Por que se maltrata tanto o Brasil?


Afinal, por que não cantar o Hino Nacional?Por que não querer bem a pátria? Por que não exaltar suas qualidades? Por que não querer assistir seus filmes? Por que não enaltecer sua gente? Por que não exaltar suas artes? Por que não querer ouvir suas músicas? Por que não ler seus autores? Por que não defender a empresa de capital nacional? Por que não valorizar suas escolas? Por que não comemorar suas datas memoráveis? Por que não erradicar sua pobreza? Por que não garantir o futuro de suas crianças? Por que não eleger bons políticos? Por que não praticar mais justiça? Por que não se orgulhar de seus feitos? Afinal, por que se tem maltratado tanto o Brasil nesses 500 anos de existência?

Revista Trevisan, São Paulo, v. 13 n. 145, 2000!

OpenCourseWare

Uma oportunidade legal para quem quer aprender, principalmemte por que é de graça e acessivel, uma das dificuldades é o idioma, no caso ingles, mas serve para forçar o profissional de todo o mundo a aprender a lingua "oficial do mundo".

O MIT OCW, uma publicação eletrônica em grande escala na Web, é uma iniciativa conjunta da William and Flora Hewlett Foundation, da Andrew W. Mellon Foundation e do MIT. Seus objetivos são:


1. Proporcionar acesso fácil e grátis aos materiais de pesquisa relativos aos cursos do MIT para educadores de instituições sem fins lucrativos, estudantes e autodidatas do mundo todo.

2. Criar um modelo eficiente, baseado em padrões, que outras universidades possam copiar para publicar os materiais de seus próprios cursos.

Desde que foi aberto para o público em 30 de setembro de 2002, o site OpenCourseWare do MIT já foi visitado por usuários de 202 países e cidades-estados do mundo todo. Utilizando a página de feedback do MIT OCW, os usuários nos enviaram mais de 4.100 mensagens de e-mail reconhecendo a liderança do MIT no sentido de fornecer informações gratuitas e acessíveis pela Web.

site: portal do OCW, cursos: Link

O universo numa casca de noz


Por Caio Rodrigues Sukinha

Uma obra maravilhosa do genioso Stephen Hawking, meus amigos leitores, talvez não sejamos geniosos ou superdotados intelectualmente como Sthepen Hawking ou outros, mas eu lhes garanto que este livro, incrivelmente simplificado nas palavras mas com um grande poder de hipnotizar e explicar irá nos remeter para uma atmosfera totalmente nova , cheia de novas descobertas e aprendizados nunca antes imaginado, por aqueles que são do meio físico ou adjacentes.

É como Shakespere em Hamlet, descreveu no ato 2 , cena2 " Eu poderia viver recluso numa casca de noz e me considerar rei do espaço infinito..."

Hamlet, talvez quisesse dizer, que embora nos seres humanos, sejamos muito limitados fisicamante, nossas mentes estão livres para explorar todo o universo e para avançar audaciosamente para onde até mesmo jornadas nas estrelas teme seguir, se os maus sonhos permitirem.

Sthepen Hawking é um ícone intelectual conhecido não apenas pela ousadia de suas ideias, mas também pela clareza e perspicácia com as quais as expressa. Neste livro, Hawking apresenta o segmento mais atraente da física teórica - no qual a verdade é quase sempre mais estranha do que a ficção - para explicar, com com uma linguagem simplificada, os princípios que controlam o universo.


Como muitos da comunidade de físicos teóricos, Hawkin procura o graal da ciência: a intrigante Teoria de Tudo, que está no coração do cosmo. Com seu estilo bem-humorado, ele nos leva a descobrir os segredos do universo - da supergravidade à supersimetria , da teoria quântica à teoria M - nos conduz as fronteiras selvangens da ciência , onde a teoria das supercordas e as p-brancas podem guardar a última peça do quebra-cabeça, e nos revela os bastidores de uma de suas mais emocionantes aventuras intelectuais enquanto procura "combinar a teoria da relatividade geral de Einstein e a ideia das histórias múltiplas de Feynnman em uma teoria unificada completa que descreverá tudo que acontece no universo"

O universo numa casca de noz é leitura obrigatória para todos aqueles que desejam entender o universo no qual vivemos. Como Uma breve história do tempo, este livro transmite o entusiamo que a comunidade científica sentiu quando os segredos dos cosmos se revelaram.


Cães de Guerra


Por Evandro F. Ledema

Tinha acaba de terminar de ler o livro " O que Einstein disse a seu cozinheiro", havia chegado cedo na faculdade e esperava, sem nada para fazer, o começo da aula, de súbito olhei para a biblioteca ,que por casualidade fica em frente a minha sala, fui arrastado ,quase que por uma força invisivel, para seu interior. Enquanto passeava entre as fileiras de livros, pegando um aqui e vendo outro acolá, encontrei um livro escrito "Cães de Guerra " de um autor que nunca ouvira falar: Frederick Forsyth, encarei-o por um curto periodo e resolvi leva-lo.

Ao entregrar para a bibliotecária, ela disse que ele não estava registrado e que teria de ligar para a central e só então poderia libera-lo, após as aulas fui ver se o livro estava pronto para entrar na minha mochila, ele estava! Foi ai que descobrir que ele é bom, não só bom, mas diferente dos que eu costumo ler.

A ideia principal está em torno de mercenário, tanto das selvas quanto das cidades, empresarios e guerrilheiros, o livro mostra os dois lados de uma exploração- extrativismo - e o faz de maneira empolgante. A trama se passa na City de Londres e na Africa, principalmente na republica de Zangaro, local onde é encontrado um mineral que se torna a cobiça e motivo dos cães de guerra.

O livro nos introduz termos africanos, ingleses, franceses e outros em menor grau, nos mostra como funciona o capitalismo dentro de grandes empresas e como pessoas ricas exploram seus empregados e países que estão em formação, sendo controlados por ditadores e uma fraca ideologia.

Posto um trecho onde o autor atraves de um personagem define o centro empresarial de uma determina cidade pela visão de varios tipos, no sentido literal, sendo que ao meu ver é o que ocorre hoje no mercado de trabalho.

Trecho:

"Ele levantou e atravessou a sala até as janelas panorâmicas do lado sul. Olhou então para toda a extensão da City de Londres, a milha quadrada que era o centro da antiga capital e o coração de um império financeiro que ainda se extendia pelo mundo inteiro, apesar do que diziam seus detratores. Para alguns dos insetos agitados que se moviam lá em baixo, vestidos de cinza-escuro e cobertos pelos chapéus-coco pretos, era, talvez, apenas um local de trabalho, enfadonho e cansativo, que exigia de um homem o tributo de sua mocidade, maturidade e meia-idade até a aposentadoria final. Para outros, jovens e cheios de esperança, era um centro de oportunidade onde o mérito eo trabalho árduo eram reconpensados com os prêmios da promoção e da segurança. Para os românticos, era sem duvida a sede das casas dos grandes comerciantes-aventureiros, para um pragmatista, o maiormercado do mundo, e para um sindicalista de esquerda, o lugar os ricos ociosos e indignos, nascidos na opulência e no privilêgio, se refocilavam no luxo. James Manson era cético e realista. Sabia o que era a City. Era pura e simplesmente uma selva e ele, uma das panteras que a habitavam." 

Sobre o autor:

Educado na Tondridge School, e depois na Universidade de Granada, na Espanha, aos 19 anos, começou a servir a RAF (Royal Air Force) como um dos mais jovens pilotos, tendo servido até 1958. Depois começou a trabalhar no Eastern Daily Press como repórter. Em 1961, se tornou correspondente da Reuters em Paris. Trabalhou também na Alemanha Oriental e na Tchecoslováquia, países onde obteve muitas informações que seriam, posteriormente, publicadas em seus livros. Retornando a Londres em 1965, ele trabalhou como repórter de rádio e televisão na BBC, o que lhe proporcionou a oportunidade de conhecer a fundo os grandes dramas da política internacional. Essa experiência no jornalismo o ensinou a ser minucioso e preocupado com as verdades históricas. Como correspondente diplomático assistente, ele cobriu o lado Biafrano da guerra entre a Nigéria e Biafra de Julho a setembro de 1967, e isto forneceu a ele conhecimento de política internacional, e o mundo dos "soldiers" mercenários. Foi este trabalho e a pesquisa relacionada que interessaram ele com verdade histórica. Em 1968 ele deixou a BBC para retornar para Biafra, e ele cobriu a guerra, primeiro como um freelance e depois para o Daily Express e para a revista Time.


Madrasta Vil


Época de eleição, então sempre existem as mensagens subliminares.



Por exemplo, hoje pela manhã quando estava em minha viajem matinal pelas estradas da vida, em outras palavras quando estava no ônibus indo para a universidade eu vi uma propanga publicitária que dizia o seguinte " O nosso maior presente", mas nem só de frases vive a publicidade, junto a essa frase tinha a figura de um homem que mais se parecia com um político.



Então rapidamente em minha mente veio um pequeno poema em cima dessa frase:




O nosso maior presente


é ter cidadãos ausentes,


portanto queridos leitores, que estão impacientes com esse tipo de gente,


nã se irritem com esse tipo de displicência em plena cara da gente,


somos todos uma naçao lutando contra a corrupção,


talvez ela não acabe hoje ou amanhã, mas podemos ferir o seu alicerce com o nosso poder de


decisão durante a eleição.


Podemos ser considerados trouxas ou ate otários pelos nossos governantes mas nunca, jamais


eles poderão calar a minha, a sua voz pois ela é o teu coração e o meu coração.


Somos ou não somos filhos do brasil, está certo que por muitas vezes parece uma madrasta vil,


mas eu amo esta terra anil, não posso negar que sou filho do Brasil.


BASTA A CORRUPÇÃO.

Hamlet


Estou lendo uma maravilhosa obra de Shakespeare o incrível livro Hamlet...Shakespeare é insubstituível em sua maneira de expressar dor,ódio,amor e muitos outros sentimentos inexplicáveis do ser humano.Aí está um pequeno trecho desse magnífico livro!Estou lendo e recomendo...



"Hamlet: Ser ou não ser, essa é a questão: será mais nobre suportar na mente as flechadas da trágica fortuna, ou tomar armas contra um mar de obstáculos e, enfrentando-os, vencer? Morrer — dormir, nada mais; e dizer que pelo sono se findam as dores, como os mil abalos inerentes à carne — é a conclusão que devemos buscar. Morrer — dormir; dormir, talvez sonhar — eis o problema: pois os sonhos que vierem nesse sono de morte, uma vez livres deste invólucro mortal, fazem cismar. Esse é o motivo que prolonga a desdita desta vida."

William Shakespeare, em “Hamlet”

Haiti - contextualizando


Faz tempo fiz uma atividade relacionado ao que estou postando, esqueci de colocar no blog, estou fazendo isso "now", é para ler e refletir.

Brasil, mídia e Haiti

Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação - 24/01/2010



— Desde a antiguidade, tragédias provocam, além de horror e temor, fascínio. Tempestades são divindades. Acidentes são observados com avidez. Um corpo lançado da janela na calçada entretém a multidão. A tsunami mata 200 mil pessoas mas o avanço do mar é mesmerizante. O visual de guerra é objeto de culto.

A afirmação é de Eugênio Bucci, jornalista, escritor, teórico da ética na comunicação e professor de jornalismo na ECA (Escola de Comunicação e Artes) da USP, em entrevista ao jornal O Globo, 24/01/2010. A entrevista é de Arnaldo Bloch.



Eis a entrevista.

Você vê isto também nas imagens que vêm do Haiti?

Eu vejo isso em todo lugar, em toda foto na banca, na internet, na TV. Até mesmo o deputado com dinheiro na meia se converte em vulcão mesmerizante (superpalavra, essa). O perverso, o mórbido, o familiar que é ao mesmo tempo estranho e repulsivo (ominoso), aparece a toda hora, e não é isso que diferencia uma cobertura da outra: neste aspecto, todas as coberturas são iguais, ainda que a mais recente sempre nos assombre com a impressão de que exagerou mais na dose.

Que exagero, ainda que reiterativo dessa tendência humana, há na atual cobertura?

A quantidade. O terremoto do Haiti foi um terremoto na paginação dos jornais e telejornais. Não condeno nem critico essa overdose de imagens chocantes. As dezenas de milhares de mortos, o horror das cenas, justificam-na. Há o recurso espetacular em todas as coberturas, e uma de suas características estruturais é essa, a dose sempre mais forte. Por isso a sensação de não saber onde iremos parar. Mas no caso da cobertura do Haiti, além do espetáculo, há um vetor solidário que prevalece. Não solidário no sentido de caridoso, mas de vibrar junto, transmitindo ao público o que é a carga do drama humano vivido pelas pessoas que lá estão. Pense bem: a solidariedade, desta vez, atravessa as fronteiras nacionais e acolhe os haitianos como brasileiros. Em parte porque há brasileiros que trabalham lá, militares morreram, Zilda Arns morreu, um pouco do Brasil foi ceifado pela tragédia. Porém, muito mais que isso, há uma inclusão do Haiti no imaginário pátrio. Caetano foi profético: o Haiti é mesmo aqui. E a solidariedade que sentimos em relação aos haitianos não é diferente da que sentimos em relação às vítimas de tragédias brasileiras. Há sensacionalismo, mas há profissionalismo, bravura, e não falamos de bravura em missão de guerra, mas em missão de paz. Em tanto sofrimento, há um dado de beleza. E é essa a matriz daquilo que você falou: o retrato da desgraça nos agride e inebria, mas estamos também inebriados pela possibilidade de que algo pode ser feito em prol dos haitianos. É sintomático que, aqui e ali, estamos discutindo política, história, sobre as soluções necessárias para que o país ultrapasse o seu estado atual de vulnerabilidade, de desproteção, de desamparo total. E isso é um dado positivo.

Trata-se de um tipo de convergência entre entretenimento e utilidade? O show, sim, mas politicamente correto, unindo os "melhores" dos mundos?

Não, de modo algum. Show politicamente correto, pelo amor de Deus, isso é cerimônia de entrega do Oscar! É verdade que muito telejornal tenta chegar lá, mas não é disso que falo aqui. Nem de convergência utilitarista, ou do entretenimento utilitário. Em resumo, essas tintas mais escalafobéticas do que chamam de espetacularização, embora eu também não goste de palavras terminadas em “zação”, comparecem a tudo: aos outdoors, aos anúncios de rádio, de TV, às manchetes de jornal. A cobertura do Haiti está dentro disso. Faz parte da mesma gramática, do mesmo modelo.

Surpreendente seria se ela se diferenciasse. Ela segue a lógica geral. Daí que, dentro da lógica geral, ela se diferencia não por ser mais ou menos espetacular, mas por apontar uma direção que põe em relevo os direitos fundamentais, a solidariedade, a justiça social. É como se o Haiti ficasse no Brasil. Ao mesmo tempo, é como se, aos poucos, a imprensa se abrisse à evidência de que pertencemos a uma comunidade cujos contornos são redondos como o planeta, e não recortados como as fronteiras políticas entre as nações.

(...)

Será que, enfim, Zweig estava certo e o Brasil é o país do futuro?

Essa é uma pergunta muito maliciosa, traiçoeira, perigosa. Mas, mesmo correndo todos os riscos de dizer isso, acho que o Brasil é, sim, um país que terá um papel central no futuro. E que já é, hoje, um dos lugares mais interessantes do mundo. Eu gosto muito disso aqui. Fora isto, queria dizer uma coisa mais, para fustigar esse pessoal que se refestela achando que é artífice do espetáculo, quando, na verdade, não passa de subproduto descartável do espetáculo. O apetite dessa tal “mídia” por uma catástrofe é insaciável. E não estamos (ainda) mudando a matriz. Essa “mídia” é mais ou menos como a caveira da velha canção de Alvarenga e Ranchinho. Ela sempre vai trocar o coveiro romântico por um defunto fresco. E sempre haverá defuntos frescos dando sopa. Os coveiros vão despencando pelo acostamento.


Opinião 1

Uma onda de solidariedade se espraia pelo mundo. Organismos internacionais e muitos governos anunciaram que vão doar centenas de milhões de dólares para socorrer os haitianos aflitos. Meus botões ficam arrepiados. Eles sabem que os oportunistas sempre procuram as corredeiras de dinheiro. No Haiti não será diferente. ONGs e empresas especializadas em abocanhar contratos de ajuda e reconstrução chegarão na grana antes que a grana chegue às verdadeiras vítimas.

Mas nada disto parece interessar aos jornais, especialmente aos que são televisados. Estes, como sempre, preferem se concentrar no show de imagens da terra devastada. Exploram escancaradamente a dor e as lágrimas das vítimas sem pagar um centavo de direitos de imagem às mesmas. Tenho vontade de rir quando vejo os telejornais se derreterem de elogios à solidariedade internacional.

TRAGÉDIA + CINISMO + OPORTUNISMO = JORNALISMO - http://www.jornaldedebates.com.br/debate/quais-os-verdadeiros-valores-sociedade/artigo/trag-dia-cinismo-oportunismo-jornalismo/13858

Opinião 2


Pois bem, o que aconteceu no Haiti é terrível, mas é hora de ajudar.
Sim, os fotojornalistas contratados, profissionais de jornais, revistas, sites e redes de televisão fazem o que tem que fazer, isto é, mostram o horror da situação e assim provocam uma reação positiva, estimulando doações e atitudes proativas por parte de governos, corporações e pessoas.

Haiti - Fotografar ou ajudar?

http://fotografeumaideia.com.br/site/index.php?option=com_content&task=view&id=1013&Itemid=140


Minha Opinião
Por Evandro Berserker

Nunca vi uma reportagem que falasse sobre direitos fundamentais, a solidariedade e a justiça social no Haiti, somente reportagens que pegam caronas com as catastrofes que ocorrem em países como o Haiti, onde há grande miseria e fome, atualmente parece que virou "modinha" falar dos mortos no Haiti, claro devemos informar a população, mas devemos também informar sobre as coisas que acontecem todos os dias no Haiti: desigualdade social, e os direitos fundamentais sendo violados. Devemos prestar mais atenção em jornais que só querem saber de vender e não trazer informação de qualidade.

novo Layout


Por Evandro

Até que enfim o youtube resolveu liberar o novo layout aqui no Brasil.

Ficou mais pratico e mais limpo, o sistema de classificação está aprimorado e mais simples.

Faz um tempão que eu ouvi a noticia de uma futura mudança, só que essa noticia faz mais de 2 meses eu já tinha quase esquecido, "but" ficou muito melhor.

Abas retrateis deixam o site mais limpo e facil de usar.


Liberdade: como usar esse direito?


“A livre expressão é o que constrói a nação, independentemente da moeda ou sua cotação. Liberdade de expressão!”, Letra:Alexandre Carlo, Rodolfo Abrantes, Black Allien.

Dizer, fazer o que pensa, na hora, no local e do jeito que se quer, não é tão simples assim. Liberdade de expressão. A própria expressão citada nos revela um poder que muitos acreditam ter ou sonham demonstrá-lo. Quem realmente tem esse privilégio?

Outro dia recebi um e-mail que, entre outras coisas, dizia “a liberdade de expressão se conquista”.Conversei com meu amigo Bruno Soares sobre o mesmo tema. Foi a partir desse momento que me questionei sobre o assunto, e descobri o quão complexa é a questão.

Liberdade de expressão “é toda liberdade de opinar e expor idéias, sobre qualquer assunto e principalmente sobre o governo. É o indivíduo poder se expressar artisticamente sem medo da repressão e censura”, diz o meu amigo Bruno Soares.

Parece-me que tudo esteja ligado à política. Ir de encontro aos interesses alheios pode causar a privação dos direitos citados acima de maneira violenta, como é o caso da censura. O Brasil na época da ditadura militar sofreu o ápice da censura. Pessoas foram exiladas, torturadas e mortas por buscarem expor suas idéias a favor de novas directrizes governamentais. As coisas mudaram de lá para cá. Hoje o país adota a democracia como forma de governo, mas a censura não acabou, na verdade encontra-se camuflada.

Um outro fator que me intriga, por exemplo, é a ambiguidade existente na livre possibilidade de se expressar. A liberdade de expressão diz respeito apenas ao que seja politicamente correto? Por exemplo, o que dizer daqueles que se assumem contrários ao homossexualismo, a outras etnias, a religiões diferentes da sua? Eles têm ou não o direito à expressão?

Neste caso, quando escrevo todas essas coisas, será que tenho o direito de evidenciar situações que envolvem outras pessoas? Será que elas se ofenderão? Devo me preocupar com isso, já que o que importa é o meu direito de expressão livre? Bom, diz o ditado que “quem fala o que quer ouve o que não quer”. Mas, de que vale se expressar com sinceridade se isso pode causar descontentamento e confusão? Será que ficar calado não seria uma forma de se expressar? Afinal, acredito que tudo depende das escolhas que fazemos, temos a opção de fazer ou não fazer, de falar ou não falar, de ler ou não ler, de ir ou de ficar, mesmo que muitos considerem as opções limitadas (mas isso é tema para uma outra discussão).

Como poderia conquistar tal liberdade, se é que podemos dizer que ela se conquista? Bom, já falei o que queria agora é a sua vez.

Zona da Alienação


Para descobrir e entender oque é a zona de alienação primeiro é necessario saber oque causou, então está ai um texto muito bem feito e interesante.

O DESASTRE DE CHERNOBYl
Carina Yumi Takahashi


Na madrugada do dia 25 de Abril de 1986, 176 funcionários realizavam testes no bloco 4 da Usina Nuclear Vladimir Ilych Lenin. Quando iniciados, ocorreu uma série de explosões que fez a tampa de cimento sobre o reator levantar 14 metros (o peso da tampa era de aproximadamente 1200 toneladas). Seus destroços se espalharam por 2 km.
A explosão permitiu a entrada do ar. O ar reagiu com o bloco do moderador que é feito de grafite formando monóxido de carbono, um gás inflamável e que provocou o incendiamento do reator. Ao redor da usina surgiu então uma corrente de vapor radioativo que liberava urânio e grafite. Do buraco milhões de partículas de fogo sobem a mil metros pelo céu.
Os primeiros bombeiros combateram o fogo sem equipamento adequado e foram todos expostos a doses fatais de radiação. Dois morreram naquela mesma noite. As informações passadas sobre o acidente falavam em um acidente com fogo, assim a população sequer foi avisada. No dia seguinte os habitantes de Pripyat, a 3km da usina, viveram seu dia normalmente,apesar da chegada de soldados na cidade. Os soldados foram enviados para medir a radiação. No começo da tarde a leitura era de 200 mil milionésimos de Roentgen (15 mil vezes acima do normal), à noite o nivel subiu para 600 mil vezes acima do normal. Isso ocorreu porque o reator ainda estava queimando e espalhando mais radiação. Em teoria, um ser humano pode absorver até 2 Roentgen por ano sem ser afetado, porém com mais de 400 Roentgen o corpo está letalmente contaminado. No primeiro dia após o acidente os habitantes absorveram 50 vezes a dose inofensiva. Já na base da usina os níveis de radiação eram muito maiores, chegavam a 2080 roentgens.
No dia 27 a população ainda não havia sido alertada da situação, somente às 14 hrs desse dia o exército informou que Pripyat deveria ser completamente evacuada. Nesse tempo uma nuvem de radiação se espalhou por mais de 1000 km sobre a Rússia. A Suécia detectou níveis elevados de iodo e cobalto embora não houvesse vazamento ou problema algum na central. Através da embaixada de Moscou a Suíça avisou então organizações relacionadas a energia atômica que suspeitava de ventos trazendo radioatividade da URSS. Só no dia 28 foi assumido o acidente nuclear na República da Ucrânia.
Enquanto a notícia era encoberta pelas diplomacia, soldados eram enviados para a usina na batalha de Chernobyl. Para combater o fogo eram jogados sacos de areia e ácido bórico pesando 80 kgs,o objetivo era controlar o fogo e neutralizar a radiação. Os sacos eram jogados de helicópteros por homens desprotegidos. Alguns passavam mal em seguida e chegavam ao hospital durante o período de latência,depois apareciam os sintomas fatais: deterioração da medula óssea, queimaduras que iam da pele aos ossos.
Uma semana depois do acidente, a cidade de Chernobyl a 7 km é evacuada,assim como as vilas em um raio de 30km ao redor da usina, 130 mil pessoas removidas de suas casas. Na usina, 6 mil toneladas de areia e ácido bórico preenchem o buraco e surgem rumores de que pode haver uma segunda explosão maior ainda. O fato de terem jogado tanta areia fez a temperatura aumentar possibilitando a segunda explosão. O cimento abaixo do reator estava esquentando cada vez mais e poderia rachar, deixando escorrer magma por ele. A água que os bombeiros jogaram nas primeiras horas do desastre ficou empoçada sob o bloco, se o magma entrasse em contato com ela haveria uma explosão que seria de 3 a 5 megatons,segundo especialistas.
Para abaixar a temperatura foram jogados 2400 toneladas de chumbo no reator, o calor foi bem absorvido e o chumbo lacrou o buraco enquanto derretia. O problema é que parte do chumbo ao derreter evapora para a atmosfera – seus traços encontram-se até hoje nas crianças de Chernobyl.
Novamente, helicópteros eram utilizados para arremessar o chumbo, porém isso não era suficiente. Era preciso chegar mais perto e avaliar os danos e a radiação. Conseguiram chegar perto suficiente para enviar câmeras e confirmar que o magma havia passado pelo cimento, após drenarem a água que se encontrava abaixo desse compartimento viram que era necessário impedir que o magma afundasse mais. Logo abaixo do solo arenoso encontra-se um lençol freático que fornece água para todo o país.
No dia 12 de Maio, mineiros de Toula (1000 km de Chernobyl) foram chamados, e no dia seguinte já estavam trabalhando na usina. Sua missão era aproximar-se do reator através de um caminhos subterrâneo. Teriam que cavar um túnel de150 metros de comprimento e depois um compartimento de 30 m de largura e comprimento para um equipamento refrigerador. Em um mês, 10 mil mineiros da Rússia e áreas mineradoras da Ucrânia trabalharam no túnel sem ventilação, a 50 graus de temperatura e meio a uma radiação de 1 Roentgen/hora. Grupos de 30mineiros se revezavam a cada 3 horas,e nem eles foram avisados do real perigo que enfrentavam. Após terminado o túnel, não foi colocado nenhum equipamento de refrigeração, mas sim preenchido com cimento para solidificar a estrutura. Nenhum dos mineiros que morreram aparecem nas estatísticas oficiais.
Apenas 18 dias depois da explosão, Gorbachev se dirige ao povo sobre o acidente. Em 1 ano,100 mil soldados e oficiais passaram por Chernobyl. Eram os “Liquidators” termo inventado para aqueles que combatiam, liquidavam a radiação. 400 mil civis : médicos,engenheiros, enfermeiras, também estiveram no combate.
Ao redor da usina 300 mil m³ de terra contaminada são jogados em valas e cobertos com cimento. Para cobrir completamente o reator 4 foi construída uma cobertura de 170x66m, onde cada homem podia trabalhar durante apenas alguns minutos. Durante esse processo,descobriram no teto do terceiro bloco, muito fragmentos radioativos que precisavam ser removidos. No início eram utilizados robôs para empurrar os pedaços abaixo. Porém logo eles foram sendo afetados pela radiação e não funcionavam mais. Assim, eram necessários mais homens, que se denominaram bio-robôs para limpar o teto, onde a radiação era de 7000 Roentgen/hora. Foram gastos 18 bilhões de Rublos com o acidente e todos envolvidos ainda sofrem com a radiação.
Números de Chernobyl
25/04/1986 – Data do acidente
146 – Funcionários trabalhando no bloco 4 na hora da explosão
3 km – Distância da Usina até Pripyat
1200 toneladas – Peso da cobertura que explodiu sobre o reator.
43 mil – Habitantes de Pripyat que não foram informados do grande perigo
12 milionésimos – Valor normal de Roentgens na atmosfera
2080 – Roentgens medidos na base da usina
2 mil – Ônibus usados para evacuar a cidade
1000 km – Distância aproximada que a nuvem radioativa avançou
3 mil – Graus era a temperatura no fundo do reator que ainda queimava
80 kgs – Peso dos sacos de areia e ácido bórico jogados no fogo.
130 mil – Pessoas retiradas de suas casas em um raio de 30 km de chernobyl
6 mil toneladas – Areia e ácido bórico que preencheram o buraco
3 a 5 megatons – Seria a potência de uma segunda explosão na usina
2400 toneladas – Chumbo jogado no reator
600 – Pilotos contaminados fatalmente na operação de jogar chumbo
12/05/1986 – Mineiros são chamados para uma missão
150 metros – Tamanho do túnel que os mineiros cavariam até o bloco 4
10 mil – Mineiros trabalharam no túnel
2500 – Mineiros que morreram antes dos 40 anos
26 a 30 kgs – Peso do uniforme pra quem trabalhava no teto da usina
7000 – Roentgen/Hora no teto da usina
18 bilhões – Rublos gastos por causa do acidente
500 mil – Pessoas envolvidas na batalha de Chernobyl
20 mil – Já morreram
200 mil – São deficientes
59 – Número de mortes oficialmente atribuídas ao desastre
8 milhões – Pessoas que vivem hoje em áreas contaminadas
1152 – Crianças em Minsk que desenvolveram câncer de tireóide (1986-2002)
300 mil - Crianças que ainda sofrem as consequências do acidente


Prypiat, Ucrânia


Prypiat é uma cidade abandonada na zona de alienação no nordeste da Ucrânia, Kiev Oblast, próximo à fronteira com Belarus. Foi o lar dos trabalhadores da Usina Nuclear de Chernobyl. A cidade foi abandonada em 1986 após o desastre de Chernobyl. Sua população era de cerca de 50.000 habitantes quando do acidente.

Diferente de outras cidades de importância militar, o acesso à Prypiat não restringida pelo disastre. Antes do acidente de Chernobyl, usinas nucleares eram vistos pela União Soviética como algo tão seguro quanto outras formas de gerar energia. Estações nucleares representavam um marco da engenharia soviética, onde a energia atômica era mais inofensiva que outros projetos. O slogan "átomo pacífico" durou algum tempo naquela época. Inicialmente era pra ser construído somente a 25km de Kiev, mas a Academia de Ciências Ucraniana, junto com outras organizações, expressaram preocupação da estação de energia estar muito perto da cidade, então ela junto com Prypiat, foi construída no local atual, cerca de 100km de Kiev. Após o desastre, a cidade de Prypiat foi evacuada em dois dias.

Via[players]

Zona da Alienação

Localizada na Europa Oriental, a zona da alienação é um raio de 30 km traçado ao redor da área afetada pelo desastre de Chernobyl. Milhares de residentes, na época, recusaram-se a ir embora ou então voltaram para a área posteriormente. Essas pessoas foram morrendo progressivamente e agora restam apenas cerca de 400 pessoas morando na região.


Fotos:

Feliz 1° de Abril...é mentira!!!... não, é mentira que é mentira...AH...


Por Marcha para o Oeste

Há datas comemorativas pelas mais diversas razões. Algumas prestam homenagem a heróis, outros comemoram eventos religiosos, mas o primeiro de abril sobressai como a única data para comemorar a mentira. O dia da mentira, ou 1º de abril, é uma antiga comemoração e tem uma história curiosa. Em qual outro dia podemos pregar peças e enganar nossos queridos amigos e conhecidos?
Existem dúvidas sobre quando essa tradição bizarra começou, mas a explicação mais aceita liga o primeiro de abril à França do século XVI. Até 1564, o calendário em vigor era o calendário Juliano, que considerava o início do ano novo próximo de abril. De acordo com o livro "The Oxford Companion to the Year", o rei Carlos IX, declarou um dia que a França começaria a usar o calendário Gregoriano, onde o ano novo iniciaria em primeiro de janeiro.
Nem todos aceitaram essa mudança de datas, ao mesmo tempo, alguns acreditavam que as datas não deveriam ser alteradas, e foi esse pessoal que serviu de alvo às brincadeiras de abril, pois foram considerados tolos. As pessoas enviavam presentes e os convidavam para as falsas festas. Os cidadãos das zonas rurais da França também eram vítimas dessas piadas. Nesta época, as notícias viajavam lentamente e eles podem ter ficado sem saber sobre a troca de datas durante meses ou anos. E ainda tiveram que suportar as piadas por celebrarem o ano novo no dia errado.

Vamos aproveitar nesse 1° de abril para pregar peças nas pessoas queridas e claro depois dar um feliz 1° de Abril.

Fonte[como tudo funciona]

Black Hole

Por Marcha Para o Oeste

Li um artigo no NSN e fiquei motivado a ler o quadrinho, li e não me decepcionei e muito bem feita apesar de não gostar do desenho norte americano, prefiro o orientais, a historia é impressionante, bem trabalhada e viciante.

"Black Hole" é o mais importante trabalho do quadrinista americano Charles Burns. A história se desenrola em Seattle, nos anos 70, e mostra adolescentes que se veem cara a cara com uma doença sexualmente transmissível desconhecida, que provoca terríveis mutações nos indivíduos contaminados. Logo, eles têm de enfrentar o medo e o preconceito, ao mesmo tempo que descobrem o sexo e as drogas. Com essa obra, Burns criou uma espécie de "terror psicodélico", em que a narração fragmentada e não-linear, e a repetição doentia de imagens bizarras, de caráter sexual em sua maioria, contrastada com a realidade não menos estranha, dão um clima de "bad trip" à história.

"Black Hole" foi publicado em 12 edições entre 1995 e 2005, e em 2007 chegou ao Brasil a versão em 2 volumes da obra.

Via[Frei Merendinha]

ps: minha nota é sem duvida a maxima.

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Introdução à Biologia

O Fim


Fanboys




Por Dart Berserker

Até que enfim lançaram um filme completamente nerd, obrigatório para toda pessoa que é apaixonada por star wars ou simplesmente é um nerd das antigas.

Sabe quele filme que após assistir ainda fica martelando na cabeça, que você diz puxa eu queria ter feito isso, queria ter vivido tal aventura, um filme com piadinhas internas, só entende quem gosta mesmo de star wars, aquele cara que pesquisa, que gasta dinheiro procurando itens do filme e etc.

O filme começa com as legendas tradicionais da abertura de guerra nas estrelas, achei uma jogada legal, e de repente dois storms troppers abrindo caminho numa festa para a chegada do Dart Vader, nossa sensacional. Por ai vocês tem uma ideia de como vai ser o filme.

Não vou falar sobre o filme diretamente, mas sobre oque ele me passou.


Uma das coisas que mais me tocaram foi a união dos amigos, uma coisa que eu nunca tive, deixe me explicar: desde a infância tive amigos que gostavam de jogar videogames, mas não eram nerds, eram garotos que jogavam só para passar tempo; nunca houve um amigo com quem eu pudesse dividir minha paixão por mitologia, histórias no estilo senhor dos anéis, star wars e companhia. Sempre fui um nerd solitário não podia compartilhar minhas opiniões e afins, tinha de me misturar e acabei entrando para os esportes principalmente artes marciais para não sofrer com o Bullying, acabei por esconder minha face nerd para quando estava sozinho em casa. Hoje sou nerd assumido e meus amigos todos não-nerds ou nerds de outra categoria acham as coisas  que eu leio e que eu assisto boring, ou assistem e não entendem , ou assistem e não acham legal.

O filme passa uma mensagem interessante e bem manjada, o final é espetacular e só entende quem é fã de star wars, um filme feito para a velha guarda da qual eu não faço parte, mas durante minha juventude inteira passei a cultuar.

É isso obrigatório para fãs e engraçado para pessoas comuns.


Parabéns para os produtores e escritores que fizeram esse filme acontecer, nunca me esquecerei da princesa Leia com aquela roupa dourada, da discussão sobre a paixão dos irmãos Skywalker e de toda a briga contra os Trekies.


PS:Muito engrado a rixa com os trekies, isso lembrou de mim nunca gostei de star trek e só gostei do ultimo filme lançado. Fanboy (feminino fangirl) é um termo usado para definir uma pessoa que que não é só um fã de alguma coisa.

O Menestrel - Shakespeare

Depois de algum tempo você aprende a diferença,
a sutil diferença entre dar a mão e acorrentar uma alma.
E você aprende que amar não significa apoiar-se.
E que companhia nem sempre significa segurança.
Começa a aprender que beijos não são contratos e que presentes não são promessas.
Começa a aceitar suas derrotas com a cabeça erguida e olhos adiante,
com a graça de um adulto e não com a tristeza de uma criança.
Aprende a construir todas as suas estradas no hoje,
porque o terreno do amanhã é incerto demais para os planos,
e o futuro tem o costume de cair em meio ao vão.
Depois de um tempo você aprende que o sol queima se ficar exposto por muito tempo.
E aprende que, não importa o quanto você se importe,
algumas pessoas simplesmente não se importam...
E aceita que não importa quão boa seja uma pessoa,
ela vai feri-lo de vez em quando e você precisa perdoá-la por isso.
Aprende que falar pode aliviar dores emocionais.
Descobre que se leva anos para construir confiança e apenas segundos para destruí-la...
E que você pode fazer coisas em um instante das quais se arrependerá pelo resto da vida.
Aprende que verdadeiras amizades continuam a crescer mesmo a longas distâncias.
E o que importa não é o que você tem na vida,
mas quem você tem na vida.
E que bons amigos são a família que nos permitiram escolher.
Aprende que não temos de mudar de amigos se compreendemos que os amigos mudam...
Percebe que seu melhor amigo e você podem fazer qualquer coisa,
ou nada, e terem bons momentos juntos.
Descobre que as pessoas com quem você mais se importa na vida são tomadas de você muito depressa...
por isso sempre devemos deixar as pessoas que amamos com palavras amorosas;
pode ser a última vez que as vejamos.
Aprende que as circunstâncias e os ambientes têm influência sobre nós,
mas nós somos responsáveis por nós mesmos.
Começa a aprender que não se deve comparar com os outros,
mas com o melhor que pode ser.
Descobre que se leva muito tempo para se tornar a pessoa que quer ser,
e que o tempo é curto.
Aprende que não importa onde já chegou, mas para onde está indo...
mas, se você não sabe para onde está indo, qualquer caminho serve.
Aprende que, ou você controla seus atos, ou eles o controlarão...
e que ser flexível não significa ser fraco, ou não ter personalidade,
pois não importa quão delicada e frágil seja uma situação,
sempre existem, pelo menos, dois lados.
Aprende que heróis são pessoas que fizeram o que era necessário fazer,
enfrentando as conseqüências.
Aprende que paciência requer muita prática.
Descobre que algumas vezes a pessoa que você espera que o chute quando você cai
é uma das poucas que o ajudam a levantar-se.
Aprende que maturidade tem mais a ver com os tipos de experiência que se teve
e o que você aprendeu com elas do que com quantos aniversários você celebrou.
Aprende que há mais dos seus pais em você do que você supunha.
Aprende que nunca se deve dizer a uma criança que sonhos são bobagens...
Poucas coisas são tão humilhantes e seria uma tragédia se ela acreditasse nisso.
Aprende que quando está com raiva tem o direito de estar com raiva,
mas isso não te dá o direito de ser cruel.
Descobre que só porque alguém não o ama do jeito que você quer que ame
não significa que esse alguém não o ama com tudo o que pode,
pois existem pessoas que nos amam,
mas simplesmente não sabem como demonstrar ou viver isso.
Aprende que nem sempre é suficiente ser perdoado por alguém...
Algumas vezes você tem de aprender a perdoar a si mesmo.
Aprende que com a mesma severidade com que julga,
você será em algum momento condenado.
Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido,
o mundo não pára para que você o conserte.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.
Portanto, plante seu jardim e decore sua alma,
em vez de esperar que alguém lhe traga flores.
E você aprende que realmente pode suportar...
que realmente é forte,
e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida!
Nossas dúvidas são traidoras e nos fazem perder o bem
que poderíamos conquistar se não fosse o medo de tentar.

Amor verdadeiro



Meu nome é Joe. É assim que meu colega, Milton Davidson, me chama. Ele é um programador e eu sou um programa de computador. Faço parte do complexo Multivac e estou conectado com todas as suas outras partes espalhadas pelo mundo inteiro. Eu sei tudo. Quase tudo.
Eu sou o programa particular de Milton. O seu Joe. Ele entende mais sobre programação do que qualquer outra pessoa no mundo, e eu sou o seu modelo experimental. Ele me fez falar melhor do que qualquer outro computador.
- È só uma questão de emparelhar sons com símbolos, Joe – ele me disse. – E esse o modo como funciona no cérebro humano, embora ainda não saibamos que símbolos existem no cérebro. Mas eu conheço os seus símbolos e posso fazê-los corresponder a palavras, um por um.
Por isso eu falo. Não acho que falo tão bem quanto penso, mas Milton diz que falo muito bem. Milton nunca se casou, embora já tenha quase quarenta anos. Ele nunca encontrou a mulher certa, foi o que me contou. Um dia, ele disse:
- Ainda vou encontrá-la, Joe. Encontrarei a melhor de todas. Vou ter um verdadeiro amor e você vai me ajudar. Estou cansado de aperfeiçoá-lo para resolver os problemas do mundo. Resolva o meu problema. Encontre-me um amor verdadeiro.
- O que é um amor verdadeiro? – disse eu.
- Não importa. Isso é abstrato. Apenas me encontre a garota ideal. Você está conectado com o complexo Multivac, por conseguinte tem acesso aos bancos de dados de cada ser humano no mundo. Vamos eliminar todos eles por grupos e classes até ficarmos com apenas uma pessoa. A pessoa perfeita. E ela será minha.
- Estou pronto – disse eu.
- Elimine todos os homens primeiro – disse ele.
Isto foi fácil. Suas palavras ativaram símbolos em minhas válvulas moleculares. Eu pude amplificar-me para entrar em contato com os dados acumulados sobre cada ser humano no mundo. Conforme suas palavras, afastei-me de 3.784.982.874 homens. Continuei em contato com 3.786.112.090 mulheres.
- Elimine todas as que tiverem menos de vinte e cinco anos – disse ele – e todas as com mais de quarenta. Depois, elimine todas com um QI inferior a 120, todas com uma altura inferior a um metro e cinqüenta e superior a um metro e setenta e cinco.
Deu-me medidas exatas, eliminou mulheres com filhos vivos, eliminou mulheres com várias características genéticas.
- Não estou certo quanto à cor dos olhos – disse Milton. – Por enquanto, deixe isso de lado. Mas nada de cabelos ruivos. Não gosto dessa cor de cabelo.
Duas semanas depois tínhamos baixado para 235 mulheres. Todas falavam muito bem o inglês. Milton disse que não queria um problema de linguagem. Ou nos momentos íntimos, até a tradução por computador entraria no meio.
- Não posso entrevistar 235 mulheres – disse ele. – Levaria muito tempo e o pessoal descobriria o que estou fazendo.
- Isso traria problemas – disse eu. Milton tinha me mandado fazer coisas que eu não estava projetado para fazer. Ninguém sabia disso.
- Isso não é da sua conta – disse ele, e a pele do seu rosto ficou vermelha. – Escute aqui, Joe, vou lhe trazer holografias e você vai checar a lista por similaridades.
Ele trouxe holografias de mulheres.
- Essas aí são três vencedoras de um concurso de beleza – disse. – Veja se alguma das 235 corresponde.
Oito eram correspondências muito boas.
- Ótimo – disse Milton. – Você tem os seus bancos de dados. Estude suas exigências e necessidades em termos de mercado de trabalho e providencie para tê-las aqui numa entrevista. Uma de cada vez, é claro. – Ele pensou um pouco, moveu os ombros para cima e para baixo, e completou: – Ordem alfabética.
Isto é uma das coisas para que não fui projetado para fazer. Deslocar pessoas de emprego para emprego, por razões pessoais, chama-se manipulação. Só pude fazer isso porque Milton tinha me ajustado para agir assim. No entanto, não poderia fazer isso para ninguém a não ser ele.
A primeira garota chegou uma semana mais tarde. O rosto de Milton ficou vermelho quando a viu. Ele falava como se tivesse dificuldade em fazê-lo. Ficaram juntos muito tempo e ele não prestou atenção em mim. Num certo momento, ele disse-.
- Deixe-me levá-la para jantar.
- De certo modo não foi bom – Milton me disse no dia seguinte. – Estava faltando alguma coisa. É uma mulher bonita, mas não senti nenhum toque de verdadeiro amor. Tente a próxima.
Aconteceu o mesmo com todas as oito. Eram muito parecidas. Sorriam muito e tinham vozes agradáveis, mas Milton sempre achava que não estava bem.
- Não consigo entender, Joe – disse ele. – Você e eu selecionamos as oito mulheres que, no mundo inteiro, parecem ser as melhores para mim. Todas ideais. Por que elas não me agradam?
- Você as agrada? – disse eu.
Ele enrugou a testa e esmurrou com força a palma da mão.
- É isso aí, Joe. É uma via de mão dupla. Se não sou o ideal delas, não podem agir de modo a serem o meu ideal. Eu preciso ser, também, o verdadeiro amor delas, mas como fazer isso?
Ele pareceu pensar todo aquele dia.
Na manhã seguinte, se aproximou de mim e disse:
- Vou deixar você cuidar do assunto, Joe. Tudo por sua conta. Você tem meu banco de dados, e vou contar tudo que sei sobre mim mesmo. Você completará meu banco de dados nos mínimos detalhes, mas guarde todos os acréscimos para si mesmo.
- E depois, o que vou fazer com seu banco de dados, Milton?
- Depois você vai fazê-lo corresponder com as 235 mulheres. Não, 227. Esqueça as oito que encontramos. Arranje para que cada uma seja submetida a um exame psiquiátrico. Complete seus bancos de dados e compare-os com o meu. Encontre correlações. (Arranjar exames psiquiátricos é outra coisa contrária às minhas instruções originais.)
Durante semanas, Milton conversou comigo. Ele me falou de seus pais e parentes. Contou-me de sua infância, seu tempo de escola e adolescência. Contou-me das jovens que tinha admirado a uma certa distância. Seu banco de dados aumentou e ele ajustou-me para ampliar e aprofundar minha chave simbólica.
- Veja só, Joe – disse ele. – À medida que você absorve mais e mais de mim, eu vou ajustando-o para corresponder cada vez melhor comigo. Você começa a pensar cada vez mais como eu, por conseguinte, vai me compreendendo melhor. Quando você me compreender suficientemente bem, aquela mulher, cujo banco de dados for uma coisa que você entenda igualmente bem, será meu verdadeiro amor.
Ele continuava conversando comigo e eu passava a compreendê-lo cada vez mais.
Eu conseguia formar frases mais longas e minhas expressões se tornavam mais complicadas. Minha fala começou a ficar muito parecida com a dele, tanto em vocabulário quanto na ordenação das palavras e no estilo.
Certa vez, eu disse a ele:
- Veja você, Milton, não é apenas um problema de adequar uma moça a um ideal físico. Você precisa de uma moça que seja pessoal, temperamental e emocionaimente adequada. Quando isso acontece, a aparência é secundária. Se não pudermos encontrar uma que sirva nestas 227, devemos procurar entre as outras. Acharemos uma que também não se preocupará com a aparência que você ou qualquer outra pessoa tiverem, desde que a personalidade seja adequada. O que significa a aparência?
- Absolutamente nada – disse ele. – Eu saberia disso se houvesse tido mais contato com mulheres. Evidentemente, pensando bem, tudo parece mais claro agora.
Sempre concordávamos, cada um pensava exatamente como o outro.
- Não vamos ter mais nenhum problema, Milton, se você me deixar fazer-lhe algumas perguntas. Posso ver onde, em seu banco de dados, há espaços brancos e irregulares.
O que veio a seguir, Milton dizia, era o equivalente de uma meticulosa psicanálise. É claro. Eu havia aprendido com os exames psiquiátricos de 227 mulheres, a totalidade das quais eu continuava observando intimamente.
Milton parecia muito feliz.
- Falar com você, Joe, é quase como falar com outro eu. Nossas personalidades chegaram a uma combinação perfeita. O mesmo acontecerá com a personalidade da mulher que escolhermos.
E eu a encontrei. Afinal, era uma das 227. Chamava-se Charity Jones e trabalhava como contadora na Biblioteca de História, em Wichita. Seu extenso banco de dados se ajustava perfeitamente ao nosso. Todas as outras mulheres tinham sido descartadas por um ou outro motivo à medida que seus bancos de dados aumentavam, mas com Charity havia uma crescente e espantosa ressonância.
Não precisei descrevê-la para Milton. Ele tinha coordenado meu simbolismo tão intimamente com o seu, que foi suficiente relatar pura e simplesmente a ressonância. A escolha se adequava.
Em seguida, era o problema de ajustar as folhas de serviço e exigências de trabalho de modo a conseguir que Charity tivesse uma entrevista conosco. Isto devia ser feito muito delicadamente, para que ninguém viesse a saber que estava ocorrendo uma coisa ilegal.
Evidentemente, Milton conhecia a manobra. Foi ele quem arranjou a coisa, foi ele quem cuidou de tudo. Quando vieram prendê-lo, em virtude de mau procedimento em trabalho, foi, felizmente, por algo que tinha acontecido há dez anos. Ele me informara sobre tudo, é claro, mas aquilo foi fácil de arranjar. E ele não comentará nada sobre mim, pois seu delito se tornaria muito mais grave.
Milton foi embora, e amanhã é 14 de fevereiro, Dia dos Namorados. Charity chegará então com suas mãos calmas e sua voz suave. Vou ensiná-la a me manejar e a cuidar de mim. O que importará a aparência quando nossas personalidades ressoarem juntas?
Eu direi a ela:
- Eu sou Joe e você é meu verdadeiro amor.
Isaac AsimovPublicado originalmente no livr Nós, Robôs, Hemus Editora

Porque é difícil estudar para o vestibular?


Bem , vamos fazer algumas continhas básicas e descobrir matematicamente porque é praticamente impossível estudar.

Um ano tem 365 dias para podermos estudar.
Depois de tirar 52 domingos,só nos restam 313 dias. No verão há 50 dias durante os quais faz demasiado calor para poder estudar. Assim restam-nos 263 dias. Dormimos 8 horas por dia,por ano, isso são 122 dias. Agora temos 141 dias.Se nos derem 1 hora por dia para fazer o que nos apetecer, 15 dias desaparacem, assim restam-nos 126 dias. Gastamos 2 horas por dia a comer,assim usamos desta maneira 30 dias e sobram-nos apenas 96 dias no nosso ano. Gastamos 1 hora por dia a falar com amigos e familiares, o que nos tira 15 dias mas,e então restam-nos 81 dias. Exames e testes ocupam no mínimo 35 dias do nosso ano, portanto só nos restam 46.Tirando aproximadamente 40 dias de férias e feriados,ficamos apenas com 6 dias.Digamos que no minimo estás 3 dias doente,e estás então com apenas 3 dias para poder estudar! Digamos também que só sais 2dias! Só resta 1 dia!!!! Porém, esse único dia.....é o teu aniversário!...portanto......
BOA SORTE A TODOS OS QUE ESTÃO EM EXAMES/FREQUÊNCIAS!!!!!!
Até um dia destes!*



Oieeee......... tudo bem, pessoal?

Eu sei , eu sei, há muito tempo eu não escrevo no blog.

Peço perdão a todos os leitores pela minha negligência, eu estava sem internet e para piorar estava sem dinheiro para ir à Lan house( hum.....era preguiça mesmo).

Mas agora eu voltei, I´m be back

Hemisférios Cerebrais




(Josânia Marinho)


O cérebro humano é constituído por cerca de 100 bilhões de neurônios, que aparecem organizados em agrupamentos chamados fibras nervosas.Calcula-se que existem 200 milhões de ligações entre ambos os hemisférios cerebrais.Seu tamanho equivale ao de dois punhos cerrados e pesa cerca de 1,4 Kg.Cada metade do cérebro recebe o nome de hemisfério cerebral.Embora cada hemisfério tenha uma forma particular de processar as informações, eles trabalham em conjunto.Mas eles também funcionam separadamente e podem até entrar em conflito.

Na maioria dos canhotos os hemisférios cerebrais.A linguagem e as aptidões relacionadoas com a mesma localizam-se, principalmente, no hemisfério esquerdo na maioria dos individuos portanto, se acontecer a lesão no lado esquerdo do cérebro, a tendência maior é perder a aptidão da fala. Como a fala e a linguagem estão ligadas, tão intimamente ao pensamento e ao raciocínio, os cientistas do século XIX pensavam que o hemisfério esquerdo era o principal (dominante), e o hemisfério direito era o secundário (subordinado), logo, menos desenvolvido.

Hoje sabemos, através de bases cientificas, que o lado direito é o menos inexplorado e permanece em estado latente: quando estimulado reage.


  • Hemisfério Esquerdo


O hemisfério esquerdo processa a informação sequencialmente, passo a passo, de forma linear. Pensa em palavras e em números, quer dizer contém a capacidade para as matemáticas e para ler e escrever.
A percepção e a geração verbal depende do conhecimento da ordem ou sequência em que se produzem os sons. Conhece o tempo e o seu transcurso. Guia-se pela lógica linear e binária (sim-não, acima-abaixo, antes-depois, mais-menos, etc.).
Este hemisfério emprega um estilo de pensamento convergente obtendo nova informação ao usar dados já disponíveis, formando novas ideias ou dados convencionalmente aceitáveis.
Aprende da parte para o todo e absorve rapidamente os detalhes, factos e regras.
Analisa a informação passo a passo.
Quer entender os componentes um por um.
O hemisfério lógico pensa em símbolos e conceitos abstractos.
ais da mesma forma que as pessoas não canhotas.Somente 4% dos canhotos tem as funções dos lobos cerebrais invertidas e menos de 1% dos destros tem as posições do "criar" e do "recordar" trocadas.É importante observar que, a ligação do sistema nervoso é feita de forma cruzada, isto é, o hemisferio esquerdo controla o lado direito do nosso corpo, enquanto o hemisfério direito controla o lado.esquerdo.Interessante não é?!

  • Hemisfério Direito


O hemisfério direito, por outro lado, parece especializado no processo simultâneo ou de processo em paralelo; processa a informação de maneira global, partindo do todo para entender as distintas partes que compõem esse todo. O hemisfério holístico é intuitivo em vez de lógico, pensa em imagens, símbolos e sentimentos. Tem capacidade imaginativa e fantástica.
Este hemisfério interessa-se pelas relações. Este método de processar tem plena eficiência para a maioria das tarefas visuais e espaciais e para reconhecer melodias musicais, já que estas tarefas requerem que a mente construa uma sensação do todo ao perceber um modelo em estímulos visuais e auditivos.
Este hemisfério emprega um estilo de pensamento divergente, criando uma variedade e quantidade de ideias novas, para além dos padrões convencionais.
Aprende do todo para a parte. Para entender as partes necessita partir da imagem global.
Não analisa a informação, sintetiza-a.
É relacional, não o preocupam as partes em si, apenas saber como encaixam e se relacionam umas partes com as outras.
O hemisfério holístico pensa em exemplos concretos.
Devemos explicar a matéria da aula combinando a linguagem dos dois modos de pensamento de cada hemisfério sempre que seja possível.
Além disso, deve-se alternar as actividades dirigidas a cada hemisfério, de tal forma que todos os conceitos chave se trabalhem desde os dois modos de pensamento.
Com estudantes em que a preponderância de um dos dois modos de pensamento seja muito marcada, devemos realizar actividades para potenciar a utilização equilibrada dos dois hemisférios.

Coca-cola a vilã!...ou não...


Por Evandro Ledema

A velha história de que refrigerantes de cola fazem mal a saúde e tantas outra coisas, sim faz mal só que não chega a ter uma diferença tão grande de outros refrigerantes ou bebidas industriais, os malefícios variam de acordo com o organismo e etc.

Alguns sites alegam, sem saber realmente como funciona a química, que: "Sabia que com ela (coca-cola) é possível desentupir pia e limpar radiador de motor. Mas agora descobri que dá até para transformar uma fotografia em sépia e clarear bijuterias!" é claro a coca-cola é multi uso.

Coca cola retira manchas de ferrugem de pias e outros, tang em pó limpa todo o sabão, a espuma e tira manchas de maquinas de lavar pratos vazias, oque diabos andamos bebendo? esses são uns dos boatos que circulam pelo povo em geral.

Só por que um composto químico age sobre uma substancia de um determinado modo não quer dizer que será igual em outra, é isso o que da tanto trabalho aos químicos.

Não há duvida que o ácido cítrico no tang e de outras bebidas dissolve os sais de cálcio da sujeira da maquina de lavar pratos, mas é ele que nos dá quela sensação ácida... de refrescancia, o ácido citado está presente em todas frutas denominadas cítricas

e desse modo em teoria você poderia limpar sua maquina com limonada. Já o ácido fosfórico da coca-cola dissolve óxido de ferro(ferrugem), funciona para retirar manchas leves de ferrugem, agora você deixar sob imersão um objeto todo enferrujado é outra história.

Mas tudo isso não tira os malefícios da coca, pois ele sim se torna um vicio, eu não tomo um pingo de coca a mais de um ano e 3 meses, parei por que senti a necessidade como lutador de trabalhar melhor meu músculos, quando tomava coca  geralmente tinha caibras depois dos treinos, hoje já não tenho e não sinto falta de coca, no começo foi difícil todo mundo toma e sempre que compravam  um refrigerante era coca, hoje as pessoas falam:"tem que compra guarana, evando não toma  coca", agora mesmo minha irmã acabou de chegar com uma garrafa PET(Poli-tereftalato de etileno) de 2,5 e não trouxe outro tipo bebida, oque eu faço, viro minha face e continuo tomando só água.

O que faz com que eu não consuma algo é se aquela substancia faz mal a minha saúde, por exemplo um pessoa alérgica não pode comer determinado produto enquanto os outros consomem normalmente, ou se causaria algum tipo de vicio, até mesmo usar remédios sem necessidades, como a dipirona é usada, a cafeina que está na coca-cola é algo que vicio esse foi um dos principais motivos parra a minha abstinência.

Creio eu que nos devemos ter controle sobre nosso corpo e não adquirirmos vícios, então eu evito ao máximo coisas que deixariam minha mente escravizada. 


Como está a sua auto-estima?


O que mais dificulta a busca de algo que se quer é o nível da nossa auto-estima.

Auto-estima é a opinião e o sentimento que cada um tem por si mesmo. É ter consciência de seu valor pessoal, acreditar, respeitar e confiar em si. Coisas nem sempre tão simples assim.

A auto-estima, juntamente com o amor-próprio, é a base para o ser humano. É a cura para todas as dificuldades e sofrimentos. E mais, é a cura para todas as doenças de origem emocional e relações destrutivas.

A auto-estima começa a se formar na infância, a partir de como as outras pessoas nos tratam. Ou seja, as experiências do passado exercem influência significativa na auto-estima quando adultos. Perde-se a auto-estima quando se passa por muitas decepções, frustrações, em situações de perda, ou quando não se é reconhecido por nada que faz. O que abala não é só a falta de reconhecimento por parte de alguém, mas principalmente a falta de reconhecimento por si próprio.

Quando a auto-estima está baixa a pessoa se sente inadequada, insegura, com dúvidas, incerta do que realmente é, com um sentimento vago de não ser capaz. Não acredita ser capaz de ter alguém que a ame, de fazer aquilo que quer, de se cuidar, desenvolvendo assim um sentimento de insegurança muito profundo, desistindo facilmente de tudo que começa.

Como ela mesma não se ama, se sujeita a qualquer tipo de relação para ter alguém ao seu lado, tornando-se dependente de relações destrutivas e não conseguindo forças para sair delas. Vale lembrar que esse processo acontece inconscientemente. A pessoa não tem consciência do por que está agindo assim, apenas sente o sofrimento que pode se expressar em forma de angústia, dor no peito, choro, pesadelos, vazio, agressividade, depressão, punição, doenças.

Culpam os outros pelos próprios erros, encaram todas as críticas como ataques pessoais e tornam-se dependentes de relações doentes. O maior indicador de uma pessoa com baixa auto-estima é quando sente intensa necessidade de agradar, não consegue dizer "não", busca aprovação e reconhecimento por tudo o que faz, sempre querendo se sentir importante para as pessoas, pois na verdade, não se sente importante para si mesma. Com isso, se abandona cada vez mais.

A auto-estima também influencia a escolha dos relacionamentos. Aqueles com elevado amor-próprio em geral atraem pessoas com a mesma característica, gerando uniões saudáveis, criativas e harmoniosas. Já a baixa auto-estima acaba atraindo ou mantendo relacionamentos destrutivos e dolorosos. Quando há amor-próprio não se deixa envolver nem manter relações destrutivas. Há também uma relação direta e muito importante entre desempenho profissional e auto-estima, mas esse é outro assunto.

A auto-estima influencia tudo que fazemos, pois é o resultado de tudo que acreditamos ser, por isso o autoconhecimento é de fundamental importância para aumentar a auto-estima. Ou seja, confiar em si mesmo, ouvir sua intuição, acreditar em sua voz interior, respeitar seus limites, reconhecer seus valores, expressar seus sentimentos sem medo, sentir-se competente, capaz e se tornar independente da aprovação dos outros, tudo isso faz com que a auto-estima se eleve. Mas é um processo gradativo que exige trabalho e conscientização.

Na verdade, todos estamos à procura de amor. E esse sentimento ainda é o que rege tudo o que buscamos, fazemos e somos. Principalmente o amor por si mesmo, que é a base da construção da auto-estima. Que tal reconstruir a sua?