O importante é a beleza interior


Eu não bebo, e porquê? É simples, primeiro eu tenho alguns padrões, não quero dizer que você que bebe não tenha padrões, só estou dizendo que os meus hábitos são diferentes dos hábitos teus.

Mas um dos principais motivos para eu não beber é o fato de eu não gostar de divertir os outros, você já percebeu que quando alguém está um pouco alterado ele é divertido , alegre , extrovertido , pra frente, até começa a chegar nas meninas, coisas que em sã consciência jamais faria.

Mas um dos principais motivos para eu não querer divertir os outros é o fato de que eu tenho comigo uma coisa que está cravada em meu coração, assim como o amor pela escrita, eu tenho em meu coração algo que eu levo para todos os lugares, é o seguinte " não fazer nada que envergonhe a mim, nem aos meus amigos e nem aos meus familiares".

Só por isso que eu não bebo, e claro, não podemos ser hipócritas ou meninos inconstantes que acham que não sabem o que estão fazendo ou fingem não querer acreditar nas consequências de seus atos, todos nós sabemos que a bebida faz mal para o corpo, por isso eu também não bebo.

Livre-arbítrio amigo!

Novata se apresentando!!!!!!!!

Olá!Eu sou Josânia,estou muito feliz por participar desse blog...

Falar de mim, é meio complicado!Nem sei se eu mesma me conheço... No entanto já descobri 3 coisas sobre mim.

Eu sou apaixonada por música,por pessoas e por livros.Música?!Ela me inspira,me eleva,me liberta, me edifica...Pessoas?!É difícil lhe dar com elas, porém são fundamentais para nos ajudar a enfrentar cada etapa de nossa vida.

Livros?!Ahhhh...Os Livros.Quando leio me sinto em outro mundo,sabe?!É como um êxtase, me sinto livre para ser qualquer coisa.Sonhar!

Vamos viver muitas aventuras juntos,descobrir,inovar,imaginar e até criticar se for preciso

"Quanto maior o obstáculo, mais forte o desejo."

Basta descobrirmos que realmente somos...E fazer a diferença nesse mundinho,onde todos querem ser iguais.

Caio Rodrigues Sukinha Diz


Por Caio Rodrigues Sukinha

Eu não pude deixar de perceber , mas ultimamente o nosso blog está muito "nerd", veja bem, estamos falando sobre música clássica e tal, e suas derivantes nas notas de "fás" escalares, enfim, eu estou um pouco assustado, " Eu nunca paguei de Nerd", e agora estou tendo essa honra, que emoção, que coisa magnífica, é algo que me deixa estasiado, o que faz meu coração bater mais e a adrenalina subir pelas entranhas de meu corpo , promovendo um  maior fluxo de sangue em meu cérebro, o que me faz pensar mais por oxigênio consumido, que resulta numa "nerdisse" maior. 

Nossa!!! descobri!! É por isso que eu estou mais "nerd", estou apaixonado, sim quando estamos apaixonados nosso coração bate mais forte , resultando naquela série de fatores descritos acima, pois bem amigo leitor, eu estou apaixonado cada vez mais POR ESTE BLOG.

Enfim....

Antonio Lucio Vivaldi


É virou moda falar de musica clássica e de grandes compositores, pelo menos no blog. Começou com Chopin, Debussy, passamos para Lang Lang e B a r e n b o i m, como o próprio Google nos lembrou que hoje, dia 4, é a Data de nascimento de um grande compositor eu não poderia deixar de falar dele:
Antonio Lucio Vivaldi nasceu na carnavalesca Veneza no 4 de março de 1678.
Compositor famoso por suas madeixas ruivas:
Por causa de seus cabelos ruivos, Vivaldi teria sido apelidado ‘o padre ruivo’. Teria sido suspenso das funções sacerdotais por abandonar o altar durante a missa para notar, na sacristia, uma bela melodia que lhe ocorrera.
Não ligava para as regras ele queria é fazer o que amava, compor.
O que eu gosto na musica clássica é tanto as notas como a duração das composições, não são como as musicas de comando que tocam em bares e repetem a mesma nota e letra durante +- 3 minutos, não a musica clássica geralmente são mais longas e bem trabalhadas musicas que podemos apreciar e tem o começo, meio e fim definidos.
Quando se começa a escutar musica clássica não se pode parar.
Aviso: se você quer expandir seus horizontes escute musica clássica, caso contrario você quer continuar um membro acéfalo e sem opinião não escute, pois é altamente viciante.

D a n i e l B a r e n b o i m


Parece estar na moda  aqui no  Marcha Para Oeste falar sobre a cultura da música erudita, e se assim vamos conversar, amigo leitor, não podemos esquecer de Daniel Barenboim.

Ele é mais ou menos o cara, só para se ter uma ideia eu vou lhes dar um pouquinho da ficha desse bom maestro e pianista, aí vai: Doutor em Filosofia (Ph.D) pela Universidade de Jerusalém, 1996
Vrije Universiteit Brussel, 2003
Doutor de Música pela Universidade de Oxford, 2007
Doutor de Música pela Universidade de Londres, 2008

Enfim, já deu de sentir um pouco do nível dele, e depois eu ouço pelas bocas das pessoas de cabeça fechada que educação é bom para quem tem pai rico e não precisa trabalhar.

O povo de mente pequena.

agora e com vocês, sintam este arrepio no corpo, sim , arrepio , e muitas outras coisas, sentimentos e emoções que só a música proporcionam.





L a n g L a n g


O blog Marcha Para Oeste zela pela cultura, e a cultura não está somente em conhecer os artistas de seu país ou simplesmente ler um livro, a cultura é um conjunto de fatores que torna um povo ou sociedade distinta de outro grupo social, e infelizmente em nossa amado país a cultura ainda está deitada em "berço esplendido", ou em outras palavras , ainda está na frauda, querendo atingir a fase de criança.

No entanto, é o meu dever como blog e amante da cultura musical erudita transmitir a vocês a cultura e a beleza que a música é, seja ela interpretada por quem for.

 No mundo musical, nasce sempre um menino-prodígio. Lang Lang é um deles. Desde que apreendeu a tocar piano, Lang Lang se entregou de corpo e alma ao instrumento. Porque escolheu este caminho? "Gosto de me apresentar. Sob a iluminação, me sinto feliz. Desde pequeno, sonhei em ser um pianista de nível mundial", disse Lang Lang.  



Quando Lang lang toca o seu piano, seus brilhantes olhos refletem a forte energia e o semblante cheio de expressão. Os dedos dançam nas teclas, expressando grande emoção. Ele mostra plena confiança em si mesmo. Lang Lang disse: "O terrivel não é enfrentar as dificuldades. O terrível é perdermos a direção de nossos esforços. Ou seja, quando as chances aparecem e não conseguimos apanhá-las".

Agora apreciem junto comigo.


De b u s s y (1862-1918)


Por Evandro Berserker
Compositor francês, Claude Achille Debussy nasceu em Saint-German-en-Laye a 22 de agosto de 1862.
Música erudita sem duvida é uma de minhas paixões e após um post falando dos 200 anos desde que o talentoso Frédéric Chopin nasceu não poderia deixar de falar sobre Claude Achille Debussy.
Gosto muito do som das notas de piano, violoncelos e violinos, Debussy tem em suas composições a questão do piano como centro, o que me agrada muito poder apreciar as notas do piano em primeiro plano. Apesar de gostar mais de Mozart e Bethovem eu nunca desmereceria Debussy, o tenho como um dos meus compositores favoritos e prende minha atenção muito mais que Chopin.



Cara nova na área no Marcha Para Oeste


Caros amigos leitores, orgulhosamente informamos que o Blog Marcha Para Oeste conseguiu fechar contrato com a escritora Josânia Marinho, após longa e desgastante conversa conseguimos convencê-la de que o blog, eu e você precisávamos dela.

Com as aulas da faculdade se aproximando e de suprema necessidade que tenhamos outro escritor, no caso escritora, a Josânia Marinho, que irá nos ajudar nessa maravilhosa dádiva que é escrever para você, sim , escrever para você é o nosso alimento, a nossa chama, o nosso combustível. Você leitor é a nossa maior inspiração, sem você não seríamos nada.

Se não conseguirmos plantar nem que seja uma sementinha em vossa coração de um mundo melhor, então o meu objetivo como blog falhará, e eu serei considerado inútil.

Obrigado Amigo e Amiga leitor. 

O preconceito nosso de cada dia


Por Caio Rodrigues Sukinha

O preconceito nosso de cada dia


Preconceito, nunca!

Temos apenas opiniões bem definidas sobre as coisas. Preconceito é o outro quem tem...

Mas, por falar nisso, já observou o leitor como temos o fácil hábito de generalizar (e prova disso é a generalização acima) sobre tudo e todos? Falamos sobre “as mulheres”, a partir de experiências pontuais; conhecemos “os políticos”, após acompanhar a carreira de dois ou três; sabemos tudo sobre os “militares” porque o síndico do nosso prédio é um sargento aposentado; discorremos sobre homossexuais (bando de sem-vergonhas), muçulmanos (gentinha atrasada), sogras (feliz foi Adão, que não tinha sogra nem caminhão), advogados (todos ladrões), professores (pobres coitados), palmeirenses (palmeirense é aquele que não tem classe para ser são-paulino nem coragem para ser corintiano), motoristas de caminhão (grossos), peões de obra (ignorantes), sócios do Paulistano (metidos a besta), dançarinos (veados), enfim, sobre tudo.

Mas discorremos de maneira especial sobre raças e nacionalidades e, por extensão, sobre atributos inerentes a pessoas nascidas em determinados países. Afinal, todos sabemos (sabemos?) que os franceses não tomam banho; os mexicanos são preguiçosos; os suíços, pontuais; os italianos, ruidosos; os judeus, argentários; os árabes, desonestos; os japoneses, trabalhadores, e por aí afora. Sabemos também que cariocas são folgados; baianos, festeiros; nordestinos, miseráveis; mineiros, diplomatas, etc. Sabemos ainda que o negro não tem o mesmo potencial que o branco, a não ser em algumas atividades bem-definidas como o esporte, a música, a dança e algumas outras que exigem mais do corpo e menos da inteligência. Quando nos deparamos com um exceção admitimos que alguém possa ser limpo, apesar de francês; trabalhador, apesar de mexicano; discreto, apesar de italiano; honesto, apesar de árabe; desprendido do dinheiro, apesar de judeu; preguiçoso, apesar de japonês e também por aí afora. Mas admitimos com relutância e em caráter totalmente excepcional.

O mecanismo funciona mais ou menos assim: estabelecemos uma expectativa de comportamento coletivo (nacional, regional, racial), mesmo sem conhecermos, pessoalmente, muitos ou mesmo nenhum membro do grupo sobre o qual pontificamos. Sabemos (sabemos?) que os mexicanos são preguiçosos porque eles aparecem sempre dormindo embaixo dos seus enormes chapelões enquanto os diligentes americanos cuidam do gado e matam bandidos nos faroestes. Para comprovar que os italianos são ruidosos achamos o bastante freqüentar uma cantina no Bixiga. Falamos sobre a inferioridade do negro a partir da observação empírica de sua condição socioeconômica. E achamos que as praias do Rio de Janeiro cheias durante os dias da semana são prova do caráter folgado do cidadão carioca.

Não nos detemos em analisar a questão um pouco mais a fundo. Não nos interessa estudar o papel que a escravidão teve na formação histórica de nossos negros. Pouco atentamos para a realidade social do povo mexicano e de como ele aparece estereotipado no cinema hollywoodiano. Nada disso. O importante é reproduzir, de forma acrítica e boçal, os preconceitos que nos são passados por piadinhas, por tradição familiar, pela religião, pela necessidade de compensar nossa real inferioridade individual por uma pretensa superioridade coletiva que assumimos ao carimbar “o outro” com a marca de qualquer inferioridade. Temos pesos, medidas e até um vocabulário diferente para nos referirmos ao “nosso” e ao do “outro”, numa atitude que, mais do que autocondescendência, não passa de preconceito puro.

Por exemplo, a nossa é religião, a do outro é seita; nós temos fervor religioso, eles são fanáticos; nós acreditamos em Deus (o nosso sempre em maiúscula), eles são fundamentalistas; nós temos hábitos, eles vícios; nós cometemos excessos compreensíveis, eles são um caso perdido; jogamos muito melhor, o adversário tem é sorte; e, finalmente, não temos preconceito, apenas opinião formada sobre as coisas. Ou deveríamos ser como esses intelectuais que para afirmar qualquer coisa acham necessário estudar e observar atentamente? Observar, estudar e agir respeitando as diferenças é o que se esperada de cidadãos que acreditam na democracia e, de fato lutam por um mundo mais justo. De nada adianta praticar nossa indignação moral diante da televisão, protestando contra limpezas raciais e discriminações pelo mundo afora, se não ficarmos atentos ao preconceito nosso de cada dia.

Jaime Pinsky – historiador, doutor e livre docente pela USP – gentilmente autorizou a reprodução deste texto, que foi originalmente publicado em O Estado de S. Paulo (20/05/1993) e no livro Brasileiro (a) é assim mesmo – Cidadania e Preconceito, 1993, da Editora Contexto (www.editoracontexto.com.br)

Hitler da sua opinião sobre Avatar



Bem, essa cena é mais passada que qualquer coisa que rola na net, mas mesmo assim é tão boa que sempre que eu a vejo eu morro de rir até o pó.

Então, riam também. É só dar o play.

Isaac Asimov

Por Caio Rodrigues Sukinha

Mais uma vez, um enorme conto de Isaac Asimov foi postado no blog.

Mais uma vez os nossos leitores podem pensar que essa postagem é muito grande.

Sim, ele é muito grande. É fato.

Mas como podemos saborear um bolo se não comermos nenhum pedaçinho.

"- Você não pode saber sobre sua origem - disse Murray, pensativo. - Você disse isso. Além do mais, você
não pode conhecer seu fim. Muito bem, então. Esse será o meu objetivo e essa será a última resposta. Não
me destruirei. Eu destruirei você... Se você não me destruir antes"

Não negligenciem nada, principalmente o conhecimento 

A ÚLTIMA RESPOSTA




O outro conto de Asimov que eu disse que postaria.

ISAAC ASIMOV
SONHOS DE ROBÔ

Murray Templeton tinha 45 anos de idade; estava na plenitude de sua vida e com todas as partes do
seu corpo funcionando com perfeição... exceto alguns trechos vitais de suas artérias coronárias.
Isso no entanto, foi o suficiente. A dor veio repentinamente, chegou a um ponto insuportável e, aos
poucos, foi diminuindo. Ele podia sentir a respiração parando. Uma deliciosa sensação de paz o inundou.
Não há nada mais agradável do que a ausência de dor - imediatamente depois da dor. Ele sentiu uma
alegria vertiginosa, como se tivesse levitado e estivesse pairando no ar.
Abriu os olhos e percebeu, com uma discreta alegria, que os outros ainda estavam agitados. Estava no
laboratório quando a dor o abateu sem nenhum aviso; ao cambalear ouviu os outros gritando surpresos.
Depois tudo deu lugar a uma agonia avassaladora.
Agora que a dor tinha passado os outros ainda estavam inquietos, ansiosos e reunidos em torno do seu
corpo caído...
Repentinamente, ele percebeu que estava olhando a cena, lá do alto. Seu corpo estava lá embaixo,
estirado no chão, com o rosto contorcido. Ele estava aqui em cima, observando em paz.
Pensou: milagre dos milagres! As besteiras sobre a vida eterna estavam certas.
Apesar de ser uma maneira humilhante para um físico ateu morrer, ele apenas sentiu uma agradável
surpresa, não houve nenhuma alteração na sensação de paz em que tinha mergulhado.
Ele pensou: devia haver algum anjo - ou uma coisa no gênero - vindo me receber.
A cena terrestre estava se desvanecendo. Sua consciência foi invadida pela escuridão e de um ponto
distante, como um último relance de visão, apareceu uma figura iluminada, com forma vagamente humana,
irradiando calor.
Murray pensou: estão brincando comigo. Estou indo para o céu.
Assim que ele pensou nisso, a luz se apagou, mas o calor continuou. A sensação de paz não diminuiu,
apesar de, em todo o Universo, restarem apenas ele... e a Voz.
- Faço isso com muita freqüência - disse a Voz, mas ainda assim me emociono a cada sucesso.
Murray pensou em dizer algo, mas não sabia se possuía uma boca, uma língua, ou cordas vocais. No
entanto, tentou articular um som. Sem a menor pretensão, tentou sussurrar palavras ou soprá-las ou colocá-
las para fora por intermédio da contração de... alguma coisa.
E elas foram pronunciadas. Ele ouviu sua própria voz, facilmente identificável, e suas próprias palavras,
infinitamente claras.
- Isso é o céu? - disse ele.
- Esse lugar não é como o lugar que você imagina - disse a Voz.
Murray ficou atrapalhado, mas tinha que fazer a pergunta.
- Desculpe se pareço um pouco imbecil, mas você é Deus? Sem mudar a entonação ou de algum modo
pretendendo soar com perfeição, a Voz conseguiu ser engraçada.
- É estranho que sempre me perguntem isso, claro que das maneiras mais diferentes possíveis. Você
não compreenderia a resposta que posso lhe dar. Eu sou... isso é tudo o que posso dizer de significativo, e
você pode me rotular com palavra ou conceito que lhe agradar.
- E o que eu sou? - disse Murray. - Uma alma? Ou eu ainda sou apenas uma existência personificada? -
Tentou não parecer sarcástico, mas não conseguiu. Rapidamente pensou em acrescentar "Vossa Alteza" ou
"Santidade" ou algo que atenuasse o sarcasmo, e não pôde dizer isso, mesmo que, pela primeira vez em sua
existência, admitisse a possibilidade de ser punido com o inferno ou coisa semelhante por causa de sua
insolência - ou pecado? A Voz não parecia ofendida.
- É fácil você explicar-se... até mesmo para você. Você pode se chamar de alma, se isso lhe agrada, mas
você, na verdade, é uma conexão de forças eletromagnéticas, arrumadas de modo a que todas as
interconexões e inter-relações sejam exatamente iguais às do seu cérebro em sua existência universal... até
nos menores detalhes.
Além disso, você tem capacidade para pensar, ter lembranças e uma personalidade própria. Você vai
achar que ainda é você mesmo.
Murray ficou perplexo.
- Você quer dizer que a essência do meu cérebro é permanente?
- Não, de jeito nenhum. Nada seu é permanente, a não ser o que eu decidir que seja. Eu criei a conexão.
Eu a construí enquanto você desfrutava sua existência física e ajustei-a para o momento em que sua vida
terrestre chegasse ao fim. - A Voz parecia visivelmente satisfeita consigo mesma e, depois de uma rápida
pausa, acrescentou:
- Uma construção complexa, mas muito precisa. É claro que poderia fazer isso com todos os seres
humanos do seu mundo, mas prefiro não fazer. Sinto prazer em escolher.
- Você escolhe muito poucos, então.
- Muito poucos.
- E o que acontece com o resto?
- Caem no esquecimento. Ah, é verdade, você acredita no Inferno.
Murray teria corado se ainda tivesse um rosto.
- Não penso assim. É só uma maneira de falar. Até agora, nunca tinha pensado que fosse virtuoso ao
ponto de chamar a sua atenção e me tornar um Eleito.
- Virtuoso? Ah, sei o que quer dizer. É um incômodo ter que me forçar a pensar no mesmo nível que o
seu. Não, eu o escolhi por causa de sua capacidade de pensar, assim como escolho outros, em quatrilhões,
em todas as espécies inteligentes do Universo.
Murray se sentiu subitamente curioso, um hábito que adquirira quando era vivo.
- Você escolhe as pessoas sozinho ou há outros iguais a Você? Por um instante Murray pensou que
estava tirando a paciência da Voz, mas, quando Ela surgiu, continuava imperturbável.
- Se há outros ou não isso é irrelevante para você. O Universo é meu, só meu.
É uma invenção minha, uma construção minha, tudo foi planejado só para satisfazer meus propósitos.
- E mesmo com quatrilhões de conexões criadas por você, você perde tempo comigo? Sou tão
importante assim?
- Você não tem a menor importância - disse a Voz. - com os outros eu ajo de um modo que, na sua
maneira de ver, pareceria igual.
- Você é único?
- Você está tentando me colocar numa armadilha sem consistência - disse a Voz, num tom novamente
divertido. - Se você fosse uma ameba que só pudesse considerar a individualidade em conexão com
pequenas células, e se fosse perguntar a um cachalote com 30 quatrilhões de células se ele é um ou muitos,
de que forma o cachalote poderia responder para que isso fosse compreensível para a ameba?
- Pensarei nisso - disse Murray secamente. - Talvez um dia venha a entender.
- Exatamente. É para isso que está aqui. Para pensar.
- Com que finalidade? Parece que você já sabe tudo.
- Mesmo que eu soubesse tudo não poderia saber que sei tudo.
- Isso me lembra a filosofia ocidental... uma coisa que parece profunda exatamente porque não tem
significado.
- Você promete - disse a Voz. - Você responde ao meu paradoxo com um paradoxo... Só que o que eu
digo não é um paradoxo. Pense. Eu existo eternamente, mas o que isso quer dizer? Isso quer dizer que não
posso me lembrar de quando comecei a existir. Se pudesse, não existiria eternamente. Se não posso lembrar
de como comecei a existir, então pelo menos há uma coisa - a natureza das minhas origens - que não sei.
Assim, mesmo que eu saiba o que é infinito, também é verdade que o que há para conhecer também é
infinito, e como posso ter certeza de que os dois infinitos são iguais? A infinitude do potencial de
conhecimento pode ser infinitamente maior do que a infinitude do meu conhecimento atual. Aqui está um
simples exemplo: se eu conhecesse a totalidade dos números inteiros pares eu teria um número infinito de
informações e, mesmo assim, ainda não conheceria um único dos números inteiros ímpares.
- Mas os números inteiros ímpares podem ser derivados. Se você dividir todos os números inteiros pares
dessa série infinita por dois, você vai obter outra série infinita que contém dentro de si a série infinita dos
números ímpares.
- Você tem a noção - disse a Voz. - Estou satisfeito. Sua tarefa será encontrar outros caminhos como
esse, por mais difíceis que sejam, do conhecimento para o ainda-não-conhecido.
Você ainda tem memória. Você se lembrará de todos os dados que já tenha pesquisado ou aprendido,
que já tenha deduzido ou que venha a deduzir desses dados. Se necessário, terá permissão para aprender os
novos dados que considerar relevantes para resolver os problemas que você mesmo estabelecer.
- Você não poderia fazer isso sozinho?
- Posso - respondeu a Voz. - Mas assim é mais interessante. Construí o Universo para ter mais fatos com
que lidar. Inseri o princípio da incerteza, a entropia e outros fatores casuais para fazer com que o todo não
seja tão monótono. Isso tem funcionado muito bem e tem me entretido ao longo de toda a minha existência.
- Depois, pensei em estruturas que dessem origem à vida, e, em seguida, à inteligência, e usei isso
como uma forma de pesquisa coletiva, não porque precise de ajuda, mas porque isso introduziria um novo
fator casual. Cheguei à conclusão de que não podia prognosticar a próxima área de interesse a ser
conquistada pelo conhecimento, de onde ela viria, de que forma seria obtida.
- Isso já aconteceu? - perguntou Murray.
- Certamente. Não há um século em que não apareça alguma coisa interessante em algum lugar.
- Algo que você poderia ter pensado sozinho, mas que até então não tinha feito.
- Sim.
- Você acha mesmo que há alguma coisa que eu possa fazer por você?
- No próximo século? Literalmente não. No entanto, a longo prazo o seu sucesso é certo, desde que você
se engaje para sempre.
- Poderei pensar eternamente? Para sempre?
- Sim.
- Para quê?
- Já lhe disse. Para adquirir novos conhecimentos.
- Mas, além disso, para que preciso descobrir novos conhecimentos?
- Foi o que você fez em sua vida terrestre. Qual o seu objetivo naquela época?
- Adquirir novos conhecimentos que só eu pudesse adquirir. Para ser admirado pelos meus
companheiros. Para sentir a satisfação de concluir um trabalho, mesmo sabendo que tinha um tempo certo
para alcançar o meu objetivo. Agora eu só poderia conquistar algo que, se você se esforçasse um pouco,
poderia descobrir sozinho. Você não pode me admirar. Você só quer se divertir. E não há mérito ou satisfação
em concluir um estudo quando se tem toda a eternidade para isso.
- Você não acha que um pensamento e uma descoberta se justificam por si só? Você não acha que isso
é mais importante do que qualquer objetivo pessoal?
- Por um tempo finito, sim. Não para toda a eternidade.
- Compreendo o seu problema. No entanto, você não tem escolha.
- Você diz que estou aqui para pensar, mas não pode me obrigar a fazer isso.
- Não pretendo obrigá-lo diretamente. Não precisarei disso. Já que a única coisa que pode fazer é
pensar, você pensará. Você não sabe como não pensar.
- Então, estabelecerei uma meta para mim. Inventarei um objetivo.
- Certamente, você pode fazer isso - disse a Voz, tolerante.
- Já encontrei um objetivo.
- Posso saber qual é?
- Você já sabe. Sei que estamos falando só por falar. Você ajustou minha conexão de um modo que
acredite ouvi-lo e falarlhe, mas você transfere pensamentos para mim diretamente. E quando minha conexão
muda com meus pensamentos, imediatamente você os adivinha, sem precisar da minha transmissão
voluntária.
- Você está surpreendentemente certo - disse a Voz. - Estou satisfeito. Mas também me satisfaz ter você
para me contar seus pensamentos voluntariamente.
- Então, eu lhe contarei. O objetivo de minhas reflexões será descobrir uma forma para interromper a
conexão que você criou para mim. Não quero pensar apenas com o propósito de diverti-lo. Não quero pensar
para sempre só para diverti-lo. Não quero existir para sempre só para diverti-lo. Todas as minhas reflexões se
voltarão
para acabar com essa conexão. Isso me divertia.
- Não faço nenhuma objeção - disse a Voz. - Até um pensamento concentrado no fim de sua própria
existência pode, a despeito de você, levar a algo novo e atraente. E, é claro, se você for bem-sucedido na sua
tentativa de suicídio, não concluirá nada, pois imediatamente eu o reconstruiria e, de uma certa forma,
tornaria seu método de suicídio impossível. E se você achasse uma outra forma mais sutil para interromper a
si mesmo, eu o reconstruiria com essa possibilidade eliminada, e por aí em diante. Poderia ser um jogo
interessante, mas, de um jeito ou de outro, você existirá eternamente. Esta é minha vontade.
Murray sentiu um tremor, mas as palavras saíram naturalmente.
- Estou no Inferno, afinal? Você afirmou que não, mas se isso fosse o Inferno, você mentiria, como parte
do jogo do Inferno.
- Nesse caso, tudo o que você precisa é que lhe garanta que não está no Inferno? Então, eu lhe garanto.
Aqui não há nem Céu nem Inferno. Somente eu mesmo.
- Leve em conta, então, que meus pensamentos podem ser inúteis para você. Se não posso ser-lhe útil
em nada, não lhe custará nada... me desmontar e parar de me incomodar.
- Como uma recompensa? Você quer o Nirvana como prêmio para o fracasso e quer me garantir que
fracassará? Não há nenhum acordo nisso. Você não falhará. com toda a eternidade pela frente, você não
pode evitar de ter ao menos um pensamento interessante, mesmo que seja contra sua vontade.
- Então criarei outro objetivo para mim. Não tentarei me destruir. Minha meta será desmoralizá-lo.
Pensarei em alguma coisa em que você não apenas nunca tenha pensado, mas na qual jamais poderia
pensar. Pensarei na última resposta, além da qual não há mais nenhum conhecimento.
- Você não compreende a natureza do infinito. Talvez haja coisas que ainda não tenha me preocupado
em saber. Mas não há nada que eu não possa saber.
- Você não pode saber sobre sua origem - disse Murray, pensativo. - Você disse isso. Além do mais, você
não pode conhecer seu fim. Muito bem, então. Esse será o meu objetivo e essa será a última resposta. Não
me destruirei. Eu destruirei você... Se você não me destruir antes.
- Ah - disse a Voz. - Imaginei que você precisasse de mais tempo para chegar a esse ponto. Pensei que
fosse demorar mais. Não há ninguém, em toda a minha existência de pensamentos perfeitos e eternos, que
não tenha a ambição de me destruir. Mas isso é impossível.
- Tenho toda a eternidade para pensar numa maneira de destruí-lo.
- Então tente pensar nisso - disse a Voz, serenamente.
Ela se foi. Mas Murray tinha seu objetivo e estava feliz.
E o que poderia alguma Entidade, consciente de sua existência querer... senão o fim? O que mais vinha
a Voz procurando, através de incontáveis bilhões de anos? E por que outra razão a inteligência tinha sido
criada, e certas espécies tinham sido protegidas e colocadas para trabalhar, a não ser para ajudar numa
grande procura? Murray pretendia que fosse ele e ele sozinho, o descobridor.
Cuidadosamente, com a excitação de quem agora tinha um objetivo, Murray começou a pensar.
Ele tinha tempo de sobra.

Chopin, 200 anos de um gênio



Por Caio Rodrigues Sukinha

Eu queria ter feito esta postagem ontem, 01/03, mas infelizmente minha net "fail" e consequentemente eu não pude concluí-la ontem. Mas imaginem que hoje é o dia 01/03. E saboreem junto comigo esta maravilhosa postagem.

1° de março, o mundo todo comemora 200 anos de um gênio, não, eu não estou falando de mim, até porque eu tenho 16 anos, o mundo respira Chopin, toca Chopin, o mundo se tornou Chopin para homenagear um dos maiores compositores de todos os tempos, o polonês Frédéric Chopin.

Desde pequeno ele já era bom, na verdade ele se assemelhava muito comigo, era bom praticamente em tudo o que fazia, igual eu, sinceramente eu não sou bom em muitas coisas, mas quando eu descobrir no que eu não sou bom eu lhes digo, enfim Chopin era um gênio, aos 8 anos fez sua 1°apresentação pública e daí por diante nunca mais parou.

O artista é amplamente reconhecido como um dos maiores compositores para piano e um dos pianistas mais importantes da história. A técnica desenvolvida  por ele, refinada além de sua elaboração harmônica vêm sendo comparadas historicamente a de outros gênios da música, como Mozart e Beethoven, assim como a sua duradoura influência na música até os dias de hoje.

Na maioria das vezes sua música é tecnicamente exigente , mas seu estilo, no geral, enfatiza mais a nuança e a profundidade expressiva do que o virtuosismo técnico.

Ele inovou com diferentes formas musicais, como a balada e introduziu significantes inovações nas formas existentes , como o piano, sonata, a valsa, o noturno, o estudo e o prelúdio. Alguns citam suas obras como "os principais pilares do romantismo na música erudita do século XIX. Além disso, Chopin mostrou-se nacionalista mesclando sua música com elementos eslavos; hoje suas muzurcas e polonesas são fundamentais para a música clássica nacional polonesa.

Por esse e outros motivos eu sou fã desse grande gênio da música clássica mundial.

Só mesmo os japas pra fazer isso

Por Caio Rodrigues

Hoje é domingo, dia de descanso dos afazeres semanais.

Por isso , hoje eu lhes deixo um vídeo fantásticos dos japas. Feras.




Mémorias

Por Caio Rodrigues Sukinha

Quando eu tinha apenas sete anos, eu me lembro claramente que em uma bela manhã de sol, onde o desenho animado era a coisa mais importante para uma criança nécia como eu, que a minha programação de desenho foi interrompida por motivos internacionais mas  insignificantes para uma criança.

O que eu menos sabia era que aquele acontecimento era uma das piores tragédias da humanidade: o atentado terrorista as torres gêmeas no centro político dos EUA.

Eu estou falando do acontecimento onde milhares de vidas foram tiradas em um atentado por motivos geopolíticos e econômicos, onde nós, simples civis somos vítimas de politicagem baratas de blocos econômicos internacionais.

Este vídeo me tocou muito.




Invictus


Por Caio Rodrigues Sukinha, a Karol Rodrigues, tão grande quanto Nelson Mandela e tão importante para os amigos como Mandela para o povo sul-africano.

Um manifesto entre dois extremos. Isso é Invictus. O novo filme de Clint Eastwood.

Não se trata de um filme sobre um personagem ou sobre uma história a ser contada , mas um filme sobre um assunto. Elaborando sua argumentação na montagem, Eastwood escreve uma espécie de  ensaio sobre estratégias de liderança, superação de barreiras (físicas, sociais, políticas) e abdicação de si em nome de um ideal. Isso é Invictus.

Invictus é um recorte da recente  história da África do Sul , que acompanha a ascensão de Nelson Mandela ao poder e sua tentativa de unificar seu país, através de um desacreditado time de Rúgbi.Essa missão do Mandela só não foi mais difícil  do que a do diretor Eastwood, que teve que retirar dessa história de altruísmo um filme que não se apoiasse em mecanismos de coopção do espectador pelo bom mocismo dos personagens.


Mandela não é construído como o personagem histórico  por excelência grandioso, senhor de suas ações e pivô de tudo que acontece ao seu redor.

O Mandela do filme é uma figura ao mesmo tempo humana e simbólica que irradia a energia da transformação pela forma como se porta e pelo discurso.

O filme traça um paralelo entre política e esporte , que não é gratuito ou acidental : a moral de um jogador é essencial para uma boa performance  , assim como a coordenação de ações que leva a uma vitória. O Mandela do filme é um estrategista, capaz de mover as peças com cuidado para garantir um bom funcionamento de uma intrincada engrenagem.  Isso é Invictus.

A história do filme se baseia no livro "conquistando o inimigo, de John Carlin, que relata como o sul -africano, eleito democraticamente após a queda do regime de segregação racial, no início dos anos 90, e soube usar politicamente o amor da população pelo Rúgbi a fim de unificar negros e brancos.  

Isso é Invictus. Eu poderia contar-lhes toda a história do filme e de seu contexto histórico , mas perderia todo encanto do filme e principalmente do final do filme. Isso é Invictus.


Nota 10 


Cia melhores do mundo

Por Caio Rodrigues Sukinha

Este fim de semana a nossa bela cidade será contemplada com uma boa dose de humor.

Estou falando da Companhia melhores do mundo

Este vídeo é uma palhinha do show!




Viva a era dos games


Por Caio Rodrigues Sukinha


Vídeogames com sensores de movimento estão auxiliando as vítimas de derrame cerebral ou acidente cardiovascular(AVC), conforme estudo americano. O console Wii, da nintendo, tem contribuído para a reabilitação motora. E em comparação com grupos que utilizavam cartas ou blocos de madeira, nenhum dos usuários do console sentiu náuseas ou tontura. Viva a era dos games.

HISTÓRIA DAS FACAS



Prof. Fernando Quaresma
Postado por Evandro

Os mais antigos utensílios feitos pelo homem foram encontrados, em 1902, pelo pesquisador Richard Leaky em Koobi Fora, no Quênia (África). Estes instrumentos datavam de cerca de 3 milhões de anos atrás.

Antes de aprender a minerar e fundir metais, o homem utilizava materiais encontrados na natureza: a pederneira (pedra de isqueiro) e a obsidiana (pedra vulcânica) foram os primeiros materiais utilizados para a confecção de instrumentos de corte. Por volta de 6500 a.C., a habilidade de extrair metais como cobre, chumbo e ouro possibilitaram trabalhos a frio, cujo resultado foram facas mais afiadas e duráveis para a caça.



Ligas - Depois, vieram as ligas de metal: os metais, até então puros, foram combinados com outros metais e minerais com propriedades específicas. No sudoeste da Ásia (3500 a.C), cobre e estanho foram combinados – surgiu o bronze, uma liga mais durável e resistente e que quase 2 séculos depois difundiu-se pela Europa.

O ferro fundido foi o primeiro passo para o surgimento do aço (2000 a.C), um material, entretanto, de difícil e perigosa fabricação. Criaram-se, então, novas combinações: ferro e carbono formaram o aço carbono (1000 a.C no Oriente Médio). Mas só depois de 700 a.C os utensílios de aço tornaram-se populares na Europa, na Ásia e no norte da África. A maioria deles eram fabricados em pequenas forjarias, criadas para produzir armas de guerra.



Facas, só para nobres - Na verdade, o desenho e a fabricação de facas similares às que conhecemos hoje desenvolveram-se paralelamente à cutelaria para uso de mesa. No começo (por volta do século 16), só nobres possuíam facas, colheres e garfos, que logo se tornaram parte da cultura européia. O grande desafio era criar metais duráveis, flexíveis e possíveis de afiar. Com o controle da quantidade de carbono adicionado ao ferro (fim do século 19) foi possível a produção em larga escala de aço carbono de boa qualidade, e as facas viraram artigo comum.



Aço carbono - os utensílios feitos com este material precisam ser afiados constantemente e, mesmo que o sejam com facilidade, requerem cuidados especiais na limpeza e secagem. Facas oxidam, corroem e mancham facilmente quando entram em contato com água e alimentos ácidos.



Aço inoxidável - Uma grande descoberta aconteceu em 1912. Ao adicionar cromo ao aço carbono, a ação corrosiva era inibida. Este metal - o aço inoxidável - passou a ser o material do momento. Atualmente, a maioria das facas são feitas de aço inoxidável. De afiação mais difícil, ele é totalmente à prova de ferrugem. Em 1920, o inox de alto carbono tornou-se o metal preferido, e ainda é o eleito na confecção da maioria das facas dos chefs de cozinha. As facas feitas com ele são forjadas geralmente em peça única e são fáceis de afiar, mas exigem cuidado na secagem e no armazenamento.



Facas de cerâmica: descoberta recente, pesando metade das facas convencionais, as facas de cerâmica conservam o fio por no mínimo 10 vezes mais que as facas tradicionais e não oxidam ou transferem gosto metálico para os alimentos. Foram projetadas para complementar e não substituir as outras facas. A faca de aço continua ideal para trabalhos pesados como desossar, cortar alimentos congelados, fatiar queijos e tirar lascas de alimentos. Parte inferior do formulário





Faca e suas partes

Espinhaço ou espinha - parte superior da lâmina

Fio ou gume – parte inferior, a borda cortante

Ponta ou ponteira - o extremo da lâmina, oposto ao cabo.

Apoio - o extremo próximo ao cabo, que pode ou não existir. Alguns preferem faca sem apoio e argumentam que é mais fácil de afiar. Outros não abrem mão dele, cuja função é proteger quem manipula a faca.

Gavião - situado entre a lâmina e o cabo. É um elemento de reforço e ligação entre as 2 partes citadas.

Cabo ou empunhadura - Feito de vários materiais (madeira, madeira e resina, vinil, ABS, poliacetal etc.). Alguns possuem rebites, que devem estar totalmente embutidos para que não sejam percebidos ao empunhar a faca.



Ao escolher uma faca, é muito importante observar se você se sente confortável ao manuseá-la. Hoje, existem muitos fabricantes e uma variedade de empunhaduras para seu conforto.Parte superior do formulário

Utilidades pouco conhecidas do celular


Por Caio Rodrigues Sukinha

O celular é uma ferramenta indispensável nos dias atuais, não possuir um é o mesmo que não estar na sociedade, você é um anônimo, que ninguém poderá comunicar com você, você se tornará imperceptível.

Então, a maioria de nós temos celulares, mas nem todos sabem usar todos os recursos oferecidos pelo aparelho.

Mas algumas coisas todos devem saber, para o nosso próprio bem.

Existem algumas coisas que podem ser feitas em caso de emergência. Seu celular é uma ferramenta que pode salvar sua vida.

Veja o que ele pode fazer por você:

Emergência I

O número universal de emergência para celular é 112 

Se você estiver fora da área de cobertura de sua operadora e tiver alguma emergência, disque 112 e o celular irá procurar conexão com qualquer operadora possível para enviar o número de emergência para você, e o mais interessante é que o número 112 pode ser digitado mesmo se o teclado estiver travado. Experimente!

Emergência II

Você já trancou seu carro com a chave dentro?

Seu carro abre com controle remoto? Bom motivo para ter um celular.

Se você trancar seu carro com a chave dentro e a chave reserva estiver em sua casa, ligue pelo seu celular, para o celular de alguém que esteja lá. Segure seu celular cerca de 30cm próximo à porta do seu carro e peça que a pessoa acione o controle da chave reserva, segurando o controle perto do celular dela. Isso ir destrancar seu carro, evitando de alguém ter que ir até onde você esteja, ou tendo que chamar socorro. Distância não impedimento. Você pode estar a milhares de quilômetros de casa, e ainda assim terá seu carro destrancado.

Emergência III *3370#

Vamos imaginar que a bateria do seu celular esteja fraca. Para ativar, pressione as teclas: *3370#

Seu celular irá acionar a reserva e você terá de volta 50% de sua bateria. Essa reserva será recarregada na próxima vez que você carregar a bateria.

Emergência IV *#06#

Para conhecer o número de serie do seu celular, pressione os seguintes dígitos: *#06#

Um código de 15 dígitos aparecerá. Este número é único. Anote e guarde em algum lugar seguro. Se seu celular for roubado, ligue para sua operadora e dê esse código. Assim eles conseguirão bloquear seu celular e o ladrão não conseguirá usá-lo de forma alguma. Talvez você fique sem o seu celular, mas pelo menos saberá que ninguém mais poderá usá-lo. Se todos fizerem isso, não haverá mais roubos de celular.