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Várzea Grande e o 15 de Maio

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha



Para quem não sabe, hoje, 15 de maio, é  aniversário de Várzea Grande, a cidade mais dinâmica de Mato Grosso... Hoje um dia especial, um dia que tem tudo para ser bonito, infelizmente é um dos dias mais tensos na cidade!
Para começar, pelo fato de ser aniversário da cidade, o ônibus é de graça, ou seja, o bicho fica solto... é muita adrenalina pegar o busão, os "abas retas" estão em todos os lugares, em todos os ônibus, eles estão pendurados em todos os pontos...a cidade respira os abas retas..
Como o ônibus é de graça uma vez por ano, eles aproveitam, e fazem a festa...acham que estão por cima, acham que são a última bolacha do pacote, eles só andam em grupo, parecem animais!
E você sabe amigo leitor, que quando alguém está sozinho, por mais que ele veja uma pedra, a pedra será pedra, agora, se estiver em dois, ele já pensa que a pedra pode beijar a janela, e quando está em bando...sem comentários!! Eu não gosto nenhum pouco desse tipo de pessoas!
Pessoas que acham que ser idiota é legal, pessoas que acham que ser estúpida é bacana e louvável, pessoas que não se importam com o linguajar... acredito também que são pessoas que não se importam nenhum pouco com a educação!
Uma coisa que eu notei na faculdade foi que lá existe  muita diversidade, na faculdade existe todas as tribos, exceto uma: a dos abas retas! Será porque?
Olha amigo leitor, se você é aba reta, me desculpe mas eu não vou muito com o jeito que vocês agem quando estão em grupo...sempre desrespeitoso!
Enfim, minha opinião!
15 de maio é o pior dia para se pegar ônibus, os animais estão todos soltos!

Educação Brasileira- A piada

Por Caio Auguisto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha



         
 Esta semana o fantástico fez uma bela reportagem sobre a educação brasileira e sua situação, isso mesmo, o fantástico fez uma bela reportagem, algo que é incrível, já que ultimamente eu não aguentava mais ouvir sobre o casamento real.
          Todos nós sabemos a realidade da educação brasileira, é, todo mundo sabe, eu, você e o vizinho sabemos da porcaria que é a nossa educação, sabemos a merda que nossos filhos e irmãos aprendem todos os dias, enfim, sabemos que nada sabemos. As universidades públicas é direito de todos, mas como entrar? A lógica funciona mais ou menos assim, você estuda a vida toda em escola pública para quando chegar no nível superior ter um dinheirinho guardado e assim poder  pagar a sua universidade particular; do outro lado, existe aquele que por sua vez, estudou a vida toda em escola particular para que quando chegasse ao nível superior tivesse a capacidade de fazer um bom vestibular e passar em uma universidade pública.
           Lógica esquisita, não é?! Mas é assim que funciona, querendo ou não, a escola pública não é capacitada em nenhum  sentido para oferecer uma boa educação. E no fim, a culpa é do professor que não é "capacitado". Paremos de ser passivos, vamos ser ativos. Chega de mediocridade em nossa educação! Agora, para tentar disfarçar, o governo aprova o REUNI, programa onde o governo oferta mais vagas para as  universidades. No entanto, essas vagas são voltadas mais para os alunos de escolas públicas com o intuito de aumentar assim a participação, e tentar reduzir a taxa de evasão. Porém é preciso saber que o aumento de vagas não é garantia de uma menor evasão, pois como sabemos, o ensino público(fundamental e médio) é de baixa qualidade, sendo assim, há uma grande diferença, em outras palavras, há um choque de realidade entre a universidade pública e o ensino nas escolas pública; e na faculdade só sobrevive o mais preparado, logo, o aluno que veio de uma escola pública vai ter muita dificuldade, já que ele não possui muita base do ensino médio, algo que é fundamental. Sendo assim, a chance de ele ser desistente do curso de graduação é muito grande. Portanto, o programa falha nesse ponto por tentar corrigir a educação no ensino superior e não tentar corrigí-la na alfabetização ou ensino fundamental I.



            O outro problema é o fato de se ofertar muita vagas, aumentando o número de alunos e não aumentar o espaço físico e o número de professores. Estão só prezando pela parte quantitativa e esquecem da qualidade do ensino.
           Eu sou abertamente revoltado com a educação brasileira,  e sabe porque? Porque ainda continuam a eleger lixos como esses que hoje nos governam...E infelizmente isso não vai mudar tão cedo, porque a educação que eles nos ofertam ainda nos mantém no cabresto..E depois reclamamos de nossa situação!
 Poupe-me!


         

O Esquadrão da Morte dos EUA

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, vulgo Sukinha









Desde a Guerra do Vietnã, a sociedade - especialmente a americana - aprendeu que a Imprensa ir a guerra pode ser chocante, e até decisivo. Por mais chocantes que possam ser números de soldados mortos, de gente mutilada e outras atrocidades, sem uma aproximação narrativa quase literária e emocionante pra contar ao menos uma dessas histórias, todo o choque se vai. Em outras palavras: cada história de guerra detalhada é mais importante que todas elas juntas e agrupadas na forma de números indistintos, os jornalistas devem ser como uma lupa ao mostrar aspectos que as próprias forças militares preferem esconder.
Ver a sempre chocante foto de Kim Phuc correndo, nua, fugindo de um bombardeio de napalm, é muito mais impactante do que ler a frase “o exército dos EUA pulverizou uma vila vietnamita com napalm” - frase que provavelmente viria acompanhada de uma tentativa de justifica-la. O mesmo pode ser dito da política. Richard Nixon cometeu crimes muito piores que Watergate, mas foi só quando a história foi detalhada como deveria, que os olhos da sociedade foram abertos.

O problema da relação imprensa-Forças Armadas é que geralmente os jornalistas recebem somente informações do próprio Exército, se tornando quase porta-vozes dos militares. Cobrir guerra é caro, dispendioso, e quando feito de forma independente - sem a logística do exército pagando os custos - exige repórteres quase insanos, como a trupe vista em A Caçada, filmaço com Richard Gere. Fora que se suas reportagens desagradarem os EUA… a sua sede de imprensa pode ser sumariamente bombardeada “acidentalmente” por forças aliadas, como experimentou a Al-Jazeera no Iraque.

O último veículo que conseguiu romper  - duplamente - essa relação às vezes incestuosa deimprensa-de-quatro-para-forças-militares foi a revista Rolling Stone, dando mostras que ainda tem fôlego para experimentar o jornalismo contracultural que marcou suas primeiras décadas de vida. Em junho do ano passado a revista publicou o artigo Um general com idéias muito próprias, escrito pelo editor-contribuinte Michael Hastings, que pintou um quadro nada lisonjeiro de Stanley McChrystal, principal general de Obama na terra do Taliban. O resultado é que assim que a matéria foi publicada, McChrystal tomou um pé na bunda e foi substituído por David Petraeus.
Agora o tiro é ainda mais pesado. Chamada Kill Team (escrita por Mark Boal, roteirista de Guerra ao Terror), a nova reportagem da revista não mostra burrices de burocratas e comandantes preguiçosos - como na excelente reportagem Killer Elite, de Evan Wright, também da Rolling Stone -, mas sim um relato detalhado das ações de uma trupe de assassinos que só pretendia achar alguns seres vivos para matar - inimigos ou não. E ao final dos assassinatos, ainda tiravam fotos e mutilavam suas vítimas em busca de troféus.
Todos os episódios descritos na matéria aconteceram nos cinco primeiros meses do ano passado. “O plano era matar pessoas, senhor”, disse o soldado soldado Jeremy Morlock, 22 anos, no início do seu julgamento iniciado no dia 23 de março, acusado de assassinar três civis afegãos que não portavam qualquer arma. Ao fim do julgamento, ele recebeu a sentença de 24 anos de prisão após concordar em testemunhar contra quatro colegas do pelotão - chamado 3º Pelotão da Companhia Bravo - que atuava na província de Kandahar, no Afeganistão. Eles eram conhecido como o Kill Team (Equipe da Morte). Seus superiores alegavam não saber dessas atrocidades, mas a realidade mostrada pela reportagem parece ser outra, com soldados fotografando cada assassinato cometido, e ainda tendo tempo para editar um vídeo em que metralham um afegão com um helicóptero e inserem uma trilha sonora roqueira no meio.
Ao mesmo tempo em que se fazia de desentendido, os militares mais graduados se esforçavam para impedir que o caso chegasse a sociedade, procurando parentes de militares e confiscando câmeras e vídeos. Após a divulgação da revista alemã Der Spiegel, os militares fizeram um pronunciamento, onde afirmaram que as fotos  “são repugnantes para nós enquanto seres humanos e contrárias aos procedimentos e valores dos Estados Unidos”. Imediatamente o coronel Thomas Collins foi nomeado para preparar as cortes militares para julgar os outros envolvidos nas atrocidades.
O maior medo dos americanos é uma nova onda de instabilidade no Afeganistão, onde as fotos devem ter um impacto muito maior quando forem divulgadas por lá, e provavelmente dificultarão ainda mais a continuidade do governo corrupto de Hamid Karzai.


Tudo começou em 15 de janeiro, quando o pelotão saiu de sua base em Ramrod e foi caçar talibans na vila de La Mohammad Kalay, escondida em meio a plantações de ópio. Mas a frustração foi evidente: nada de militantes, só fazendeiros desarmados. Antes, entre conversas e brincadeiras, componentes do pelotão haviam decidido: matariam na próxima incursão do grupo, nem que as vítimas fossem civis.

“Enquanto os oficiais do 3º Pelotão conversavam com um ancião dentro de um armazém, dois soldados [Jeremy Morlock e Andrew Holmes] se distanciaram da unidade até chegar ao extremo da vila. Lá, em uma plantação de ópio, eles começaram a procurar alguém para matar”, afirma a reportagem, com base em dados de investigação das próprias Forças Armadas.
"O consenso geral era que, se nós estamos indo fazer algo realmente louco, não queríamos ninguém por perto para testemunhar isso", relatou mais tarde um dos soldados.
Após algumas andanças tediosas, a dupla escolhe Gul Mudin como alvo, que estava por ali arando a terra, longe da vista de todos. Gul era um adolescente de 15 anos - Morlock tinha 21, e Holmes tinha 19 -, e recebeu a ordem de ficar parado. Ele obedeceu. Os soldados covardemente correram para trás de uma parede de tijolos e jogaram uma granada nele, ao mesmo tempo em que cuspiram uma saraivada de balas com um fuzil M4 e uma metralhadora- padrão das Forças Armadas. Morlock ainda teve o sangue frio de correr e berrar no rádio, simulando um embate genuíno.
“Quando um sargento perguntou aos soldados o que tinha acontecido, Morlock disse que o garoto estava prestes a atacá-los com uma granada”, relata outro trecho da matéria.
A história era tão mal contada - o menino era muito novo, estava sozinho, não tinha armas, o lugar não tinha pontos de esconderijos, talibans geralmente não atacam de dia - que o capitão Patrick Mitchell, que a ouviu, duvidou. "Eu apenas pensei que era estranho que alguém iria vir para cima e jogar uma granada na gente", disse Mitchell depois aos investigadores. Mesmo com a suspeita, Mitchell não ordenou que fosse despendida ajuda ao garoto, mas ao invés disso, emitiu uma ordem ao sargento Kris Sprague para que “se certificasse que ele estava morto”. Sprague armou um rifle e atirou duas vezes na cabeça do menino.
Durante seu julgamento, Morlock afirmou que Gul “não representava nenhuma ameaça”. Antes da chegada dos seus superiores, o soldado ainda teve tempo de fotografa-lo e cortar seu dedo mindinho para levar como recordação. Os outros o seguiram, e tiraram fotografias junto ao corpo, num bizarro ritual de sadismo, que ainda quebrava o protocolo oficial do Exército dos EUA.
A reação dos líderes militares não poderia ser mais padronizada. Morlock não foi punido -guerra é guerra, né… como dizem os ultraconservadores metidos a polícia do mundo - de forma alguma, e o entusiasmo adrenalinesco do episódio acabou dando força para o Kill Team assassinar mais quatro civis nos meses seguintes. A direção do Exército classificou os episódios envolvendo o 3º Pelotão como perpetrados por uma "unidade de malfeitores, operando sem o conhecimento de seus superiores”. Promotores militares estabeleceram um cerco informacional ao redor de toda a Bravo, e seus soldados foram impedidos de dar entrevistas.
Mas, os registros que a Rolling Stone teve acesso, mostravam outra coisa. Dúzias de pequenos grupos formavam outros Kill Teams, “operando abertamente”, com os superiores deles fingindo que nada estava acontecendo. A investigação tratou ainda de confirmar que os soldados efetivamente sabiam que  aquela conduta era ilegal.


Esse é apenas o trecho inicial da reportagem, há muito mais por lá, e Eu recomendo que leiam tudo, caso tenha estômago. Há também diversas fotos e dois vídeos revoltantes, com uma emboscada a um motociclista, e outro com os soldados metralhando dois afegãos num ataque área numa aérea descampada - estômagos AINDA MAIS fortes são exigidos aqui.
É só clicar no link abaixo e conhecer o submundo da guerra que todos sabem que existe, mas poucos têm a coragem de mostrar.

 [Via Rolling Stone]

Coppola se pronuncia sobre "os novos rumos da arte"

Nós precisamos ser espertos nesses assuntos. É preciso lembrar que há míseros cem anos, e olhe lá, os artistas trabalham com dinheiro. Artistas nunca tiveram dinheiro. Artistas tinham um patrono, seja ele o líder do estado ou o duque de algum lugar, ou a igreja, ou o papa. Ou eles tinham outro emprego. Eu tenho outro emprego. Eu faço filmes. Ninguém me diz o que eu tenho que fazer. Mas eu faço meu dinheiro na indústria do vinho. É ter um outro emprego e acordar às cinco da manhã para escrever seu roteiro.
Essa ideia de que o Metallica ou qualquer outro cantor de rock tem de ser rico é algo que não necessariamente vai acontecer daqui para frente. Porque, como estamos entrando em uma nova era, talvez a arte seja gratuita. Talvez os estudantes estejam certos. Eles devem ter o direito de baixar músicas e filmes. Eu vou levar um tiro por dizer isso. Mas quem disse que a arte custa dinheiro? E, portanto, quem disse que os artistas têm que ganhar dinheiro?
Nos velhos tempos, há 200 anos, se você fosse um compositor, o único jeito de ganhar dinheiro era viajando com a orquestra e sendo o condutor, para assim ser pago como um músico. Não havia registros. Não existiam royalties de registros. Então eu diria: “tente desconectar a ideia de cinema com a ideia de ganhar a vida e dinheiro”. Porque há soluções ao redor disso.
A fala acima é do mestre (hoje pouco produtivo) Francis Ford Copolla, diretor de clássicos do naipe da trilogia O Poderoso Chefão, Apocalypse Now e A Conversação.

Não posso dizer que concordo com ela inteiramente, a dinâmica do mundo mudou bastante, e creio que parte dessas mudanças de certa exigem que artistas recebam por seus trabalhos. Fora que para Coppola é fácil falar, já que tira uma boa grana com vinhos e viveu na seminal e produtiva década de 70. Mas mesmo concordando que artistas merecem remuneração pela arte deles, não concordo com a extremada industrialização que as artes alcançaram principalmente nos EUA, com executivos que mais se assemelham a mafiosos e gastos infindos com uma tropa de advogados que só servem pra ameaçar cinéfilos/fãs de música que querem baixar gratuitamente os produtos pela internet. Considero que tudo deve possuir um equilíbrio e não é isso o que está ocorrendo hoje.
E no fim, usando a prova-mestre, dá pra imaginar se a industrialização está fazendo bem a arte: a arte melhorou ao longos das décadas, quando as leis de royalties e copyright ficaram mais rígidas? Pense nisso e opine!


via(gizmodo)

Sisu, meu desgosto mais gostoso

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, vulgo Sukinha



Sisu, 
Oh Sisu como você me desaponta
Lhe dei  uma chance 
Lhe dei duas chances
Mas você insiste em ser desse jeito
Não sei o que fazer,
Como vou sobreviver?
Estudar?
Não aguento mais!
Chorar?
Não suporto mais
Reclamar?
Para quem? Tiririca?
Oh Sisu!
Nosso amor é bandido!
Tu sabes disso, sabes que eu não te amo
Também sabes que eu não te adoro
Também sabes que eu te odeio
Mas sabes que no fundo, no fundo
Eu não sei viver sem você
Tu és o meu calvário mais esperado
Tu és o meu desgosto mais gostoso
Enfim,
Não desistirei de tu Sisu!

A difícil missão de Dilma Rousseff


Para Rillyenne, minha grande amiga!

"Dilma faz isso, Dilma faz aquilo... Dilma, corta o cabelo! Dilma se maquia mais rosadinha! Dilma você está sem emoção, tem de passar mais verdade... Dilma, seu sorriso não está sincero... Dilma isso, Dilma aquilo..."
(Coitada da pobre senhora que, canhestramente, segue as ordens do patrão e dos petistas que a usam para ficar eternamente em seus buraquinhos ou para realizar o que seria a torta caricatura de um vago socialismo, que não passa de uma reles aliança com a banda podre do PMDB.)
"Dilma, não fale nada de novo sobre aborto que você já deu uma entrevista na TV e agora não adianta desmentir. Dilma, ajoelha, isso, sei que está cansada, mas ajoelha e faz cara de religiosa devota de Nossa Senhora Aparecida; Dilma, eu sei que você é ateia, que para você a religião é o ópio do povo, mas, dane-se, ajoelha e reza, mas não fica com a cara muito em êxtase feito uma madre Teresa de Calcutá, não, que eles desconfiam. Dilma, levanta e vai confessar e comungar, mas não conte tudo ao padre, não, porque esses padres de hoje não são confiáveis e podem fazer panfletos. Dilma isso, Dilma aquilo!... Sei que foi duro para você, bichinha, ser preterida pela Marina, tão magrinha, uma top model do seringal , sabemos de tudo que você tem sofrido, mas você é uma revolucionária e tem de aguentar as intempéries para garantir os empregos de tantos militantes que invadiram esse Estado burguês para "revolucionar" por dentro. Viu, Dilma? Feito ensinou aquele cara italiano, que os comunas vivem falando, o tal de Gramsci... só que nosso Gramsci é o Dirceu.... ah ah... Você tem de esquentar minha cadeira ate 2014, pois você acha que vou ficar de pijama em São Bernardo?"
Aí, chegam os marqueteiros, escondendo sua depressão, pois o segundo turno não estava em seus planos de tomada do poder:
"Dilma, companheira, esculacha bem o FHC e o Serra , pois você pode inventar os números que quiser, porque ninguém confere. Diz aí que nós tiramos 28 milhões de brasileiros da miséria! Claro que é mentira, pô, mas diz e esconde que foi o governo do FHC que inventou o Bolsa Família e negue com todas as forças se disserem que o Plano Real tirou 30 milhões da faixa de pobreza, quando acabou com a inflação. Esqueça no fundo de tua mente que a inflação só ameaçou o Plano Real quando Lula barbudo ia vencer... Mas, quando o Duda escreveu a cartinha do Lulinha "paz e amor", a inflação voltou ao normal.
Dilma, você tem de negar em todos os debates que o PT tentou impedir o Plano Real no STF, assim como não assinou a Constituição de 88 para não compactuar com o "Estado burguês"; todos têm de esquecer que fomos contra a Lei de Responsabilidade Fiscal, que demos força a todos os ladrões que pudemos para manter as alianças para nosso poder eterno, pois as ordens do companheiro Dirceu ("sim, doutor Dirceu, como está? Estamos ensinando aqui à dona Dilma suas recomendações...") eram: atacar tudo do governo FHC, mesmo as coisas inegavelmente boas. Dilma, afirme com fé e indignação que as "privatizações roubaram o patrimônio do povo", mesmo sabendo que a Vale, por exemplo, quando foi privatizada em 97 valia 8 bilhões de reais e que hoje vale 273 bilhões, que seu lucro era de 756 milhões e que agora é de 10 bilhões, que seus empregados eram 11 mil e que agora emprega 40.000. Mesmo sabendo que a Embraer entregava 4 jatos em 97 e que agora entrega 227, que a telefonia não existia na Telebrás e que agora quase todos os brasileiros têm celular. Não podemos divulgar, mas a telefonia privatizada aumentou o número de telefones em 2.500 por cento... Isso. Mas, não diga nada... Pode citar número quanto quiser que ninguém confere... diga que os municípios têm saneamento básico, quando metade deles não tem esgoto nem água tratada, depois de nossos oito anos no poder... Pode dizer o que quiser. Viu o belo exemplo do Gabrielli, que ousou dizer que o FHC queria que a Petrobras morresse de inanição e que o Zylberstajn era a favor da privatização do pré-sal"? Ninguém contesta, mesmo sendo publicado o que FHC escreveu na época, dizendo que "nunca privatizaria a Petrobras". Diga sempre que a culpa é das "elite", que o povão do Bolsa acredita... Dilma, faz isso, faz aquilo... Dilma, sobe no palanque, desce do palanque..."
(Eu acho que Dilma é uma vítima. Uma "tarefeira" do narcisismo de Lula. Agora que Dilma não tem mais certeza de que vai vencer, seu semblante é repassado por uma vaga inquietude. Gente autoritária odeia dúvidas, porque a dúvida não é "de esquerda"; a dúvida é coisa de pequenos burgueses - como dizia Marx: "Pequeno burguês é a contradição encarnada." Lula também odeia dúvidas...Ele fica retumbante quando vitorioso, mas sua cara muda com fracassos. Lembram do seu pior momento, quando explodiu o mensalão?
Agora Lula está deprimido de novo, o PMDB está angustiado, querendo trair, como mostra a cara do candidato a vice-presidente, o mordomo inglês de filme de terror... Lula teme a derrota, como se caísse de volta na linha de pobreza que ele diz que interrompeu. Talvez no fundo, Dilma tema a própria vitória, porque terá de aguentar o PMDB exigindo coisas, Força Sindical, CUT, ladrões absolvidos, renunciados, cassados, novos corruptos no poder, novas Erenices, terá de receber ordens do comissário do povo Dirceu, terá de beijar e gostar do Sarney, Renan, Collor, seus aliados. Vai ter de beijar com delícia o Armadinejad, o beiçudo leão de chácara Chávez, o cocaleiro Evo, com o MST enfiando bonés em sua cabeça, vai ter de aturar as roubalheiras revolucionárias dos fundos de pensão que já mandaram para o Exterior bilhões em contas secretas.
Coitada da Dilma - sendo empurrada com a resignação militante, para cumprir ordens, tarefas, como os militantes rasos que pichavam muros ou distribuíam panfletos. Dilma às vezes dá a impressão de que não quer governar... Ela quer sossego, mas não deixam...
Como é que fazem isso com uma senhora? 



                                                                                                                                          Arnaldo Jabour

A verdadeira "estória"

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha


Quando o Desanimo bate
Quando a Preguiça chega
Quando as ideias não batem
Quando as palavras não chegam
O que fazemos?
Lutamos?
Desistimos?
Não, não e não
Nos entregamos a uma derrota certa?
NÃO
Mudamos o layout do blog
Assim criamos novas perspectivas
Recarregamos nossas energias
E isso serve para todos vocês, amigos leitores
Sei que sou jovem mas aprendi cedo a arte de recomeçar
Sempre mudem as perspectivas
Adquiram a habilidade de enxergar além dos limites do tangível
Adquiram a capacidade de se entregar uns aos outros, e assim viver as mais belas emoções
Seja feliz você também
Essa é a verdadeira Estória do Blog Marcha Para Oeste
Sempre mudamos a perspectivas
Sempre contamos com mudanças Variáveis
Sempre seremos nós mesmos

Natal, o PseudoEspírito Fraternal

Por Caio Augusto Rodrigues, Vulgo Sukinha. Para meu amigo Pedro Ivo, cujo alegria transborda e confunde o entendimento dos sábios!




Chegou o Natal, e junto com ele todo o encanto fraternal! Mentira!
Homem, pobre animal, "aprendeu a voar como pássaro, a nadar como peixe, mas não aprendeu a amar como irmão". A humanidade caminha cada vez mais em direção a insensibilidade, a indiferença, a indisposição, e a tantos outros males, que não é possível enumerá-los. Estamos anestesiados socialmente, estamos mortos espiritualmente, enfim, estamos no caos de nossas maiores emoções, perdemos a capacidade de amar , de perdoar , de chorar, de sorrir, de cantar, de sonhar, estamos presos dentro de nosso mundo, e esquecemos como o mundo de fora é encantador. Somos meros espectadores no teatro da vida! Amigos, Acordem! Vivemos para sermos o Autor do belo e maravilhoso teatro da vida, e não espectadores. Estamos no Natal, época bela e maravilhosa, onde o mundo, a parte cristã, se reúnem em festejos para comemorar uma bela data! Isso me parece hipocrisia barata, como podemos comemorar, se existem tantos outros passando fome? Como podemos sorrir se nosso irmão ao lado passa por tribulações? Como podemos ser Cristãos se as nossas crianças passam fome? Como podemos almejar um lugar ao lado direito de Deus se somos dotados de incompaixão, de inveja? Cristãos!? Não sei, mas hipócritas sim, isso eu sei.
"Penso, logo existo" bradou o poeta, parafraseando-o digo : Penso, logo choro, logo minha consciência me culpa, logo vejo que sou apenas um espírito tentando me aperfeiçoar, logo entro em desespero, por não conseguir ajudar mais de meus irmãos...enfim, a vida é efêmera, logo vamos embora, logo o nosso criador nos chama de volta, logo voltamos para o pó, logo deixamos o nosso legado!
Portanto meus amigos leitores, parem , pensem, deixe as preocupações de lado, a correria do dia-a-dia para outro momento, afinal 24 sempre foram, é e sempre será 24 horas! Pensem no que podem fazer de novo neste natal para voltar aquele espírito fraternal. Conversem com os seus filhos, descubram quem eles são, assim você amigo, seja um presente na vida de alguém, faça a diferença!
"Nenhum sucesso profissional compensa o fracasso no lar".

Profissão Político

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, vulgo Sukinha

Ano de eleição, os predadores saem da toca, os urubus reaparecem no ar, voando baixo, a espreita de uma oportunidade para se eleger. Os tucanos, querem colocar o bico em tudo,para isso não medem esforços, enquanto isso, os do partidos dos trabalhadores lutam em dizer que eles tudo fizeram pelo nosso país, além de serem "totalmente" contra FHC. Os do partido verde, lutam com o tema da moda ao lado, claro, quem melhor para falar de "ambientalismo" que o partido verde? Pena que o partido verde ainda não esta maduro para assumir tal compromisso! O PSOL, por sua vez, não desiste de tentar fazer o sol nascer redondo para o lado deles, infelizmente a previsão é de tempo nublado!
Infelizmente, o quadro político de nosso país não é o melhor possível..corrupção, depravação, imoralidade, falta de compromisso para com o povo, irresponsabilidade fiscal, enfim...
Agora é a hora da eleição, e com isso vem sempre os mesmos assuntos " Ei, amigo eleitor, você decidi o futuro da nação! você tem o poder de mudar!" e blá, blá, blá...
Hora de escolhermos os nossos queridos "ROUBADORES", opa! senadores. De decidirmos em relação aos "sepultados"(que só estão mortos quando o assunto é ajudar a sociedade), deve-se também ser escolhido os "depravadores", digo, governadores, cuja função é....alguém sabe? será que o próprio saberia?
Estou pensando seriamente em entrar na política, qualquer um está se candidatando mesmo( não é Tiririca? Se tiver dúvida, pergunte a mulher melão, ou sei lá a fruta que ela é!), infelizmente, é assim o pensamento atual. Se estiver com dificuldades financeiras, a solução é virar político ou abrir uma igreja...o dinheiro é fácil e garantido, sem falar que a jornada de trabalho é altamente "exaustiva e prejudicial", sem mencionarmos o fato que você nunca tem verba para poder utilizar em prol de si mesmo para o benefício da sociedade( afinal de contas, o que são dez mil de verba de gabinete?)

FICA ESPERTO , TÔ LIGADO!

Bem, já que estamos na merda, vou aproveitar e lançar oficilamente a minha candidatura a prefeito daqui a 2 anos; até lá já terei mais de 18 anos, além de ensino médio completo, também sei escrever e ler, minhas propostas são: Voltar todo o meu governo para a educação, saúde, tranporte, reforma previdencial, além das reformas agrárias e socias, tudo isso se for eleito... E que fique bem claro, sou contra a corrupção, e se acontecer alguma coisa em meu mandato , eu juro, eu não sabia!

CONTO COM VOCÊS! Até porque a faculdade de Física bacharelado está muito difícil, e também porque quero ter uma vida boa e digna para os meus filhos e esposa.

Nenhum sucesso na vida compensa o fracasso no lar



Por Caio Augusto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha



Não é de se assustar no mundo em que vivemos que pais e mães não tenham muito tempo para seus filhos, já que ambos trabalham mais de oito horas por dia; e por esse motivos e outros que escolas de tempo integral estão fazendo o papel de pai e mãe (pelo menos tentam).... Isso é o primeiro grande erro da família moderna.

Muitos pais passam a sua responsabilidade de educar, dar carinho atenção para escolas ou até mesmo para "amiguinhos", mas devemos lembrar que o vizinho tem príncipios e costumes bem diferentes dos príncipios que você considera como ideal; e em muitos casos podem até entrar em conflitos.

É sabido que a educação é algo que se vem de casa mas para tal é necessário que pais e mães cumpram o seu papel de educador. Se eles não cumprem quem cumprirá? Quem será os pais dessa criança? A escola? Os amigos? Os vizinhos?

Os pais e mães modernos, com o intuito de sempre estar "fortalecendo" a família, se dispõe a trabalhar por horas com o simples própósito de obter ganhos financeiros, enquanto que o seu bem mais precioso está sob o olhar de outras pessoas, cuja reputação em muitos casos é desconhecida, enfim... o que realmente importa é que o seu filho não está sob a sua proteção e cuidados. E o propósito, que inicialmente era de fortalecer o lar, acaba se tornando um tormento quando os pais veem que a confiança e o respeito de seus filhos não foram adquiridos justamente pelo fato de os filhos não verem eles como suas figuras paternas e maternas.

"Nenhum sucesso na vida compensa o fracasso no lar" David O. McCay

A ditadura da nota


Por Caio Rodrigues Sukinha 

Novos tempos , novas maneiras de ensinar, novas formas de avaliar a aprendizagem, será?

Infelizmente, o que se vê pelas escolas do Brasil aora é uma mudança muito tímida nos métodos avaliativos utilizados.

Ainda imperam na grande maioria das instituições a velha e nem tão boa prova, a ditadura da nota, maneiras ultrapassadas e pouco eficazes de dimensionar o que os alunos de fato estão aprendendo.

Por exemplo, acredito que embora todos nós( eu e você amigo leitor) sejamos muito organizados, já passamos por situações em que simplesmente pegamos um conteúdo momentos antes de uma avaliação(prova), e por mais surpreendente que pareça ser , tiramos notas excelentes, com a simples e velha decoreba, eu mesmo já fiz muitos gabaritos de provas com esse velho método da decoreba, porém para tudo que fazemos existe uma consequência, e depois de se fazer isso antes de uma prova, será que ainda lembramos o conteúdo dessa mesma avaliação  mesmo tirando uma excelente nota? Normalmente não, e porque não? Isso é simples de se responder, não lembramos do conteúdo, porque o decoramos . Caso tivéssemos estudado verdadeiramente o assunto, entenderíamos a sua lógica , e mesmo que se passassem 10 anos , ainda assim saberíamos. 

As escolas de hoje formam apenas meros repetidores de ideias, escravos de boas notas, na verdade eu era um aluno muito bom, no entanto eu já tive muitas notas ruins por justamente eu não saber o nome de uma determinada regra ou lei, mesmo sabendo como que era o funcionamento da mesma, eu não tirava uma boa nota  porque eu não sabia o nome dessa ou daquela regra, porque quase sempre as provas valorizavam a simples memorização de regras e fórmulas. A nossa memória é seletiva, ela seleciona o que é importante, o conhecimento para uma prova não é tão importante quanto o conhecimento que se pode tirar  para a vida.

Meu amigo tirava só 10 na escola, eu passei no vestibular ele não.

                                                                       A ditadura da nota

O livre arbítrio é mesmo livre?


Por Caio Rodrigues Sukinha

Questões profundas sempre foram discutidas com ênfase por vários defensores das mesmas ou até mesmo refutada por ideias de opositores inquestionáveis. Sempre temos os amigos que nos surpreendem, e por esse mesmo motivo que adoramos fazer novos amigos. Hoje, discuti com um grande amigo, sobre a questão do livre - arbítrio, bem, talvez vocês já imaginam a "merda", literalmente, que foi a discussão, a todo momento um argumento era colocado em pauta  por ambos as partes, e quando parecia que o argumento era irrefutável, outro argumento surgia, e assim uma discussão, que começou entre dois , já se compunha de mais de 6 físicos- todos normais, que fique bem claro.

Meu amigo Roberson disse : que vivemos em um mundo onde não podemos exercer livremente o livre arbítrio, em outras palavras, que todas as nossas escolhas não são totalmente livres, pois segundo ele , todos as nossas escolhas sofrem influência do meio, descaracterizando assim o livre arbítrio, pois você não fez a escolha livremente, mas sim sob influência do meio em que está.

No entanto, eu fui forçado em não concordar com essa visão (um pouco determinista). É justamente o fato de nós estarmos sob a influência do meio que proporciona-nos o nosso livre arbítrio, o que eu quero dizer , é que o fato de estarmos sofrendo pressão do meio dá-nos a capacidade de vivermos experiências e consequentemente aprendermos sobre o que é bom ou ruim para mim, segundo minha visão de conceituar o mundo, pois imagine que você vivesse no mundo onde você não estivesse sob influência dele, seria o mesmo que você viver em um estado vegetativo de como invisível, sem falar que você não poderia ter nenhum conhecimento de mundo, pois este mesmo conhecimento proporciona a capacidade de formar pensamentos logo, seria mais um fator de influência, então , segundo ele, o livre arbítrio não existe, já que nunca seremos capaz de tomar uma decisão totalmente imparcial. Mas o que eu penso é que o fato de conhecermos o mundo em que vivemos, e sabermos de suas influências sobre nós é um fator decisivo para usufruirmos do nosso livre arbítrio, pois bem, imagine que você vivesse em um lugar, desprovido de conhecimento, ou informações, e fosse dado a você a oportunidade de escolher entre um carro e um cartão de transporte de ônibus. Qual você escolheria? Eu digo que você não escolheria nada, pois você não saberia para que serve um carro, ou melhor , você nunca havia visto um carro, e em quanto o cartão aconteceria o mesmo, você não saberia para que serveria. Desta maneira viveríamos em um mundo onde não seríamos influenciados por nenhum agente externo, no entanto, sem essa influência seríamos incapaz de utilizar o nosso livre arbítrio, pois não conheceríamos o certo ou o errado, o doce  e nem o amargo, o branco ou o preto, enfim, não conheceríamos nada, então como iria utilizar  o livre arbítrio se eu nem saberia sobre as duas caras da moeda. Como utilizar o livre arbítrio se eu não sei as consequências de minhas ações?

Como usar o livre arbítrio se eu não conheço o mundo para poder fazer as minhas escolhas?

Intolerância as diferenças



Por Caio Rodrigues Sukinha

Ultimamente, tem saído muito na mídia mundial sobre algumas leis polêmicas sobre o  homossexualismo, principalmente o projeto de lei anti-homossexual para votação no Parlamento de Uganda., que prevê que qualquer manifestação de homossexualismo será penalizado com cadeia, e em alguns casos com cadeira elétrica.

Este projeto é defendido principalmente pelo  pastor ugandense Martin Ssempa, da Igreja da Comunidade Makerere.

                                                     [  minha opinião ]

Bem, eu com certeza não sou a favor do homossexualismo, pois considero o casamento entre homem e mulher uma das coisas mais importantes do mundo, uma não, considero a instituição mais sagrada do mundo, e como tal, deve ser feita entre homem e mulher  , pois somente assim pode haver uma perpetuação de gerações.........

Mas cá entre nós, qual seja o motivo usado para defender esta lei,convenhamos que estas pessoas não são em nenhum momento humanistas, pois as mesmas pessoas que defendem esta lei se consideram religiosas.... Posso não ser estudado , ou até mesmo um especialista( esta na moda ser especialista) em relacionamentos interpessoais dentro de uma religião, mas sei, que qualquer religião está fundamentada em vários alicerces, desde fé até padrões morais, no entanto, todos estes alicerces estão fundamentados sobre o alicerce do livre-arbítrio, cuja escolha é a de cada cidadão. E como tal, suas escolhas devem ser respeitadas, e se for discutida, deve ser com todo zelo e justiça, pois "aquele que confia no braço da carne perecerá"

Mas quando dentro de uma sociedade, esse poder de se expressar não é respeitado ou é violado e censurado, então, dentro dessa sociedade a tolerância não existe, portanto a fraternidade e o livre arbítrio são esquecidos, e hipocrisia e o ódio dominam o coração dos opositores, que se denominam religiosos e nem são capazes de suportar as diferenças.

Hipócritas. Falsos religiosos. Pseudo humanistas.

Se preocupam mais com os outros e se esquecem de olhar para vós mesmos.

Sou contra este projeto, não é desta maneira que impomos nosso ponto de visa e nossas reinvidicações.

O canalha

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O canalha é a base da nacionalidade. Ele é a pasta  essencial de tudo que rola na política. Ele faz a história paralítica do Brasil , ele tem a grandeza da vista curta, o encanto dos interesses mesquinhos, a sabedoria das toupeiras, dos porcos e dos roedores.

 Como todo governo, Lula precisou de alianças, mas , com a ética "revolucionária " do PT, exagerou na dose. Assim nasceu o recente canalha de fronte alta , o canalha aliado, homenageado como homem "incomum".

Antes os canalhas se escondiam pelos cantos...Hoje, desfilam orgulhosos nos congressos e ministérios.

Assim, Lula nos ensinou muito sobre o Brasil. Ele fez surgir um esplendoroso universo de fatos, de gastos , de caros, nos últimos anos. Que riqueza para a nossa consciência política! Que prodigiosa fartura de novidades sórdidas, tão fecunda quanto as belezas de nossas matas, varzeas e flores.. Toda semana temos um novo escândalo...Tivemos , claro, a superprodução do mensalão , depois o show de meias e cuecas em Brasília, temos agora os 10 picaretas do Paraná, sem contar os impunes e os esquecidos...Meu Deus, são tantos...sanguessugas .vampiros, aloprados, tantos...

Agora, já conhecemos a secular engrenagem latrinária que funciona embaixo dos esgotos, dos encanamentos, das ilusões de cientistas políticos , já vemos os intestinos da política, os súbitos aumento de patrimônio, as declarações de rendas dos corruptos, os carrões, os iates, as piscinas em forma de $, as surubas lobistas nos Lago Sul , já vemos as suas caras de furões, de cangurus, de tamanduás, vemos a sujidade, a porquidão, a esterqueira, viajando diante dos olhos nacionais. Ouvimos os clamores de "calúnias, injúrias, e difamações", as indenizações pretendidas, e a euforia guerreira de advogados chicaneiros, as promessas a jesus para proteger os salteadores, vemos as mandigas, os despachos, as galinhas mortas nas encruzilhadas, vemos os desesperos das esposas traídas, corneadas e gestantes, denunciando, por vingança, os maridos ladrões, vemos as relações sexuais rareando em Brasília e a súbita angústia  nos bares políticos , o uísque caindo mal, as barrigas murmurantes, as diarréias , as prisões de ventre, as flatulências fétidas, os vômitos de medo da polícia, tudo compondo o grande painel barroco da suja politicagem.

A "canalhogia" é uma ciência nova. Sem estudá-la não se entende o Brasil de hoje. Ela não é desvio: é a  norma. O canalha tem  400 anos: avô ladrão, bisavô negreiro e tataravô degradado.

O canalha criou o sistema brasileiro que, em troca, recria-o persistentemente: suas jogadas, seus meneios foram construindo um emaranhado de instituições que dependem da mentira. Quando o Jefferson e o Durval Barbosa abriram a boca foi um choque de realidade. Quando a verdade aparece sempre há uma catástrofe. Aí, jorra um show de mentiras ofendidas, um chorrilho de "nãos" e de "negos" : "Minha honra", "aleivosias contra mim", "Deus é testemunha..." ladrões sob o manto do candor, da pudicícica. A mentira é necessária para manter as instituições funcionando.

Estamos cercados de "pichelingues" por todos os lados - ( resolvi usar sinônimos de "canalha" para não repetir o grasnar desta feia palavra). Onde bate uma CPI, lá estão os quadrilheiros nos contemplando do fundo de arquivos , de dentro de cumbucas, se reproduzindo como bactérias.

Há um orgulho perverso no cara de pau, no "mofatrão". . No imaginário brasileiro  colonial, ele tem algo de aventureiro heróico. O larápio conhece o delicioso "frisson" saber-se olhado nos restaurantes e bordéis. Homens e mulheres veem-no com gula: " Olha, lá vai o maravilhoso vigarista sem vergonha!..."- sussurram fascinados e fascinadas por seu cinismo sorridente.

O esbulhador não se culpa; sempre tem uma razão que o absolve e justifica: uma velha vingança, um antigo castigo, uma humilhação infantil. O "chupa-sangue"  tem o orgulho de suportar a culpa, anestesiá-la - suprema inveja dos neuróticos. Ele pode roubar verbas de cancerosos e chegar em casa feliz, ao ver os filhos assistindo desenho na TV. Muitos são bons pais - pensam no futuro da família.

Gatunos e bifadores fascinam também executivos honestos porque, por mais que eles se esforcem, competentes , dedicados, sempre estarão carentes de um patrão ingrato. O trambiqueiro, não: ele pega e come, ele não espera recompensas, só ele se premia. Ele tem o infinito prazer do plano de ataque, o orgasmo na falcatrua, a delícia adrenalina na apropriação indébita.

O canalha não é o malandro - não confundir. O malandro é romântico, boa praça, o canalha é minimalista , seco. O malandro tem bom coração. O  canalha não sofre.  O canalha tem infarte; o honesto tem úlcera.

Exterminá-los é impossível. Os sacripantas, os velhacos, renascerão com outros nomes, inventando novas formas de roubar o país. Os "marraxos" são infinitos; temos de destruir suas covas e currais. Enquanto houver 20 mil cargos de confiança no país, haverá rapinantes e embusteiros; enquanto houver estatais controladas por sindicatos, fundo de pensões exposto ao roubo, haverá alfaneques e flibusteiros, enquanto houver subsídios a fundo perdido tipo Sudan ou Sudene, haverá chupistas.

E, por ironia, os ladravazes são nosso perigo e esperança. Os pelego-bolchevistas que lutam para ficar no poder, os consideram meros degraus para a "revolução", um mal necessário para basear o retrocesso estatizante , o "chavismo cordial" que querem trazer por aí. Um perigo.

Por outro lado, é tanta a sordidez dos aliados da base, que sua "malemolência" malandra vai minar  qualquer tentativa de controle excessivo de "comissários so povo" sobre a sociedade , nesse subperonismo que querem criar se chegarem ao poder de novo. A que ponto chegamos:  os canalhas são uma ridícula esperança esperança democrática.


                           Arnaldo Jabour

 

Um dia sem internet


Por Caio Rodrigues Sukinha
Meus amigos leitores, eu estou sem internet em casa por duas semanas, em outras palavras estou louco, bem, como ficar por dentro de tudo se a internet não funciona!! É DIFÍCIL.
Ma s porque é difícil? Sabemos que hoje em dia é moda ser especialista em alguma coisa, por exemplo, após as catástrofes no Rio de Janeiro estão aparecendo especialista "de tudo quanto é lado", é especialista em construções urbanas , especialista em catástrofes previstas , enfim especialista de todos os ramos e denominações "especialindicicas".
Mas onde eu estou querendo chegar? Você já parou para pensar como seria o mundo se a internet "caísse por 24 horas".
Seria um caos completo, para começar, quando você se levantasse muitas rádios estariam fora do ar , pois suas programações dependem exclusivamente da internet.
As donas de casa não poderiam assistir na íntegra Ana Maria Braga( se bem que eu acredito que a maioria não assistem, pois elas tem muito o que fazer).
Posteriormente, eu não poderia fazer as postagens no blog.






Mas isso são coisas que afetam algumas pessoas específicas , certo? Mas então vamos pegar outros exemplos, por exemplo, os sinais de trânsito seriam todos interrompidos devido a uma pane geral no sistema. O controle de tráfego aéreo seria totalmente interrompido devido a uma invalidez nos controles dos voos.

Todo tipos de pesquisas científicas ou de outros gêneros em que estão envolvidos mais de um grupo, seriam interrompidos pela incapacidade de haver troca de dados entre os grupos.

AFFFF......................é melhor eu ficar quieto, por que se não todos vão ficar pirados, pois ainda nem comecei falar dos bancos e conglomerados financeiros....

Por isso muitas informações ainda são escondidas da humanidade, pois as pessoas ainda não estão preparadas para tamanha verdade.

Mas fiquem tranquilos , logo logo, eu volto com mais verdades inconvenientes.

Porque hoje não é feriado


Por Caio Rodrigues Sukinha

O blog Marcha Para Oeste Parabeniza a todas as mulheres.

8 de março, após muitas batalhas, lutas por direitos iguais , elas, com toda as fibras de sua natureza única e incomparável conquistaram seu espaço no mundo atual. É sabido que as mulheres são melhores que os homens em várias coisas(exceto no futebol, mas se bem que a Marta.....), e isso não é ruim, para nós homens, embora muitos  tenham dificuldades em aceitar esta "dura" verdade genética; as mulheres são melhores que nós e ponto.

Mulheres há muitas, de todas as cores e de todas as idades; há mulheres da cor da amizade, da cor do Amor, da cor da mãe, da esposa, da filha e tantas outras cores que a gente nem pode lembrar.

Também as idades variam… existem as antigas, como as bruxas, as atemporais como as fadas, as temporais, que nascem em tempos atuais, chegando com a brisa do verão, com o perfume da primavera, com o Sol cálido do outono ou com o frio das neves do inverno. Enfim, mesmo assim eu ainda estou indignado.

Mesmo tendo lutado em batalhas incríveis pelo fim do preconceito, uma coisa ainda não foi conquistado por elas, sim caros leitores, ainda falta para as mulheres fechar este dia com chave de ouro, ou seja, falta hoje, 8 de março, tornar-se feriado, e eu não falo em ponto facultativo não.

É um pouco de injustiça, mas o que seria das crianças sem as mulheres, elas simplesmente não existiriam pois não teriam genitoras, ou o que seria dos pais,ou  das mães sem as próprias mulheres que um dia poderão se tornar mães, ou o que seria de mim se eu não tivesse uma mulher para me gerar, então, o que eu quero dizer é que todas as coisas que existem no mundo são graças as mulheres. Vocês(homens) podem se indagar, mas elas já tem o dia das mães! Sim , elas tem esse dia merecidamente, mas é somente as mulheres que são mães. Vamos fazer uma lógica rápida, toda mãe é mulher mas nem toda mulher é mãe logo ser mulher não é sinônimo de ser mãe, portanto o dia das mães é reservado só para algumas mulheres, mas hoje , dia 8 de março é universal, independente de ser mãe ou não , hoje o dia é de todas essas mulheres que transformam o mundo com o seu poder maravilhoso, sim um poder que não é ditador e nem opressivo, um poder que proporciona a verdadeira  paz , uma proteção forte e sem preconceitos e acima de tudo, vida. O maior dom de Deus.

Saber como é ser mulher eu não sei não, mas que deve ser muito complicado, isso com certeza é, porque para ficar lembrando os nomes daquelas maquiagens é necessário ter uma "memória de elefante", talvez aguentar a dor da depilação seja machisse de verdade, mas todas essas coisas são maravilhosamente perfeitas. Embora, nós homens, sempre reclamos da demora das mulheres com suas necessidades superfálas (mas essenciais) como a maquiagem , ou a depilação , cabeleireiro, manicure , pedicure, pó de arroz, pó de feijão, Bluss, chapinha, brilho, ENFIM, esses negócios de nomes estranhos e difíceis, mas indispensáveis, e  é justamente por esses apetrechos que nós nunca chegaremos aos vossos pés, e sabem porquê? Porque , somente  pela natureza  já somos menos evoluídos, então é fácil de se presumir que quando os acessórios são usados, nós ficamos a ver patos.

Diga sim ao feriado nacional do dia Internacional da Mulher

Parabéns a todas as mulheres


Internacionalização da Amazônia!?



Por Caio Rodrigues Sukinha

O Blog Marcha Para Oeste apoia as grandes verdades, e repudia a injustiça e o aproveitosismo de alguns países. Isso mesmo, eu estou falando dos EUA, aquele governo mesquinho que deixa o povo desinformado com pseudoverdades, como por exemplo, o debate sobre a internacionalização da amazônia, eu sou brasileiro e amazônia é só minha.

De fato, como brasileiro eu simplesmente falaria contra a internacionalização da Amazônia. Por mais que nossos governos não tenham o devido cuidado com esse patrimônio, ele é nosso. Como humanista, sentindo e risco da degradação ambiental que sofre a Amazônia, posso imaginar a sua internacionalização, como também de tudo o mais que tem importância para a Humanidade. Se a Amazônia, sob uma ótica humanista, deve ser internacionalizada, internacionalizemos também as reservas de petróleo do mundo inteiro. O petróleo é tão importante para o bem-estar da humanidade quanto a Amazônia para o nosso futuro. Apesar disso, os donos das reservas sentem-se no direito de aumentar ou diminuir a extração de petróleo e subir ou não o seu preço. Da mesma forma, o capital financeiro dos países ricos deveria ser internacionalizado.

Se a Amazônia é uma reserva para todos os seres humanos, ela não pode ser queimada pela vontade de um dono, ou de um país. Queimar a Amazônia é tão grave quanto o desemprego provocado pelas decisões arbitrárias dos especuladores globais. Não podemos deixar que as reservas financeiras sirvam para queimar países inteiros na volúpia da especulação. Antes mesmo da Amazônia, eu gostaria de ver a internacionalização de todos os grandes museus do mundo. O Louvre não deve pertencer apenas à França. Cada museu do mundo é guardião das mais belas peças produzidas pelo gênio humano. Não se pode deixar esse patrimônio cultural, como o patrimônio natural amazônico, seja manipulado e destruído pelo gosto de um proprietário ou de um país.


Não faz muito, um milionário japonês, decidiu enterrar com ele um quadro de um grande mestre. Antes disso, aquele quadro deveria ter sido internacionalizado. Durante este encontro, as Nações Unidas estão realizando o Fórum do Milênio, mas alguns presidentes de países tiveram dificuldades em comparecer por constrangimentos na fronteira dos EUA. Por isso, eu acho que Nova York, como sede das Nações Unidas, deve ser internacionalizada. Pelo menos Manhattan deveria pertencer a toda a Humanidade. Assim como Paris, Veneza, Roma, Londres, Rio de Janeiro, Brasília, Recife, cada cidade, com sua beleza específica, sua história do mundo, deveriam pertencer ao mundo inteiro. Se os EUA querem internacionalizar a Amazônia, pelo risco de deixá-la nas mãos de brasileiros, internacionalizemos todos os arsenais nucleares dos EUA. Até porque eles já demonstraram que são capazes de usar essas armas, provocando uma destruição milhares de vezes maior do que as lamentáveis queimadas feitas nas florestas do Brasil. Nos seus debates, os atuais candidatos à presidência dos EUA têm defendido a idéia de internacionalizar as reservas florestais do mundo em troca da dívida.

  Comecemos usando essa dívida para garantir que cada criança do mundo tenha possibilidade de ir à escola. Internacionalizemos as crianças tratando-as, todas elas, não importando o país onde nasceram, como patrimônio que merece cuidados do mundo inteiro. Ainda mais do que merece a Amazônia. Quando os dirigentes tratarem as crianças pobres do mundo como um patrimônio da Humanidade, eles não deixarão que elas trabalhem quando deveriam estudar; que morram quando deveriam viver. Como humanista, aceito defender a internacionalização do mundo. Mas, enquanto o mundo me tratar como brasileiro, lutarei para que a Amazônia seja nossa. Só nossa.

                            Cristovam Buarque

O importante é a beleza interior


Eu não bebo, e porquê? É simples, primeiro eu tenho alguns padrões, não quero dizer que você que bebe não tenha padrões, só estou dizendo que os meus hábitos são diferentes dos hábitos teus.

Mas um dos principais motivos para eu não beber é o fato de eu não gostar de divertir os outros, você já percebeu que quando alguém está um pouco alterado ele é divertido , alegre , extrovertido , pra frente, até começa a chegar nas meninas, coisas que em sã consciência jamais faria.

Mas um dos principais motivos para eu não querer divertir os outros é o fato de que eu tenho comigo uma coisa que está cravada em meu coração, assim como o amor pela escrita, eu tenho em meu coração algo que eu levo para todos os lugares, é o seguinte " não fazer nada que envergonhe a mim, nem aos meus amigos e nem aos meus familiares".

Só por isso que eu não bebo, e claro, não podemos ser hipócritas ou meninos inconstantes que acham que não sabem o que estão fazendo ou fingem não querer acreditar nas consequências de seus atos, todos nós sabemos que a bebida faz mal para o corpo, por isso eu também não bebo.

Livre-arbítrio amigo!

O preconceito nosso de cada dia


Por Caio Rodrigues Sukinha

O preconceito nosso de cada dia


Preconceito, nunca!

Temos apenas opiniões bem definidas sobre as coisas. Preconceito é o outro quem tem...

Mas, por falar nisso, já observou o leitor como temos o fácil hábito de generalizar (e prova disso é a generalização acima) sobre tudo e todos? Falamos sobre “as mulheres”, a partir de experiências pontuais; conhecemos “os políticos”, após acompanhar a carreira de dois ou três; sabemos tudo sobre os “militares” porque o síndico do nosso prédio é um sargento aposentado; discorremos sobre homossexuais (bando de sem-vergonhas), muçulmanos (gentinha atrasada), sogras (feliz foi Adão, que não tinha sogra nem caminhão), advogados (todos ladrões), professores (pobres coitados), palmeirenses (palmeirense é aquele que não tem classe para ser são-paulino nem coragem para ser corintiano), motoristas de caminhão (grossos), peões de obra (ignorantes), sócios do Paulistano (metidos a besta), dançarinos (veados), enfim, sobre tudo.

Mas discorremos de maneira especial sobre raças e nacionalidades e, por extensão, sobre atributos inerentes a pessoas nascidas em determinados países. Afinal, todos sabemos (sabemos?) que os franceses não tomam banho; os mexicanos são preguiçosos; os suíços, pontuais; os italianos, ruidosos; os judeus, argentários; os árabes, desonestos; os japoneses, trabalhadores, e por aí afora. Sabemos também que cariocas são folgados; baianos, festeiros; nordestinos, miseráveis; mineiros, diplomatas, etc. Sabemos ainda que o negro não tem o mesmo potencial que o branco, a não ser em algumas atividades bem-definidas como o esporte, a música, a dança e algumas outras que exigem mais do corpo e menos da inteligência. Quando nos deparamos com um exceção admitimos que alguém possa ser limpo, apesar de francês; trabalhador, apesar de mexicano; discreto, apesar de italiano; honesto, apesar de árabe; desprendido do dinheiro, apesar de judeu; preguiçoso, apesar de japonês e também por aí afora. Mas admitimos com relutância e em caráter totalmente excepcional.

O mecanismo funciona mais ou menos assim: estabelecemos uma expectativa de comportamento coletivo (nacional, regional, racial), mesmo sem conhecermos, pessoalmente, muitos ou mesmo nenhum membro do grupo sobre o qual pontificamos. Sabemos (sabemos?) que os mexicanos são preguiçosos porque eles aparecem sempre dormindo embaixo dos seus enormes chapelões enquanto os diligentes americanos cuidam do gado e matam bandidos nos faroestes. Para comprovar que os italianos são ruidosos achamos o bastante freqüentar uma cantina no Bixiga. Falamos sobre a inferioridade do negro a partir da observação empírica de sua condição socioeconômica. E achamos que as praias do Rio de Janeiro cheias durante os dias da semana são prova do caráter folgado do cidadão carioca.

Não nos detemos em analisar a questão um pouco mais a fundo. Não nos interessa estudar o papel que a escravidão teve na formação histórica de nossos negros. Pouco atentamos para a realidade social do povo mexicano e de como ele aparece estereotipado no cinema hollywoodiano. Nada disso. O importante é reproduzir, de forma acrítica e boçal, os preconceitos que nos são passados por piadinhas, por tradição familiar, pela religião, pela necessidade de compensar nossa real inferioridade individual por uma pretensa superioridade coletiva que assumimos ao carimbar “o outro” com a marca de qualquer inferioridade. Temos pesos, medidas e até um vocabulário diferente para nos referirmos ao “nosso” e ao do “outro”, numa atitude que, mais do que autocondescendência, não passa de preconceito puro.

Por exemplo, a nossa é religião, a do outro é seita; nós temos fervor religioso, eles são fanáticos; nós acreditamos em Deus (o nosso sempre em maiúscula), eles são fundamentalistas; nós temos hábitos, eles vícios; nós cometemos excessos compreensíveis, eles são um caso perdido; jogamos muito melhor, o adversário tem é sorte; e, finalmente, não temos preconceito, apenas opinião formada sobre as coisas. Ou deveríamos ser como esses intelectuais que para afirmar qualquer coisa acham necessário estudar e observar atentamente? Observar, estudar e agir respeitando as diferenças é o que se esperada de cidadãos que acreditam na democracia e, de fato lutam por um mundo mais justo. De nada adianta praticar nossa indignação moral diante da televisão, protestando contra limpezas raciais e discriminações pelo mundo afora, se não ficarmos atentos ao preconceito nosso de cada dia.

Jaime Pinsky – historiador, doutor e livre docente pela USP – gentilmente autorizou a reprodução deste texto, que foi originalmente publicado em O Estado de S. Paulo (20/05/1993) e no livro Brasileiro (a) é assim mesmo – Cidadania e Preconceito, 1993, da Editora Contexto (www.editoracontexto.com.br)

Arquidiocese pede indenização por uso indevido da imagem do Cristo Redentor


Por Caio Rodrigues Sukinha


"Agora vai!" Bem, era isso que eu pensei quando assisti o filme e vi o Cristo Redentor na cena em que ele foi destruído, mas porque "agora vai"? Primeiro,que foi propaganda grátis para o nosso país emergente, sem mencionar o fato de que o nosso país tem potencial e atrações turísticas que merecem maior destaque no cenário internacional. 

No entanto a arquidiocese do Rio está tentando mover uma ação judicial  contra a Columbia pictures por uso indevido da imagem do Cristo dentro do filme. Pois durante as fases de gravação , o  diretor Robert Emmerich pediu autorização para usar a imagem do Cristo, autorização essa que foi negada. No entanto, o diretor utilizou as imagens no filme mesmo tendo sido negado a utilização das mesmas, mas  diga-se de passagem a cena do Cristo  ficou muito "chiq"!

Eu não sei a quem o Cristo redentor pertence, mas eu sei que ele é um patrimônio histórico cultural, e como tal merece ser destaque.

Eu acredito que esta cena não foi uma afronta a fé católica que já foi abalada por casos muito mais repudiantes que esta simples cena. Quer um exemplo, quantas pessoas que se dizem católica que  já praticaram a fornificação( fazer sexo fora dos convênios sagrado do casamento? Isso é uma coisa muita mais complexa(pecado) que uma simples cena de um filme.

Eu não vi problema algum nessa cena, embora preferisse que o nosso congresso fosse destruído, ou até mesmo o nosso  palácio dos poderes , se esses lugares fossem destruído, aí sim seria uma purificação maravilhosa!

Cada um tem a sua opinião, cabe a cada um de nós respeitar uns aos outros. Esta é a minha opinião, eu não sei até que ponto a arquidiocese se sentiu ofendida, porque até então eu pensava que o Cristo era um patrimônio da humanidade........no entanto , a impressão que ficou para mim é simples: a Arquidiocese quer ser mais que uma instituição religiosa , eles querem ter a glória que o Cristo Redentor tem, mas tomemos cuidado, pois a glória dos homens o tempo e a memória apagam, sem mencionar o fato de que está parecendo que a arquidiocese esta interessada no dinheiro que uma possível indenização pode gerar.

"Posso não concordar com uma palavra que você disser, mas defenderei até a morte o seu direito de dizer"

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