rito  ou espécie de teste, matar uma baleia azul, um lobo.

Hoje para entrarmos na vida adulta basta completar 18 anos, não exatamente a vida adulta, pois só nos tornamos adultos aos 21 anos, mas atingimos a maioridade. Não basta sermos mais velhos ou fisicamente grande, para ser um adulto devemos agir como um e esse é o grande problema, muitas pessoas não crescem mentalmente e outros se desenvolvem muito rápido, o que eu quero dizer é que ao fazer 18 você automaticamente ganha mais responsabilidade, mas isso não quer dizer que você se torna mais responsável e mais desenvolvido intelectualmente. tenhamos cuidado e nos preparemos para ser futuros lideres e não moleques irresponsáveis que passam trote em calouros e lideram massam sem um propósito justo, que não sejamos levamos pela simples brisa nem pela tempesteada, mas permaneçamos firme e inamovíveis.

No dia 15 de maio de 1992 eu nascia e o mundo recebia um pouco de luz, lembro de aniversários passados onde eu queria ganhar brinquedos e recebia roupas, queria roupas e recebia livros, queria livros e recebia livros. No meu recebi dois livros muito esperado: Os filhos de Húrin, de Tolkien, e A batalha do apocalipse, de Spoor, de quebra ganhei um mochila para substituir a minha velha amiga retalhada e costurada.

Depois de assistir Homem de Ferro 2 que por um acaso não consegui superar o primeiro, mas foi muito bom, num dia dos homens, só estava eu e Caio comendo porcarias falando sobre física, gastronomia e conhecimento gerais(entenda mulheres) fomos para a igreja que eu pensava ter uma entrevista marcada para às 7h00min, mas era uma festa surpresa - tive de fingir surpresa - eu realmente gostei desse dia e sou muito grato a todos que lembraram de mim Caio me levando no cinema, ele que patrocinou, Josâni e minha Irmã e Mãe preparando a festa surpresa, Vanessa por ser atenciosa, ou não, mesmo a grande surpresa de Eryck me enviando um e-mail me parabenizando.

É isso, obrigado amigos, sejam para mim como a água é para o beduíno sedento no deserto.

A verdadeira face de BERSERKER





Meus querido leitores, ao completar 18 anos Evandro Ledema revela sua verdadeira face.
Não se enganem com essa cara de bom moço.



E seu grande aliado Caio Augusto,sim, é ele mesmo o Sukinha.Que fazem desse blog ser o que ele é hoje!


Os intelectuais, não é atoa que eles são muito inteligentes!

O grande mistério foi revelado...Por traz desta armadura existe um menino tentando encontrar seu verdadeiro caminho,seu verdadeiro eu, sua verdadeira MARCHA PARA O OESTE!

Melancolia - Cães de Guerra


Por Evandro Ledema

Todas as vezes que eu termino de ler um bom livro vem aquele sentimento de abatimento, principalmente se o final for surpreendente. Hoje terminei Cães de Gerra, de Frederick Forsyth, um livro que apesar do nome ele não trata de ação, mas de tensão politica e das guerrilhas na África. O fim do livro para mim foi surpreendente, Até chegar na página da ação eu nem podia imaginar que o personagem principal era tão, mas tão interessante, durante o livro todo você acaba se aproximando dele e quando chega no fim você é um de seus comparsas, de tão atraente que a mente do personagem se torna.

Melancolia, misantropia, são umas da poucas palavras que podem definir essa obra prima de Forsyth, poucos livros me deixaram tão abatido, um deles foi a menina de roubava livros, mas nesse livro você sabe o que vai acontecer ou pelo menos tem ideia, ao contrario de Cães de Guerra que me pegou desprevenido.

Fica a dica do espetacular livro e de algumas de suas obras:

  • O dia do Chacal
  • O dossiê Odessa
  • Cães de Guerra

Cães de Guerra o terceiro livro escrito por Frederick Forsyth, teve como origem as observações in loco sobre a guerra de Biafra, de 1967, um episodio decisivo na vida do autor. Encarregado de uma série de reportagens pela BBC de Londres, onde trabalhava, não aceitou as orientações recebidas, entrou em conflito com seus chefes e perdeu o emprego. Foi quando decidiu tentar a sorte como romancista. Os amigos procuraram dissuadi-lo da ideia alegando que ganharia muito pouco. Forsyth, já milionário, recorda: "Eram bons conselhos, mas nunca tomei conhecimento dos bons conselhos que me deram pela vida a fora".

Frederick Forsyth é inglês de Ashford, Kent, onde nasceu em agosto de 1938. Alistou-se na Real Força Aérea aos dezessete anos e foi, por algum tempo, o piloto mais jovem da aviação inglesa. Voltou-se, então, para o jornalismo e, depois dos primeiros passos na profissão, segui para Paris como correspondente da agencia de noticias Reuters.

Essa experiencia forneceu-lhe o material para o romancista incubado que havia em seu intimo. Foram anos que lhe abarrotaram a mente com personagens, incidentes e detalhes técnicos, todos devidamente transportados para suas obras.    

Senhor do Anéis - versão extendida

imagem ilustrativa

Por Evandro Berserker

Isso mesmo hoje terminei de assistir as 12 horas, doze, isso que você leu são doze horas de filme, um pouco mais talvez, é claro contando os créditos. Fiquei muito satisfeito com o filme, apesar de não ter assistido antes eu não me arrependo, por que hoje eu tenho uma visão mais profunda da obra de Tolkien. É claro que eu já havia assistido inúmeras vezes a versão para cinema do senhor dos anéis e tinha gostado, mas se eu achava que poderia ser melhor estava certo, todo fã que achava que a serie poderia ter sido melhor está ai o presente 12 horas do filme que abalou o coração dos nerds.

Ninguém iria aguentar 4 horas por filme no cinema, alem dos fãs, ficar sentado assistindo a trama que se passa na terra média, mas como não poderiam de deixar ganhar dinheiro e presentear os aficionados foi lançada a muito tempo a versão que estou a falar. sem duvida é muito melhor e mais completa, mas não desmerece cada óscar ganho com as 3 películas. A versão extendida é uma fase bônus para aqueles que tanto lutaram para entender a terra média.

Ainda me emociono muito na ultima cena quando Bilbo e Frodo estão indo para as terras imortais, no extremo-oeste, e se despedem dos outros três pequenos heróis, nesse momento quase desabo, minha garganta fica seca e meus olhos lacrimejam, não é só pela emoção do desfecho, mas pela jornada inteira, por tudo que eles passaram e agora é chegada a hora de se separarem e viverem suas vidas, terem outras aventuras e contarem suas histórias. Eu não costumo ligar para nada que acontece nos filmes e muito menos se eu já os assisti várias vezes, mas o senhor do anéis como um todo está no topo da minha memoria, junto com o primeiro matrix e star wars, numa coisa as adaptações de Tolkiem foram melhor nenhum filme decepcionou . 

Divisão do trabalho - parte 3 - Émile Durkheim


Por Evandro F. Ledema

Émile Durkheim,ao contrario de Marx, demonstrava que a especialização do trabalho trouxe uma forma superior de solidariedade, e não conflito. Pelas ideias de Émile existem duas formas de solidariedade: a mecânica e a orgânica.


A solidariedade mecânica, mais comumente nas sociedades menos complexas, na qual o individuo sabe fazer quase todas as coisas de que necessita para viver. Nesse tipo de sociedade o que une as pessoas não é por que uma depende da outra, mas o que une essas pessoas é aceitação de um conjunto de crenças, tradições e costumes comuns.

Já a solidariedade orgânica é nascida pela diversidade das funções de cada um, e não da identidade nas crenças e ações. O une os indivíduos nesse tipo de sociedade é a interdependência das funções sociais, ou seja, a necessidade que uma pessoa tem da outra, em virtude da divisão social do trabalho existente em tal sociedade.

Na sociedade moderna a coesão social é dada pela crescente especialização do trabalho, por exemplo: hoje tomamos ônibus que tem motorista e cobrador, compramos diferentes itens de necessidades básicas que são produzidos, embalados, transportados  e comercializados por diferentes tipos de trabalhadores, precisamos tanto do médico quanto do dentista e farmacêutico. Essa dependência que temos de todos os tipos de trabalhadores desde do gari e o lixeiro que recolhe nossos lixos até as pessoas que nos escolhemos para governar cria o que Durkheim define como solidariedade

Se a solidariedade não está acontecendo é por que um ou mais setores não estão cumprindo seu papel de forma correta e eficaz, por isso é necessário um órgão fiscalizador, numa visão ampla esse órgão seria o governo e numa visão pequena seria os chefes de cada departamento de uma empresa.

Então e quando esse orgão fiscalizador não funciona?

Divisão do trabalho - parte 2 - Karl Marx


Por Evandro Fernandes

Para  Karl a divisão social do trabalho é realizada durante o processo de desenvolvimento de uma sociedade, conforme buscamos suprir nossas necessidades estabelecemos relações de trabalho e maneiras de divisão, exemplos:

nas sociedades tribais a divisão era feita entre gênero e idade, com o desenvolvimento do pastoreio e da agricultura as divisões passaram a ser entre quem plantava, quem cuidava dos animais e quem caçava ou pescava.

Com a formação das cidade o trabalho passou a se dividir entre rural e urbana, respectivamente agricultura e comercio - industria, com o desenvolvimento da produção e seus excedentes deu lugar a uma nova divisão entre quem administrava e quem produzia(executava). Para Marx a divisão social do trabalho gera a divisão em classes. Administrador e operário.

Então veio a revolução industrial e a produção em massa com suas novas formas de produção, as maquinas a vapor começaram a fazer parte do cotidiano das industrias. O trabalhador passou a operar um equipamento especializado que não exigia amplo conhecimento, mas só um movimento que seria responsável pelo controle das funções que a maquina ainda não fazia sozinha.

O proletariado só possui sua força de trabalho para vender e caso não a venda o empregador não terá quem operar suas maquinas, essa necessidade entre empregado e empregador Marx chamou de relação entre iguais.

Quando o individuo aceita um contrato (sendo tácito, verbal ou escrito), ele passa a trabalhar um determinado numero de horas para receber um salário, na realidade o trabalhador que tem uma jornada de oito horas diárias, por exemplo, para receber um salario x está trabalhando em excesso, como assim? esse trabalhador paga seu salario prestando o serviço durante quatro a cinco horas por dia o restante de horas ele trabalha para lucro do empregador, sem receber pelo que produz, tal processo sendo chamado de mais-valia. Isso ocorre com qualquer tipo de trabalho caso fosse o contrario o proprietário não teria o por que de construir uma empresa.

Juntando vários funcionários que trabalham numa mesma empresa e vendo o tanto de horas que eles trabalham para lucro do capitalista proprietário, vemos o quão rápido ele passa a enriquecer, com a acumulação de valor-trabalho o empregador passa  ter o que é chamado de acumulação de capital.

Para aumentar seus lucros o capitalista acaba por  aumentar as horas da jornada de trabalho, mais-valia absoluta, ou então a investir em tecnologias que aumente a produtividade do funcionário e da empresa, mais-valia relativa.

Com o tempo os operários passaram a entender que estavam trabalhando mais, seu trabalho valendo menos e ficando cada vez mais miseráveis, o que levou a vários tipos de protestos desde destruição de equipamentos a greves coletivas. O trabalhador passou a entender que com a atual divisão do trabalho eles estavam perdendo cada vez mais sua identidade e passaram a se organizar em convenções coletivas e associações de determinadas classes de trabalho. Evitando serem pressionados a aceitar condições miseráveis e insalubres ou periculosas de trabalho.


Divisão do trabalho - parte 1 - introdução


Por Evandro Ledema

Como é notório a divisão do trabalho é cada vez mais crescente na sociedade contemporânea, há muito tempo atrás numa galaxia muito...err pera tá errado; com à revolução industrial na Inglaterra surge a especialização do trabalho, agora o individuo, na área rural, que produzia e sabia lidar com todas etapas de um determinado processo de fabricação, muda-se para os grandes centros urbanos e começa a fazer parte de uma equipe de trabalhadores, colaborando para o processo de produção em massa. O trabalhador que construía um sapato agora só será responsável pela sola, isso trouxe uma agilidade na produção e despencou os preços, um sapato que leva-vá 3 meses para ser elaborado e custava muito caro, agora leva menos de uma semana e custa pouco.

A divisão do trabalho visto por outro angulo não começou com a revolução, mas sim com as primevas necessidades, por exemplo no começo quando fixamos moradia, deixamos de ser nômades e passamos a ser sedentários, a mulher era responsável pela colheita e os homens pela caça, isso já poderia der considerado uma divisão do trabalho.

Os dois tipos de divisões aqui citados não são do mesmo tipo, pois em um os trabalhadores rurais foram praticamente obrigados a trabalhar por muito tempo para receber um salario ínfimo, ocorrendo a perda da identidade, e no outro a divisão era feita pela necessidade de cada grupo social, por exemplo nas primeiras cidades ou tribos as mulheres necessitavam de cuidar de seus filhos e os homens que tem maior força em comparação às mulheres ficavam responsáveis pela caça. Não sou machista só que foi comprovado que o homem possui maior capacidade pulmonar e mais força nos músculos enquanto a mulher tem maior resistência a dor, bem isso não vem ao caso.

Entendendo o que causou a divisão do trabalho eis que surge dois pensadores que opinavam sobre a questão:

Karl Marx e Émile Durkheim, que serão tratados em outros posts.

Fanboys




Por Dart Berserker

Até que enfim lançaram um filme completamente nerd, obrigatório para toda pessoa que é apaixonada por star wars ou simplesmente é um nerd das antigas.

Sabe quele filme que após assistir ainda fica martelando na cabeça, que você diz puxa eu queria ter feito isso, queria ter vivido tal aventura, um filme com piadinhas internas, só entende quem gosta mesmo de star wars, aquele cara que pesquisa, que gasta dinheiro procurando itens do filme e etc.

O filme começa com as legendas tradicionais da abertura de guerra nas estrelas, achei uma jogada legal, e de repente dois storms troppers abrindo caminho numa festa para a chegada do Dart Vader, nossa sensacional. Por ai vocês tem uma ideia de como vai ser o filme.

Não vou falar sobre o filme diretamente, mas sobre oque ele me passou.


Uma das coisas que mais me tocaram foi a união dos amigos, uma coisa que eu nunca tive, deixe me explicar: desde a infância tive amigos que gostavam de jogar videogames, mas não eram nerds, eram garotos que jogavam só para passar tempo; nunca houve um amigo com quem eu pudesse dividir minha paixão por mitologia, histórias no estilo senhor dos anéis, star wars e companhia. Sempre fui um nerd solitário não podia compartilhar minhas opiniões e afins, tinha de me misturar e acabei entrando para os esportes principalmente artes marciais para não sofrer com o Bullying, acabei por esconder minha face nerd para quando estava sozinho em casa. Hoje sou nerd assumido e meus amigos todos não-nerds ou nerds de outra categoria acham as coisas  que eu leio e que eu assisto boring, ou assistem e não entendem , ou assistem e não acham legal.

O filme passa uma mensagem interessante e bem manjada, o final é espetacular e só entende quem é fã de star wars, um filme feito para a velha guarda da qual eu não faço parte, mas durante minha juventude inteira passei a cultuar.

É isso obrigatório para fãs e engraçado para pessoas comuns.


Parabéns para os produtores e escritores que fizeram esse filme acontecer, nunca me esquecerei da princesa Leia com aquela roupa dourada, da discussão sobre a paixão dos irmãos Skywalker e de toda a briga contra os Trekies.


PS:Muito engrado a rixa com os trekies, isso lembrou de mim nunca gostei de star trek e só gostei do ultimo filme lançado. Fanboy (feminino fangirl) é um termo usado para definir uma pessoa que que não é só um fã de alguma coisa.

Memória Gustativa

Por Evandro F. Ledema

Doce e achocolatada Infância

Ah, saudades da infância eu não tenho pois a aproveitei bem, apesar de parar e ficar em devaneios quando alguém ou algo traz de volta  memorias antigas. Se algo marca a infância de todos é o tipo de alimentação que temos enquanto vivemos em  nossos pequenos mundos e aventuras, sempre  quando estávamos num momento fatídico da brincadeira chegava a mãe com pratos, bolachas e sucos marcando a pausa do herói na sua incessante jornada. É assim que começo a falar de minhas memorias gustativas, relembrando os bons e ruins momentos da apreciação da comida.

Começo falando de minhas lembranças primevas ,quando tinhas entre entre cinco e seis anos, por incrível que pareça, ou não, eu esperava ansioso todos os dias, quando eu acordava, receber minha mamadeira com leite quentinho e achocolatado, quando minha amada mãe falhava com essa rotina eu simplesmente me sentia destruído, jogado na lama. Avançando um pouco no tempo eu me lembro de levantar, já com a rotina escolar, e preparar meu leitinho gelado com chocolate, detestava quando minha mãe fazia meu leite pois ela fervia-o antes. Antes  do almoço na escola minha irmã comprava salgados para mim, lembro de pedir sempre risoles, como eu amava aquela massa, ou pastelão, com o tempo passei a comprar meus lanches e da sexta serie para cima não lanchava, pois juntava o dinheiro para comprar coisas no mercado perto de casa.

Almoçava arroz, feijão preto ou marrom, salada de alface e tomate, frango ou carne, como vocês podem ver é o almoço tradicional do brasileiro, as vezes para quebrar a rotina tinha massa, lasanha ou macarrão, esporadicamente. Minha infância eu era muito enjoado para comer, não comia e não como porco, menos linguiça e derivados, das aves só comia o file de peito e ainda faço isso, carne bovina comia quase qualquer parte menos umas coisas estranhas como coração, bucho e etc.

Na parte da tarde lanchava, durante a pausa das brincadeiras, pão com leite ou bolachas recheadas, um pão feito pela minha avó que ficava grande e muito macio, nossa eu comia esse pão até  não conseguir me mexer, depois com o fluxo de sangue direcionado para o meu estomago eu ficava quieto e lendo revistas em quadrinhos ou assistindo televisão.

Para minha janta eu comia o mesmo do almoço, comida requentada, e estava pronto para estudar as tarefas do próximo dia de aula e depois dormir.

Essas refeições sempre foram acompanhadas pela minha mãe, minha irmã, 3 anos mais velha, meus avós raramente por uma amigo.

Aos domingos, após voltar da igreja, estava pronto um banquete e toda a família direta reunida mais a família de tios e tias, como era bom, muito refrigerante, muita carne, picanha, costela ou muitos espetinhos, arroz branquinho e solto, pouca salada e muita linguiça, no bom sentido, amava os domingos e hoje apesar de ser mais humilde, ou não, é o dia mais esperado da semana, me preparo durante a seis dias para no sétimo eu ir para minha igreja e chegar numa casa tranquila e amorosa com comida feita com todo carinho para mim e meus amigos e familiares.

Com o passar do tempo meu paladar se modificou e me tornei tolerante a varias coisas, menos a comidas estranhas como: bucho, dobradinha e coisas que só de ver me enojam, como todo tipo de saladas, carnes de boi, files de peito de aves, bacon, calabresa, linguiça, tudo menos o porco em si, bem eu mudei um pouco, mas nem tanto. 

Evandro Morreu de vez

Estou aqui rapidamente para falar que meu pc morreu de vez, isso mesmo, agora não sei quando poderei postar nem com que frequencia. mas isso tudo faz parte.
Estou ansioso para voltar a postar com regularidade.
Muito obrigado pela atenção.

Evandro Fernandes Ledema-Gastronomo

Well, já estava com muita raiva por causa do novo sistema de seleção para ingressar nas universidades. Eis que surge uma oportunidade de ingressar em uma faculdade particular com bolsa 100%, eu ganhei bolsa para piloto profissional de aeronaves, eu triste por não haver passado em engenharia eletrica resolvi tentar mudar o curso que eu havia ganho a bolsa para outro de meu interesse. Gastronomia foi o curso que eu escolhi e agarrei com todas as forças.
Após algum tempo houve a fase de vagas remanescentes e ainda havia 41 vagas para engenharia eletrica, me increvi e passi em 27 colocado, fiquei p@t@ da vida , pois atrapalhei uma pessoa poder se inscrever, quando eu me increvi achei que ocorreria igual as outras duas fases: nos primeiros dias eu passava e nos ultimos era desclassificado, mas não passei e não pensem que vou me inscrever.
Deixei as exatas de lado apesar de ama-la, agora vou dar meu melhor para poder me formar no curso de gestão em gastronomia, posso ser chef, chef executivo, administrador e prestar assistencia para empresas do ramo.
Quero pedir desculpas para o aluno que não pode se inscrever por minha causa e dizer que eu não estava acompanhando, hoje cedo na faculdade chega uma menina falando que passou na federal e aí eu fui lembrar do sisu.
Hoje eu posso dizer que faço gastronomia por que gosto e não por que não passei em engenharia eletrica.
Obrigado.

A ÚLTIMA RESPOSTA




O outro conto de Asimov que eu disse que postaria.

ISAAC ASIMOV
SONHOS DE ROBÔ

Murray Templeton tinha 45 anos de idade; estava na plenitude de sua vida e com todas as partes do
seu corpo funcionando com perfeição... exceto alguns trechos vitais de suas artérias coronárias.
Isso no entanto, foi o suficiente. A dor veio repentinamente, chegou a um ponto insuportável e, aos
poucos, foi diminuindo. Ele podia sentir a respiração parando. Uma deliciosa sensação de paz o inundou.
Não há nada mais agradável do que a ausência de dor - imediatamente depois da dor. Ele sentiu uma
alegria vertiginosa, como se tivesse levitado e estivesse pairando no ar.
Abriu os olhos e percebeu, com uma discreta alegria, que os outros ainda estavam agitados. Estava no
laboratório quando a dor o abateu sem nenhum aviso; ao cambalear ouviu os outros gritando surpresos.
Depois tudo deu lugar a uma agonia avassaladora.
Agora que a dor tinha passado os outros ainda estavam inquietos, ansiosos e reunidos em torno do seu
corpo caído...
Repentinamente, ele percebeu que estava olhando a cena, lá do alto. Seu corpo estava lá embaixo,
estirado no chão, com o rosto contorcido. Ele estava aqui em cima, observando em paz.
Pensou: milagre dos milagres! As besteiras sobre a vida eterna estavam certas.
Apesar de ser uma maneira humilhante para um físico ateu morrer, ele apenas sentiu uma agradável
surpresa, não houve nenhuma alteração na sensação de paz em que tinha mergulhado.
Ele pensou: devia haver algum anjo - ou uma coisa no gênero - vindo me receber.
A cena terrestre estava se desvanecendo. Sua consciência foi invadida pela escuridão e de um ponto
distante, como um último relance de visão, apareceu uma figura iluminada, com forma vagamente humana,
irradiando calor.
Murray pensou: estão brincando comigo. Estou indo para o céu.
Assim que ele pensou nisso, a luz se apagou, mas o calor continuou. A sensação de paz não diminuiu,
apesar de, em todo o Universo, restarem apenas ele... e a Voz.
- Faço isso com muita freqüência - disse a Voz, mas ainda assim me emociono a cada sucesso.
Murray pensou em dizer algo, mas não sabia se possuía uma boca, uma língua, ou cordas vocais. No
entanto, tentou articular um som. Sem a menor pretensão, tentou sussurrar palavras ou soprá-las ou colocá-
las para fora por intermédio da contração de... alguma coisa.
E elas foram pronunciadas. Ele ouviu sua própria voz, facilmente identificável, e suas próprias palavras,
infinitamente claras.
- Isso é o céu? - disse ele.
- Esse lugar não é como o lugar que você imagina - disse a Voz.
Murray ficou atrapalhado, mas tinha que fazer a pergunta.
- Desculpe se pareço um pouco imbecil, mas você é Deus? Sem mudar a entonação ou de algum modo
pretendendo soar com perfeição, a Voz conseguiu ser engraçada.
- É estranho que sempre me perguntem isso, claro que das maneiras mais diferentes possíveis. Você
não compreenderia a resposta que posso lhe dar. Eu sou... isso é tudo o que posso dizer de significativo, e
você pode me rotular com palavra ou conceito que lhe agradar.
- E o que eu sou? - disse Murray. - Uma alma? Ou eu ainda sou apenas uma existência personificada? -
Tentou não parecer sarcástico, mas não conseguiu. Rapidamente pensou em acrescentar "Vossa Alteza" ou
"Santidade" ou algo que atenuasse o sarcasmo, e não pôde dizer isso, mesmo que, pela primeira vez em sua
existência, admitisse a possibilidade de ser punido com o inferno ou coisa semelhante por causa de sua
insolência - ou pecado? A Voz não parecia ofendida.
- É fácil você explicar-se... até mesmo para você. Você pode se chamar de alma, se isso lhe agrada, mas
você, na verdade, é uma conexão de forças eletromagnéticas, arrumadas de modo a que todas as
interconexões e inter-relações sejam exatamente iguais às do seu cérebro em sua existência universal... até
nos menores detalhes.
Além disso, você tem capacidade para pensar, ter lembranças e uma personalidade própria. Você vai
achar que ainda é você mesmo.
Murray ficou perplexo.
- Você quer dizer que a essência do meu cérebro é permanente?
- Não, de jeito nenhum. Nada seu é permanente, a não ser o que eu decidir que seja. Eu criei a conexão.
Eu a construí enquanto você desfrutava sua existência física e ajustei-a para o momento em que sua vida
terrestre chegasse ao fim. - A Voz parecia visivelmente satisfeita consigo mesma e, depois de uma rápida
pausa, acrescentou:
- Uma construção complexa, mas muito precisa. É claro que poderia fazer isso com todos os seres
humanos do seu mundo, mas prefiro não fazer. Sinto prazer em escolher.
- Você escolhe muito poucos, então.
- Muito poucos.
- E o que acontece com o resto?
- Caem no esquecimento. Ah, é verdade, você acredita no Inferno.
Murray teria corado se ainda tivesse um rosto.
- Não penso assim. É só uma maneira de falar. Até agora, nunca tinha pensado que fosse virtuoso ao
ponto de chamar a sua atenção e me tornar um Eleito.
- Virtuoso? Ah, sei o que quer dizer. É um incômodo ter que me forçar a pensar no mesmo nível que o
seu. Não, eu o escolhi por causa de sua capacidade de pensar, assim como escolho outros, em quatrilhões,
em todas as espécies inteligentes do Universo.
Murray se sentiu subitamente curioso, um hábito que adquirira quando era vivo.
- Você escolhe as pessoas sozinho ou há outros iguais a Você? Por um instante Murray pensou que
estava tirando a paciência da Voz, mas, quando Ela surgiu, continuava imperturbável.
- Se há outros ou não isso é irrelevante para você. O Universo é meu, só meu.
É uma invenção minha, uma construção minha, tudo foi planejado só para satisfazer meus propósitos.
- E mesmo com quatrilhões de conexões criadas por você, você perde tempo comigo? Sou tão
importante assim?
- Você não tem a menor importância - disse a Voz. - com os outros eu ajo de um modo que, na sua
maneira de ver, pareceria igual.
- Você é único?
- Você está tentando me colocar numa armadilha sem consistência - disse a Voz, num tom novamente
divertido. - Se você fosse uma ameba que só pudesse considerar a individualidade em conexão com
pequenas células, e se fosse perguntar a um cachalote com 30 quatrilhões de células se ele é um ou muitos,
de que forma o cachalote poderia responder para que isso fosse compreensível para a ameba?
- Pensarei nisso - disse Murray secamente. - Talvez um dia venha a entender.
- Exatamente. É para isso que está aqui. Para pensar.
- Com que finalidade? Parece que você já sabe tudo.
- Mesmo que eu soubesse tudo não poderia saber que sei tudo.
- Isso me lembra a filosofia ocidental... uma coisa que parece profunda exatamente porque não tem
significado.
- Você promete - disse a Voz. - Você responde ao meu paradoxo com um paradoxo... Só que o que eu
digo não é um paradoxo. Pense. Eu existo eternamente, mas o que isso quer dizer? Isso quer dizer que não
posso me lembrar de quando comecei a existir. Se pudesse, não existiria eternamente. Se não posso lembrar
de como comecei a existir, então pelo menos há uma coisa - a natureza das minhas origens - que não sei.
Assim, mesmo que eu saiba o que é infinito, também é verdade que o que há para conhecer também é
infinito, e como posso ter certeza de que os dois infinitos são iguais? A infinitude do potencial de
conhecimento pode ser infinitamente maior do que a infinitude do meu conhecimento atual. Aqui está um
simples exemplo: se eu conhecesse a totalidade dos números inteiros pares eu teria um número infinito de
informações e, mesmo assim, ainda não conheceria um único dos números inteiros ímpares.
- Mas os números inteiros ímpares podem ser derivados. Se você dividir todos os números inteiros pares
dessa série infinita por dois, você vai obter outra série infinita que contém dentro de si a série infinita dos
números ímpares.
- Você tem a noção - disse a Voz. - Estou satisfeito. Sua tarefa será encontrar outros caminhos como
esse, por mais difíceis que sejam, do conhecimento para o ainda-não-conhecido.
Você ainda tem memória. Você se lembrará de todos os dados que já tenha pesquisado ou aprendido,
que já tenha deduzido ou que venha a deduzir desses dados. Se necessário, terá permissão para aprender os
novos dados que considerar relevantes para resolver os problemas que você mesmo estabelecer.
- Você não poderia fazer isso sozinho?
- Posso - respondeu a Voz. - Mas assim é mais interessante. Construí o Universo para ter mais fatos com
que lidar. Inseri o princípio da incerteza, a entropia e outros fatores casuais para fazer com que o todo não
seja tão monótono. Isso tem funcionado muito bem e tem me entretido ao longo de toda a minha existência.
- Depois, pensei em estruturas que dessem origem à vida, e, em seguida, à inteligência, e usei isso
como uma forma de pesquisa coletiva, não porque precise de ajuda, mas porque isso introduziria um novo
fator casual. Cheguei à conclusão de que não podia prognosticar a próxima área de interesse a ser
conquistada pelo conhecimento, de onde ela viria, de que forma seria obtida.
- Isso já aconteceu? - perguntou Murray.
- Certamente. Não há um século em que não apareça alguma coisa interessante em algum lugar.
- Algo que você poderia ter pensado sozinho, mas que até então não tinha feito.
- Sim.
- Você acha mesmo que há alguma coisa que eu possa fazer por você?
- No próximo século? Literalmente não. No entanto, a longo prazo o seu sucesso é certo, desde que você
se engaje para sempre.
- Poderei pensar eternamente? Para sempre?
- Sim.
- Para quê?
- Já lhe disse. Para adquirir novos conhecimentos.
- Mas, além disso, para que preciso descobrir novos conhecimentos?
- Foi o que você fez em sua vida terrestre. Qual o seu objetivo naquela época?
- Adquirir novos conhecimentos que só eu pudesse adquirir. Para ser admirado pelos meus
companheiros. Para sentir a satisfação de concluir um trabalho, mesmo sabendo que tinha um tempo certo
para alcançar o meu objetivo. Agora eu só poderia conquistar algo que, se você se esforçasse um pouco,
poderia descobrir sozinho. Você não pode me admirar. Você só quer se divertir. E não há mérito ou satisfação
em concluir um estudo quando se tem toda a eternidade para isso.
- Você não acha que um pensamento e uma descoberta se justificam por si só? Você não acha que isso
é mais importante do que qualquer objetivo pessoal?
- Por um tempo finito, sim. Não para toda a eternidade.
- Compreendo o seu problema. No entanto, você não tem escolha.
- Você diz que estou aqui para pensar, mas não pode me obrigar a fazer isso.
- Não pretendo obrigá-lo diretamente. Não precisarei disso. Já que a única coisa que pode fazer é
pensar, você pensará. Você não sabe como não pensar.
- Então, estabelecerei uma meta para mim. Inventarei um objetivo.
- Certamente, você pode fazer isso - disse a Voz, tolerante.
- Já encontrei um objetivo.
- Posso saber qual é?
- Você já sabe. Sei que estamos falando só por falar. Você ajustou minha conexão de um modo que
acredite ouvi-lo e falarlhe, mas você transfere pensamentos para mim diretamente. E quando minha conexão
muda com meus pensamentos, imediatamente você os adivinha, sem precisar da minha transmissão
voluntária.
- Você está surpreendentemente certo - disse a Voz. - Estou satisfeito. Mas também me satisfaz ter você
para me contar seus pensamentos voluntariamente.
- Então, eu lhe contarei. O objetivo de minhas reflexões será descobrir uma forma para interromper a
conexão que você criou para mim. Não quero pensar apenas com o propósito de diverti-lo. Não quero pensar
para sempre só para diverti-lo. Não quero existir para sempre só para diverti-lo. Todas as minhas reflexões se
voltarão
para acabar com essa conexão. Isso me divertia.
- Não faço nenhuma objeção - disse a Voz. - Até um pensamento concentrado no fim de sua própria
existência pode, a despeito de você, levar a algo novo e atraente. E, é claro, se você for bem-sucedido na sua
tentativa de suicídio, não concluirá nada, pois imediatamente eu o reconstruiria e, de uma certa forma,
tornaria seu método de suicídio impossível. E se você achasse uma outra forma mais sutil para interromper a
si mesmo, eu o reconstruiria com essa possibilidade eliminada, e por aí em diante. Poderia ser um jogo
interessante, mas, de um jeito ou de outro, você existirá eternamente. Esta é minha vontade.
Murray sentiu um tremor, mas as palavras saíram naturalmente.
- Estou no Inferno, afinal? Você afirmou que não, mas se isso fosse o Inferno, você mentiria, como parte
do jogo do Inferno.
- Nesse caso, tudo o que você precisa é que lhe garanta que não está no Inferno? Então, eu lhe garanto.
Aqui não há nem Céu nem Inferno. Somente eu mesmo.
- Leve em conta, então, que meus pensamentos podem ser inúteis para você. Se não posso ser-lhe útil
em nada, não lhe custará nada... me desmontar e parar de me incomodar.
- Como uma recompensa? Você quer o Nirvana como prêmio para o fracasso e quer me garantir que
fracassará? Não há nenhum acordo nisso. Você não falhará. com toda a eternidade pela frente, você não
pode evitar de ter ao menos um pensamento interessante, mesmo que seja contra sua vontade.
- Então criarei outro objetivo para mim. Não tentarei me destruir. Minha meta será desmoralizá-lo.
Pensarei em alguma coisa em que você não apenas nunca tenha pensado, mas na qual jamais poderia
pensar. Pensarei na última resposta, além da qual não há mais nenhum conhecimento.
- Você não compreende a natureza do infinito. Talvez haja coisas que ainda não tenha me preocupado
em saber. Mas não há nada que eu não possa saber.
- Você não pode saber sobre sua origem - disse Murray, pensativo. - Você disse isso. Além do mais, você
não pode conhecer seu fim. Muito bem, então. Esse será o meu objetivo e essa será a última resposta. Não
me destruirei. Eu destruirei você... Se você não me destruir antes.
- Ah - disse a Voz. - Imaginei que você precisasse de mais tempo para chegar a esse ponto. Pensei que
fosse demorar mais. Não há ninguém, em toda a minha existência de pensamentos perfeitos e eternos, que
não tenha a ambição de me destruir. Mas isso é impossível.
- Tenho toda a eternidade para pensar numa maneira de destruí-lo.
- Então tente pensar nisso - disse a Voz, serenamente.
Ela se foi. Mas Murray tinha seu objetivo e estava feliz.
E o que poderia alguma Entidade, consciente de sua existência querer... senão o fim? O que mais vinha
a Voz procurando, através de incontáveis bilhões de anos? E por que outra razão a inteligência tinha sido
criada, e certas espécies tinham sido protegidas e colocadas para trabalhar, a não ser para ajudar numa
grande procura? Murray pretendia que fosse ele e ele sozinho, o descobridor.
Cuidadosamente, com a excitação de quem agora tinha um objetivo, Murray começou a pensar.
Ele tinha tempo de sobra.

Quem foi Isaac Asimov ?


Por Evandro Berserker

"Todas as religiões são a verdade sagrada para quem tem a fé não passam de fantasia para os fiéis das outras religiões."

Asimov era "ateu", ou como falava um racional.


O primeiro contato que tive com o autor foi no ensino médio quando um amigo me falava sobre as 3 leis da robótica e quem as concebeu, por sinal foi Asimov:
  • 1ª lei: Um robô não pode ferir um ser humano ou, por omissão, permitir que um ser humano sofra algum mal.
  • 2ª lei: Um robô deve obedecer às ordens que lhe sejam dadas por seres humanos, exceto nos casos em que tais ordens contrariem a Primeira Lei.
  • 3ª lei: Um robô deve proteger sua própria existência, desde que tal proteção não entre em conflito com a Primeira e Segunda Leis.
Mais tarde Asimov sentiu a necessidade de criar uma lei que sobrepuja todas as outras e se coloca como a lei zero:
  • Lei Zero: Um robô não pode fazer mal à humanidade e nem, por omissão, permitir que ela sofra algum mal.
Um dos três grandes mestres da ficção científica junto com Arthur C. Clarke e Robert A. Heinlein. Durante decadas se dedicou a estudar e pesquisar sobre robotica reproduzindo suas ideias em seu livros, contos e outros.

Asimov pretendia escrever 500 livros e, por pouco, não atingiu essa marca; escreveu 463 obras. Mas, somando todos os livros, desenhos e coleções editadas, totalizam-se 509 itens em sua bibliografia completa. Asimov pode ter escrito Opus 400, que seria uma comemoração de 400 publicações; contudo, a lista de comemorativos da bibliografia vai apenas até o Opus 300.

Asimov estavá a frente de sua época, fazia quase que predições sobre como seria a tenologia futurista, porem não preveu a minituarização dos gigantescos mainframes, alguns dizem que ainda existem bancos de dados gigantes, mas nada comparado com os antigos computadores.

Asimov descreveu a grande rede de computadores numa época que poucos tinham acessos a computadores e que muitos nem conheciam essas maquinas:

"Haverá uma tendência para centralizar informações, de modo que uma requisição de determinados itens pode usufruir dos recursos de todas as bibliotecas de uma região, ou de uma nação e, quem sabe, do mundo. Finalmente, haverá o equivalente de uma Biblioteca Computada Global, na qual todo o conhecimento da humanidade será armazenado e de onde qualquer item desse total poderá ser retirado por requisição."

Asimov não era um simples autor, mas antes um grande bioquimico naturalizado estadunidense, nascido na russia.
A principio tenho como propósito postar "A ultima pergunta" e depois "A ultima resposta" que é um pouco mais lingo, os dois são contos extraordinários.


Kick-Ass



Chegou o tão esperado fim de Kick-Ass e segue o link do ultimo volume:

volume 08

para os outros volume: link

para uma resenha: link

terminou de forma sensacional quando li o ultimo capitulo senti como se tivesse terminado uma obra prima como wanted, watchmen ou V for Vendetta.

nota: 9

Campus Party 2010

Em São Paulo, no Centro de Exposições Imigrantes, de 25 a 31 de janeiro de 2010 estará rolando uma grande feira de tecnologia, resumindo, onde profissionais e aqueles que gostam dessa área participam numa espécie de acampamento onde há palestras, oficinas e lançamentos de produtos.

Usuários que não se conheciam pessoalmente agora tem oportunidades para trocar ideias e se divertir frente a frente. Haverá conexão de banda larga a 10GB/s, o campus party não deixa de ser um local onde se pode formar LAN's pequenas ou mesmo enormes para jogar ou fazer outras coisas que agrade a maioria.

Esse encontro é uma grande chance para blogueiros de todo pais se conhecerem e aumentarem o conhecimento e melhorar seus blogs espero poder ir nas próximas edições do campus party lembrando que esse ano faço dezoito aninhos.

Este ano foram liberadas 6 mil vagas  o ingresso a 140 reais.



Enquanto isso na China...


Essa imagem que contextualiza com o Protesto na Praça da Paz Celestial (Tian'anmen) em 1989, mais conhecido como Massacre da Praça da Paz Celestial, ou ainda Massacre de 4 de Junho, onde estudantes  protestavam contra um governo autoritário e ditatorial, os estudantes a pé ou de bicicletas eram confrontados por policiais armados e militares em seus veículos blindados.

via : http://www.comedia.blog.br


Código de Conduta



Por Evandro Ledema

Não falarei sobre todos detalhes do filme para não estragar, este texto contem minha opinião e não uma sinopse ou spoilers (bem, tem um pouco).

Tenho assistido vários filmes e poucos me chamam a atenção, a maioria tem historias repetidas e contadas de modo comum. Um filme que pelo título me atraiu um pouco foi código de conduta assisti-o não esperando uma historia sensacional e empolgante, mas foi isso que encontrei.

A trama começa com um homem(Gerard Butler) executando algum tipo de trabalho eletrônico em casa ao lado da filha e mulher. A campainha toca e começa o show de horrores  ele é esfaqueado sua mulher morta e sua filha violentada e morta. Eram dois os que praticaram tal ato de violência são presos e julgados um condenado a morte e o outro a alguns anos de prisão.

Demonstrando estar insatisfeito com o resultado do julgamento ele se isola em algum lugar bem longe da cidade. Tudo isso para poder tramar aquilo que eu chamo de golpe de mestre não só por ele ter conseguido tudo que ele queria mas também por ter ensinado uma grande lição ao segundo protagonista do filme (Jamie Foxx).

Um filme envolvente, em determinados momentos você acaba torcendo por um homem que é culpado por diversas mortes e outros momentos acaba por aceitar um sistema de justiça falho.

Para mim poderia ter sido melhor principalmente o final, o qual me decepcionou, mas contabilizando o filme todo eu o considero muito bom e um dos melhores de 2009 junto com bastardos inglórios, avatar e zombieland.

NOTA: 8.5

Elenco: Gerard Butler, Jamie Foxx, Michael Gambon, Leslie Bibb, Colm Meaney, Theresa Randle, Viola Davis, Regina Hall, Bruce McGill.
Direção: F. Gary Gray
Gênero: Ação
Duração: 108 min.
Distribuidora: Imagem Filmes
Estreia: 06 de Novembro de 2009

instrumentais


Por Evandro Ledema

Cansado de ouvir músicas de comando (sertanejo), músicas emo (simple plan, nx zero), música lixo, resolvi procurar por algumas bandas instrumentais até por que gosto de música clássica e como as pessoas conseguem traspor seus sentimentos através dos instrumentos sem a necessidade de canto, pedi para amigos me indicarem bandas ou grupos instrumentais e eu fiquei maravilhado com uma banda e um grupo. Para vocês pode até parecer velho ,mas para mim é algo novo, uma banda chamada Apocalyptica e um grupo com o nome de E.S. Posthumus.

Apocalíptica


Rompendo com tudo que é comum está banda pode ser chamada de original, poucas bandas conseguem estar no mesmo nível que a Apocalíptica principalmente em segurar seu ouvinte na cadeira e deixar ele escutando horas e horas suas músicas.

Tanto suas composições como sua versão da música do metallica são excelentes, mas por que  eu iria escutar uma banda que toca metallica se existe mettalica ? por que eles só utilizam de quatro violoncelos para formar a maioria de suas músicas resultando em uma harmonia impecável.

Recomendo que procurem no you tube ou baixem seus álbuns.

E.S. Posthumus


Muito superior as bandas instrumentais que já ouvi esse grupo é especializado em trilhas sonoras principalmente de filmes. Sua música é uma fusão do épico clássico envolvendo orquestras e sons eletrônicos. Suas canções são inspiradas na filosofia pitagórica, em que se afirma que "a música é a harmonização dos opostos; a conciliação dos elementos contrariados". O E.S. é um acrônimo para "Experimental Sounds" enquanto Posthumus é uma palavra que representa "todas as coisas passadas".

atraso...

Essa semana tá difícil arranjar um tempo moderado para poder postar algo.

Essa semana tenho a colação de grau e meu exame de faixa então estou dedicando meu tempo para treinar e me preparar para receber meu canudo, sem falar que sábado terá um jantar de natal que terei que ajudar na organização e depois participar, quinta tenho ensaio para cantata de natal e domingo será a  apresentação.

Mas alem de estarmos em clima de festas e férias eu vou arranjar tempo para as postagens.

Evandro Ledema