Rosa de Hiroshima

Pensem nas crianças
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada


(Vinicius de Moraes)

Várzea Grande e o 15 de Maio

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha



Para quem não sabe, hoje, 15 de maio, é  aniversário de Várzea Grande, a cidade mais dinâmica de Mato Grosso... Hoje um dia especial, um dia que tem tudo para ser bonito, infelizmente é um dos dias mais tensos na cidade!
Para começar, pelo fato de ser aniversário da cidade, o ônibus é de graça, ou seja, o bicho fica solto... é muita adrenalina pegar o busão, os "abas retas" estão em todos os lugares, em todos os ônibus, eles estão pendurados em todos os pontos...a cidade respira os abas retas..
Como o ônibus é de graça uma vez por ano, eles aproveitam, e fazem a festa...acham que estão por cima, acham que são a última bolacha do pacote, eles só andam em grupo, parecem animais!
E você sabe amigo leitor, que quando alguém está sozinho, por mais que ele veja uma pedra, a pedra será pedra, agora, se estiver em dois, ele já pensa que a pedra pode beijar a janela, e quando está em bando...sem comentários!! Eu não gosto nenhum pouco desse tipo de pessoas!
Pessoas que acham que ser idiota é legal, pessoas que acham que ser estúpida é bacana e louvável, pessoas que não se importam com o linguajar... acredito também que são pessoas que não se importam nenhum pouco com a educação!
Uma coisa que eu notei na faculdade foi que lá existe  muita diversidade, na faculdade existe todas as tribos, exceto uma: a dos abas retas! Será porque?
Olha amigo leitor, se você é aba reta, me desculpe mas eu não vou muito com o jeito que vocês agem quando estão em grupo...sempre desrespeitoso!
Enfim, minha opinião!
15 de maio é o pior dia para se pegar ônibus, os animais estão todos soltos!

Educação Brasileira- A piada

Por Caio Auguisto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha



         
 Esta semana o fantástico fez uma bela reportagem sobre a educação brasileira e sua situação, isso mesmo, o fantástico fez uma bela reportagem, algo que é incrível, já que ultimamente eu não aguentava mais ouvir sobre o casamento real.
          Todos nós sabemos a realidade da educação brasileira, é, todo mundo sabe, eu, você e o vizinho sabemos da porcaria que é a nossa educação, sabemos a merda que nossos filhos e irmãos aprendem todos os dias, enfim, sabemos que nada sabemos. As universidades públicas é direito de todos, mas como entrar? A lógica funciona mais ou menos assim, você estuda a vida toda em escola pública para quando chegar no nível superior ter um dinheirinho guardado e assim poder  pagar a sua universidade particular; do outro lado, existe aquele que por sua vez, estudou a vida toda em escola particular para que quando chegasse ao nível superior tivesse a capacidade de fazer um bom vestibular e passar em uma universidade pública.
           Lógica esquisita, não é?! Mas é assim que funciona, querendo ou não, a escola pública não é capacitada em nenhum  sentido para oferecer uma boa educação. E no fim, a culpa é do professor que não é "capacitado". Paremos de ser passivos, vamos ser ativos. Chega de mediocridade em nossa educação! Agora, para tentar disfarçar, o governo aprova o REUNI, programa onde o governo oferta mais vagas para as  universidades. No entanto, essas vagas são voltadas mais para os alunos de escolas públicas com o intuito de aumentar assim a participação, e tentar reduzir a taxa de evasão. Porém é preciso saber que o aumento de vagas não é garantia de uma menor evasão, pois como sabemos, o ensino público(fundamental e médio) é de baixa qualidade, sendo assim, há uma grande diferença, em outras palavras, há um choque de realidade entre a universidade pública e o ensino nas escolas pública; e na faculdade só sobrevive o mais preparado, logo, o aluno que veio de uma escola pública vai ter muita dificuldade, já que ele não possui muita base do ensino médio, algo que é fundamental. Sendo assim, a chance de ele ser desistente do curso de graduação é muito grande. Portanto, o programa falha nesse ponto por tentar corrigir a educação no ensino superior e não tentar corrigí-la na alfabetização ou ensino fundamental I.



            O outro problema é o fato de se ofertar muita vagas, aumentando o número de alunos e não aumentar o espaço físico e o número de professores. Estão só prezando pela parte quantitativa e esquecem da qualidade do ensino.
           Eu sou abertamente revoltado com a educação brasileira,  e sabe porque? Porque ainda continuam a eleger lixos como esses que hoje nos governam...E infelizmente isso não vai mudar tão cedo, porque a educação que eles nos ofertam ainda nos mantém no cabresto..E depois reclamamos de nossa situação!
 Poupe-me!


         

Quem é o palhaço afinal?

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha


























O caráter é a principal virtude do ser humano!








Luan Santana x Vanusa --"Dá neles hino Nacional!!!!"

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha!

É complicado, como eu irei expressar minha opinião sendo que todas(generalizando) as garotas amam esse cara. Enfim, não tenho nada contra, nada a favor...MAS NÃO TINHA UM OUTRO MELHOR NÃO?
A Vanusa só não sabe a letra mas pelo menos ela sabe cantar. Mas Luan Santana... sinceramente, foi muito para o meu pobre ouvido.

Num sei não viu? rsrsr A Vanusa só errou a letra, mas sabe cantar!!




Joaquim Osório Duque Estrada e Francisco Manoel da Silva estão se revirando no túmulo!!!! Viajou nas ondas do mar e do céu profundo e esqueceu de estar consciente para contemplar o sol do novo mundo!

O Esquadrão da Morte dos EUA

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, vulgo Sukinha









Desde a Guerra do Vietnã, a sociedade - especialmente a americana - aprendeu que a Imprensa ir a guerra pode ser chocante, e até decisivo. Por mais chocantes que possam ser números de soldados mortos, de gente mutilada e outras atrocidades, sem uma aproximação narrativa quase literária e emocionante pra contar ao menos uma dessas histórias, todo o choque se vai. Em outras palavras: cada história de guerra detalhada é mais importante que todas elas juntas e agrupadas na forma de números indistintos, os jornalistas devem ser como uma lupa ao mostrar aspectos que as próprias forças militares preferem esconder.
Ver a sempre chocante foto de Kim Phuc correndo, nua, fugindo de um bombardeio de napalm, é muito mais impactante do que ler a frase “o exército dos EUA pulverizou uma vila vietnamita com napalm” - frase que provavelmente viria acompanhada de uma tentativa de justifica-la. O mesmo pode ser dito da política. Richard Nixon cometeu crimes muito piores que Watergate, mas foi só quando a história foi detalhada como deveria, que os olhos da sociedade foram abertos.

O problema da relação imprensa-Forças Armadas é que geralmente os jornalistas recebem somente informações do próprio Exército, se tornando quase porta-vozes dos militares. Cobrir guerra é caro, dispendioso, e quando feito de forma independente - sem a logística do exército pagando os custos - exige repórteres quase insanos, como a trupe vista em A Caçada, filmaço com Richard Gere. Fora que se suas reportagens desagradarem os EUA… a sua sede de imprensa pode ser sumariamente bombardeada “acidentalmente” por forças aliadas, como experimentou a Al-Jazeera no Iraque.

O último veículo que conseguiu romper  - duplamente - essa relação às vezes incestuosa deimprensa-de-quatro-para-forças-militares foi a revista Rolling Stone, dando mostras que ainda tem fôlego para experimentar o jornalismo contracultural que marcou suas primeiras décadas de vida. Em junho do ano passado a revista publicou o artigo Um general com idéias muito próprias, escrito pelo editor-contribuinte Michael Hastings, que pintou um quadro nada lisonjeiro de Stanley McChrystal, principal general de Obama na terra do Taliban. O resultado é que assim que a matéria foi publicada, McChrystal tomou um pé na bunda e foi substituído por David Petraeus.
Agora o tiro é ainda mais pesado. Chamada Kill Team (escrita por Mark Boal, roteirista de Guerra ao Terror), a nova reportagem da revista não mostra burrices de burocratas e comandantes preguiçosos - como na excelente reportagem Killer Elite, de Evan Wright, também da Rolling Stone -, mas sim um relato detalhado das ações de uma trupe de assassinos que só pretendia achar alguns seres vivos para matar - inimigos ou não. E ao final dos assassinatos, ainda tiravam fotos e mutilavam suas vítimas em busca de troféus.
Todos os episódios descritos na matéria aconteceram nos cinco primeiros meses do ano passado. “O plano era matar pessoas, senhor”, disse o soldado soldado Jeremy Morlock, 22 anos, no início do seu julgamento iniciado no dia 23 de março, acusado de assassinar três civis afegãos que não portavam qualquer arma. Ao fim do julgamento, ele recebeu a sentença de 24 anos de prisão após concordar em testemunhar contra quatro colegas do pelotão - chamado 3º Pelotão da Companhia Bravo - que atuava na província de Kandahar, no Afeganistão. Eles eram conhecido como o Kill Team (Equipe da Morte). Seus superiores alegavam não saber dessas atrocidades, mas a realidade mostrada pela reportagem parece ser outra, com soldados fotografando cada assassinato cometido, e ainda tendo tempo para editar um vídeo em que metralham um afegão com um helicóptero e inserem uma trilha sonora roqueira no meio.
Ao mesmo tempo em que se fazia de desentendido, os militares mais graduados se esforçavam para impedir que o caso chegasse a sociedade, procurando parentes de militares e confiscando câmeras e vídeos. Após a divulgação da revista alemã Der Spiegel, os militares fizeram um pronunciamento, onde afirmaram que as fotos  “são repugnantes para nós enquanto seres humanos e contrárias aos procedimentos e valores dos Estados Unidos”. Imediatamente o coronel Thomas Collins foi nomeado para preparar as cortes militares para julgar os outros envolvidos nas atrocidades.
O maior medo dos americanos é uma nova onda de instabilidade no Afeganistão, onde as fotos devem ter um impacto muito maior quando forem divulgadas por lá, e provavelmente dificultarão ainda mais a continuidade do governo corrupto de Hamid Karzai.


Tudo começou em 15 de janeiro, quando o pelotão saiu de sua base em Ramrod e foi caçar talibans na vila de La Mohammad Kalay, escondida em meio a plantações de ópio. Mas a frustração foi evidente: nada de militantes, só fazendeiros desarmados. Antes, entre conversas e brincadeiras, componentes do pelotão haviam decidido: matariam na próxima incursão do grupo, nem que as vítimas fossem civis.

“Enquanto os oficiais do 3º Pelotão conversavam com um ancião dentro de um armazém, dois soldados [Jeremy Morlock e Andrew Holmes] se distanciaram da unidade até chegar ao extremo da vila. Lá, em uma plantação de ópio, eles começaram a procurar alguém para matar”, afirma a reportagem, com base em dados de investigação das próprias Forças Armadas.
"O consenso geral era que, se nós estamos indo fazer algo realmente louco, não queríamos ninguém por perto para testemunhar isso", relatou mais tarde um dos soldados.
Após algumas andanças tediosas, a dupla escolhe Gul Mudin como alvo, que estava por ali arando a terra, longe da vista de todos. Gul era um adolescente de 15 anos - Morlock tinha 21, e Holmes tinha 19 -, e recebeu a ordem de ficar parado. Ele obedeceu. Os soldados covardemente correram para trás de uma parede de tijolos e jogaram uma granada nele, ao mesmo tempo em que cuspiram uma saraivada de balas com um fuzil M4 e uma metralhadora- padrão das Forças Armadas. Morlock ainda teve o sangue frio de correr e berrar no rádio, simulando um embate genuíno.
“Quando um sargento perguntou aos soldados o que tinha acontecido, Morlock disse que o garoto estava prestes a atacá-los com uma granada”, relata outro trecho da matéria.
A história era tão mal contada - o menino era muito novo, estava sozinho, não tinha armas, o lugar não tinha pontos de esconderijos, talibans geralmente não atacam de dia - que o capitão Patrick Mitchell, que a ouviu, duvidou. "Eu apenas pensei que era estranho que alguém iria vir para cima e jogar uma granada na gente", disse Mitchell depois aos investigadores. Mesmo com a suspeita, Mitchell não ordenou que fosse despendida ajuda ao garoto, mas ao invés disso, emitiu uma ordem ao sargento Kris Sprague para que “se certificasse que ele estava morto”. Sprague armou um rifle e atirou duas vezes na cabeça do menino.
Durante seu julgamento, Morlock afirmou que Gul “não representava nenhuma ameaça”. Antes da chegada dos seus superiores, o soldado ainda teve tempo de fotografa-lo e cortar seu dedo mindinho para levar como recordação. Os outros o seguiram, e tiraram fotografias junto ao corpo, num bizarro ritual de sadismo, que ainda quebrava o protocolo oficial do Exército dos EUA.
A reação dos líderes militares não poderia ser mais padronizada. Morlock não foi punido -guerra é guerra, né… como dizem os ultraconservadores metidos a polícia do mundo - de forma alguma, e o entusiasmo adrenalinesco do episódio acabou dando força para o Kill Team assassinar mais quatro civis nos meses seguintes. A direção do Exército classificou os episódios envolvendo o 3º Pelotão como perpetrados por uma "unidade de malfeitores, operando sem o conhecimento de seus superiores”. Promotores militares estabeleceram um cerco informacional ao redor de toda a Bravo, e seus soldados foram impedidos de dar entrevistas.
Mas, os registros que a Rolling Stone teve acesso, mostravam outra coisa. Dúzias de pequenos grupos formavam outros Kill Teams, “operando abertamente”, com os superiores deles fingindo que nada estava acontecendo. A investigação tratou ainda de confirmar que os soldados efetivamente sabiam que  aquela conduta era ilegal.


Esse é apenas o trecho inicial da reportagem, há muito mais por lá, e Eu recomendo que leiam tudo, caso tenha estômago. Há também diversas fotos e dois vídeos revoltantes, com uma emboscada a um motociclista, e outro com os soldados metralhando dois afegãos num ataque área numa aérea descampada - estômagos AINDA MAIS fortes são exigidos aqui.
É só clicar no link abaixo e conhecer o submundo da guerra que todos sabem que existe, mas poucos têm a coragem de mostrar.

 [Via Rolling Stone]

Carpe Diem


Caramba faz um tempinho que não escrevo,confesso que fui displicente...Porém estou de volta!
Com muito ânimo e energia.E nada melhor que retomar com uma expressão que gosto muito : Carpe Diem de origem latina significando "aproveite o dia"...

Eu estava pensando muito nessa expressão, que pra mim e talvez para muitos significa:aproveite o hoje,este é o momento,enfim expressões que nos inspiram a aproveitar o presente.
De repente, em meio a um momento de reflexão encima dessa frase me surgiu a curiosidade de saber de onde ela veio e eis que encontro não a penas a sua origem,mas também o texto original do poema do qual ela faz parte.
"Carpe Diem" surge através de um poema em latim escrito por Horácio (poeta lírico e satírico romano, além de filosofo).


Tu ne quaesieris, scire nefas, quem mihi, quem tibi
finem di dederint, Leuconoe, nec Babylonios
temptaris numeros. ut melius, quidquid erit, pati.
seu pluris hiemes seu tribuit Iuppiter ultimam,
quae nunc oppositis debilitat pumicibus mare
Tyrrhenum: sapias, vina liques et spatio brevi
spem longam reseces. dum loquimur, fugerit invida
aetas: carpe diem quam minimum credula postero.
 
Tradução:
 
Tu não procures - não é lícito saber - qual sorte a mim qual a ti
os deuses tenham dado, Leuconoe, e as cabalas babiloneses
não investigues. Quão melhor é viver aquilo que será,
sejam muitos os invernos que Júpiter te atribuiu,
ou seja o último este, que contra a rocha extenua
o Tirreno: sê sábia, filtra o vinho e encurta a esperança,
pois a vida é breve. Enquanto falamos, terá fugido
ávido o tempo: Colhe o instante, sem confiar no amanhã.






O trecho em negrito simplesmente me encantou, e desde então eu tenho carregado este pensamento comigo...




No ritmo da dança

Caio Augusto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha

A dança! Como falar dela se ela simplesmente não pode falar, somente se expressar!




A dança evolui de acordo com o homem, porque na verdade a dança é uma forma de se manifestar os nossos sentimentos e crenças através de expressões corporais.
E a cada momento, surgi um novo movimento!



Muitas vezes, a forma de se expressar requer muita habilidade, algo que requer um domínio tremendo do corpo, compreendendo ritmo e inspiração, paixão e amor, paz de espírito, pureza mental..onde somente o puro sentimento serve de alimento, impulsionando todos os movimentos



Outras vezes, o trabalho em grupo prevalece sobre tudo!



Em muitas situações, o trabalho em grupo é iluminado com o show da tecnologia, proporcionando momentos indescritíveis

A Magia do Tênis de Mesa

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, vulgo Sukinha


      
        Quem não conhece o Ping-Pong?! 
        Pois bem, eu amo esse esporte, até dá para queimar umas calorias com ele.
O ping pong surgiu na Inglaterra no século XIX. Como as raquetes eram feitas de madeiras, ouvia-se e ouve-se o barulho de ping pong, daí surgiu o nome. Mas vocês sabem melhor que ninguém que quando algo começa a ficar famoso a inveja e a cobiça começam a assombrar ao nosso redor. Com isso, o termo ping pong foi patenteado pela empresa  J. Jaques que registrou a marca em 1901 e então os outros fabricantes passaram a usar o nome tênis de mesa. O mesmo ocorreu nos Estados Unidos onde Jaques vendeu os direitos do nome ping pong para os Parker Brothers.
         O ping pong cresceu e se multiplicou, sua fama conquistou o mundo  e desde de 1988 o ping pong é um esporte olímpico.
         O ping pong me chama a atenção pela velocidade que o jogo é disputado, tornando-se muitas vezes difícil de ser acompanhado por uns olhos não treinados. A facilidade em que pode ser colocados  efeitos nas bolas é maravilhosamente incrível, dando uma sensação de poder e magestia , passando a impressão de um poder sobrenatural pelo fato de você controlar a bola mesmo depois dela não estar mais em contato com a sua raquete. 
         Só no ping pong você sente o prazer de defender uma bola sem ver, só com o reflexo! Muitas vezes somos ruins mas quando a bola tira "faísca" da linha, e você faz um  ponto que praticamente nem se esperava mais, é realmente magnífico, assim como também você se surpreende quando uma bola que praticamente está na sua raquete passa ao seu lado e você sem nada poder fazer porque, de fato, achava que a bola já era sua...então você pensa "...como essa bola furou a minha raquete...?"
Enfim....
Ping Pong!

Rugby

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha

Um esporte muito pouco difundido no Brasil é o Rugby. Um esporte onde força, habilidade e técnica sempre devem estar no máximo, onde o jogo em equipe é fundamental, onde a velocidade e coragem estão lado a lado... Um esporte de guerreiros!


Diferentemente do Futebol Americano, o Rugby só se pode passar a bola para quem está atrás!  no caso do chute, pode-se chutar para frente. Porém, a equipe que ataca, se alguém estiver à frente do chutatador estará impedido (fora de jogo) até que seja ultrapassado pelo chutatador ou até a jogada ser concluída ( é infração grave se o jogador impedido obstruir o jogador adversário que apanhar a bola).
Sendo assim, o objetivo do jogo é chegar no "in goal" adversário, em outras palvras, na linha de fundo do time adversário.


 São infracções: Passar a bola para a frente, derrubar um jogador que não esteja em posse da bola, segurar a bola se o jogador em questão estiver deitado no chão, dentre outras.





Quando um time consegue chegar ao "in goal" ele marca pontos, sendo esse ponto chamado de "try", cujo valor é de 5 pontos. 
"Conversão" - Quando um lado marca o Try, pode tentar fazer a bola passar por cima da trave e entre os postes. Vale dois pontos. 
"Drop Goal" - É a tentativa de fazer a bola passar pelos postes do grupo adversário ao longo da partida. Vale três pontos. 
"Penalidade"- Quando ocorre uma penalidade o grupo adversário pode tentar fazer uma Conversão. Em caso bem sucedido vale três pontos.



Diferentemente do Futebol Americano, o Rugby também é um esporte feminino. Tendo ligas profissionais.
Assim como qualquer esporte, que não o futebol, o Rugby também não é valorizado e difundido no Brasil, país de grande potencial em todos os tipos de esportes.




Bem vindo ao mundo do rugby
Um dia esse esporte será conhecido no Brasil!




Carnaval

Evandro F. Ledema

Um feriado inútil, como bem sabemos "o país só funciona depois do carnaval", durante o carnaval os acidentes, mortes acidentais e passionais, consumo de drogas legais e ilegais, loucuras, aumentam. Agora me diz qual o proposito de um período de folga sendo que você não pode descansar? nenhum.

No carnaval você não consegue ir aos lugares por que tem um monte de pessoas endoidecendo, não consegue ficar tranquilo tem um bando de malucos vandalizando na rua, não pode assistir a famigerada programação de TV só passa porcaria, quase beira a pornografia. A única escapatória são os livros, a boa musica, os filmes e a internet.

Pensando bem da para aproveitar sim o carnaval de forma saudável, faço parte desse momento desagradável mas não estou nele, aproveito esse dias para descansar, fazer pesquisas da faculdade, ler, me divertir.

Está mais que provado: o carnaval apesar de ser ridículo, pode ser uma época agradável.

Devem estar achando que sou um caretão, mas longe disso sou flexível no entanto tenho meus princípios, esse que não deixam eu partilhar dessa festa acéfala chamada carnaval. O carnaval é mais uma prova que esse país caminha de forma cada vez mais acelerada para um colapso, enquanto as pessoas festam o pronto socorro da minha cidade e da capital estão em frangalhos, as rua esburacadas e os crimes com 4% de resolução.

Tenha pena de quem critica os políticos e acabam se deixando levar pelo pão e circo. Muito melhor seria uma golden week, onde não houvesse essa palhaçada de controle de pensamento.

O Último Mestre do Ar (2010) The Last Airbender



Por Evandro F. Ledema

Quando estava no ensino médio eu estudava no período vespertino e alguns dias era integral, claro minha aula começava as 13h , sendo que segunda e quarta começava 7h50min, todos os dias terminava 18h, duas vezes por semana tinha educação física que durava 1h, devido a tudo isso e outras coisas que vazia eu tinha que acordar 5h, sair cedo e chegava em casa 22h30minalguns dias, os dias que estava mais folgado eu deitava no sofá e ficava assistindo, meio que zumbi-ficado.

Como de manhã a única coisa boa que passa é: nada, resolvia gastar meu escasso tempo com animações, mais conhecida no Brasil como "desenho animado", lógico que grande parte era porcaria, hoje os desenhos só pioram em qualidade, mas alguns eram legais (E.G., Avatar), desde pequeno jogo warcraft, o jogo de estrategia, hoje não jogo nada, nem uso Windows. Voltando ao assunto há um personagem no jogo Warcraft que tem o poder de avatar, como todo bom nerd eu pesquisei na época oque era avatar e de onde vinha esse termo.

Isso tudo explica o por que de ter me interessado por avatar, claro resolvi dar uma chance e gostei, hoje não sei se gostari de assistir, a história base é corriqueira, nada genial, mas ela encanta e faz pensar quão exuberante seria se fosse adaptada ao cinema, e no fim foi.

A adaptação é uma grande merda, desculpe linguajar, mas o roteiro e ridículo, o plot é bom o grande problema foi o roteiro ridículo, os atores fracos e as cenas mal feitas. Não sei se o objetivo dos produtores era o publico infanto-juvenil, mas sei que qualquer jovem com um pouco de senso critico vai detestar essa película.

Obvio que temos que saber como assistir filmes, os de comedia tem que ser visto como tal, os de ficção o mesmo e assim por diante, eu fui ver esse filme como algo infanto-juvenil, uma aventura-ação, um filme família, mesmo assim ele é ridículo ele humilha a reputação de filmes família, eu não esperava algo maior que 7 e oque eu vi foi um 3.

A sensação foi de que algo impressionante ia acontecer, ia , ia e não acontece nada só fica de corta tesão, as cenas de luta são idiotas, quando você pensa que algo enorme e forte vai voar daqui pra lá você vê uma pedrinha sendo arremessada, quando pensa que uma labareda vai lamber o céu uma faísca sai, visualmente é fraco.

Era melhor não tivesse sido feito, quem dera a Disney fosse a criadora dessa animação e fizesse um longa live action, que pena. Fico triste em pensar que esse são os filmes que as crianças tem para assistir.

M. Night Shyamalan decepcionou ele que dirigiu O Sexto Sentido, Sinais, Corpo Fechado. Parece ter perdido o folego.

IMDb: 4.5/10

Metacritic: 20/100

A importância de ser Nerd

Para Minha Grande Amiga, de "so so far ", Heloíza Barbosa!


Periferia é periferia em qualquer lugar

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha
Bem meus caros amigos, esta e a letra de um rap que eu fiz, espero que gostem! Deixe as suas opiniões!Agradeço
Em homenagem a Élder Silva! Missão Cuiabá- Brasil!

                                            
                                                       Periferia é periferia em qualquer lugar                                        


Pode ser de leste a oeste, norte a sul, do Afeganistão até ao ocidente!
Do Haiti até o oriente!
Periferia é periferia em qualquer lugar!
Periferia é periferia, e é claro que eu queria ganhar na loteria para sair da periferia!
Posso ser um sonhador utópico, um lunático amedrontado!
Mas a periferia é o meu lar! Aqui é o Pai do céu quem manda!
Muitas vezes penso em daqui sair
Mas para onde eu iria ir?
Para o planalto do palácio? Só se for para o palácio do Diabo!
O governo não me ajuda, e ainda assim diz que eu sou o escárnio da sociedade!
Eu trabalho e padeço para os meus filhos poderem ter um lugar de aconchego!
Com 545 reais eu sou mais um!
Mas se eu participar do Big Brother eu seria  um herói!
Viu como o mundo é injusto?
E ainda assim querem falar de um futuro próspero e justo!
E ainda assim o Brasil se vangloria como uma grande nação emergente?
Que mundo injusto!
O salário aumentou, sim, 5 reais mas ele aumentou!
E com  isso, quem  ganhou? Só o deputado que roubou!
Periferia, aqui não tem preto, não tem branco, não tem amarelo
Nem azul, não tem vermelho nem índio, não tem americano nem muçulmano
Aqui só tem seres humanos!
Brasileiros e brasileiras que dedicam todo o seu tempo
Na expectativa de terem um melhor sustento
Periferia começa o dia
Com muita gente e correria
Cidade grande começa o dia
Trânsito parado e extress ao lado
Periferia termina o dia
Com muita gente e alegria
Cidade grande termina o dia
Extress, gritaria e pancadaria do playboys da “vila Maria”
Assim é a rotina, periferia, cidade grande
Muitas diferenças, incontáveis semelhanças!
Enquanto a vida segue, eu continuo aqui
Inerte a minha situação esperando com atenção
A ajuda que vem da outra mão!
Afinal, periferia é periferia
Não importo o lugar!
Sei que ajuda não vai vir
Mas afinal, sonhar faz bem!
Não mata  e não paga imposto a ninguém
Hoje dou o meu nome ao mundo!
Sou um sonhador, morador da periferia e dono de uma imensa riqueza
Riqueza que reis e governantes tentaram aprisionar, que reis tentaram comprar
Mas ela não se deixou aprisionar, resistiu com unhas e garras!
Eu tenho a felicidade, o maior tesouro da minha posteridade!
Eu sou da periferia, lugar de labutas, mas que nunca perde a alegria!
Periferia é periferia em qualquer lugar!



DECLARAÇÃO DOS DIREITOS DO FÍSICO

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha!


Para todos os amigos do Grande Calvário que é a física na UFMT! O melhor curso do Brasil!

Consideramos esses postulados como intuitivamente óbvios, que todo físico(a) nasce igual, em primeira aproximação, e é dotado(a), pelo criador, de certos privilégios discretos, entre eles, uma vida média de repouso, n graus de liberdade e os seguintes direitos, que são invariantes sob todas as transformações:

I. Aproximar todos os problemas a casos ideais.

II. Usar cálculos de ordem de grandeza sempre que necessários (isto é, sempre que se der bem com eles).

III. Usar o rigoroso método da "acochambração" para resolver problemas mais difíceis que a soma de inteiros reais positivos.

IV. Desprezar todas as funções que divergem considerando-as "detestáveis" e "não-físicas".

V. Invocar o princípio da incerteza sempre que confrontado com matemáticos, químicos, engenheiros, psicólogos, dramaturgos e andere schweinhund.

VI. Usar "notações bastardas" onde a matemática convencional não funcionar.

VII. Justificar um raciocício furado com o argumento de que dá a resposta certa.

VIII. Escolher espertamente condições iniciais convenientes, usando princípio geral da trivialidade.

IX. Usar argumentos plausíveis no lugar de provas e, a partir daí, referir-se a esses argumentos como provas.

X. Considerar ato de fé qualquer princípio que par
eça correto mas não possa ser provado.



Via (poder das loiras)

Uma Festa De Físicos Famosos

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha





Para o Meu Grande Amigo, Eduardo Andrade, Vulgo Americano!


Um dia, todos os físicos famosos do mundo decidiram se juntar para uma
festinha. Felizmente, Eduardo Andrade, o Americano cujo formação acadêmica se deu nos Estados Unidos, portanto sendo o mais preparado(rsrs),  estava na porta, ele era um estudante de graduação, e pode observar algumas coisas:

Todos gravitaram ao redor de Newton, mas ele só ficou se movimentando por
ali a uma velocidade constante e não mostrou reação.

Einstein achou que aquele era um momento relativamente bom.
Coulomb ficou com uma grande carga da coisa toda.
Cauchy, sendo o único matemático ali, ainda tentava se
integrar bem com todo mundo.

Pascal estava sob muita pressão para se divertir.
Ohm passou a maior parte do tempo resistindo às opiniões de
Ampère sobre os eventos correntes.
Volt pensou que a vida social tinha muito potencial.
Heisenberg podia estar ali ou não.
Todo mundo ficou atraído pela personalidade magnética de Tesla.
Bohr comeu demais e ficou com uma dor atômica.
Watt se tornou um potente orador.
Hertz voltou à mesa de buffet várias vezes por minuto.
Faraday tinha uma bela capacidade para comida.
Oppenheimer tomou bomba.

Teu nome tem sete letras

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha


 Quem tem seu amor distante, alegre não pode ser.
Ninguém sabe que eu escrevo somente para me esquecer
Morena eu deito na cama, sonhando eu vejo você,
 quando acordo eu fico triste pensando em que hei de fazer,
na distância que separa de você, meu bem querer.
Teus olhos são verdes claros, ilumina o meu viver,
 tem o brilho das estrelas na hora do escurecer,
 morena cor de canela, é a razão do meu sofrer,
 as ondas do teu cabelo com o vento pega a tremer,
como as ondas do oceano aonde eu queria morrer.
Morena teu lindo nome que eu não canso de escrever.
A sua linda cartinha eu leio e torna a reler.
Teu nome tem sete letras, cada letra teu dizer,
sete lágrimas que eu choro, sete dias a padecer,
 é uma semana tão longa quando eu passo sem te ver!
Morena eu tenho esperança de um futuro a te dizer que ainda vou ser feliz, bem juntinho de você.
Numa casinha modesta por entre as flores fui ver,
os dias serão mais lindos e a vida tem mais prazer,
nossas almas sempre unidas até na hora de morrer.

Heron -

Profissão Físico -Parte 1

Por Caio Augusto Rodrigues Silva, Vulgo Sukinha



Natureza do trabalho

            Os físicos exploram e identificam os princípios básicos que governam a estrutura e o comportamento da matéria, a geração e a transferência da energia, e a interação da matéria e da energia. Alguns físicos usam estes princípios em áreas teóricas, tais como a natureza do tempo e a origem do universo; outros aplicam seu conhecimento da física às áreas práticas, tais como o desenvolvimento de materiais avançados, dispositivos eletrônicos e óticos e equipamento médico.
            Os físicos projetam e executam experiências com lasers, aceleradores de partículas, telescópios, espectrômetros de massa e outros equipamentos. Baseado em observações e em análise, tentam descobrir e explicar as leis que descrevem as forças da natureza, tais como a gravidade, o eletromagnetismo, e interações nucleares. Os físicos encontram também maneiras aplicar leis e teorias físicas aos problemas na energia nuclear, na eletrônica, no sistema ótico, nos materiais, nas comunicações, na tecnologia aeroespacial, e na instrumentação médica.
            A Astronomia é considerada uma subdivisão da Física. Os astrônomos usam os princípios da física e da matemática aprender sobre a natureza fundamental do universo, incluindo o sol, a lua, os planetas, as estrelas, e as galáxias. Aplicam também seu conhecimento para resolver problemas na navegação, no vôo espacial e em comunicações por satélites, e para desenvolver a instrumentação e as técnicas usadas para observar e coletar dados astronômicos.
            A maioria de físicos trabalha na pesquisa e no desenvolvimento. Alguns fazem pesquisa básica para aumentar o conhecimento científico. Alguns físicos conduzem trabalhos de pesquisa aplicada em cima das descobertas feitas através da pesquisa básica e do trabalho para desenvolver dispositivos, produtos, e processos novos. Como exemplo, a pesquisa básica na física de estado sólido conduziu ao desenvolvimento dos transistores e, então, os circuitos integrados usados nos computadores.
            Os físicos projetam também os equipamentos da pesquisa. Estes equipamentos têm frequentemente usos imprevistos adicionais. Como exemplo, temos os lasers que são usados na cirurgia, os dispositivos de microondas que são usados nos fornos, e os instrumentos de medição que podem analisar o sangue ou a composição química dos alimentos. Um número pequeno de físicos trabalha na inspeção, em testar, em controle de qualidade, e em outros trabalhos na indústria.
            Grande parte da pesquisa em física é feita em laboratórios pequenos ou de tamanho médio. Entretanto, as experiências no plasma, nuclear, e na energia elevada e em algumas outras áreas de física requerem o equipamento extremamente grande, caro, tal como os aceleradores de partículas. Os físicos nestas áreas trabalham frequentemente em equipes grandes. Embora a pesquisa em física possa requerer a experimentação extensiva nos laboratórios, os físicos pesquisadores gastam muito tempo nos escritórios que planeiam, gravando, analisando e relatando a pesquisa.
            Quase todos os astrônomos fazem pesquisa. Alguns são teóricos, trabalhando nas leis que governam a estrutura e a evolução de objetos astronômicos. Outros analisam quantidades de dados grandes recolhidos por observatórios e por satélites, e escrevem artigos científicos ou relatórios em seus simpósios. Alguns astrônomos operam realmente telescópios grandes do espaço ou os baseados em terra, geralmente como parte de uma equipe. Entretanto, os astrônomos podem gastar somente algumas semanas cada ano que faz observações com telescópios óticos, os telescópios de rádio, e os outros instrumentos. Por muitos anos, os satélites e outros instrumentos espaciais, tais como o telescópio espacial Hubble, forneceram quantidades tremendas de dados astronômicos. As novas tecnologias resultou em melhorias nas técnicas analíticas e nos  instrumentos, tais como computadores e telescópios e montagens óticos, está conduzindo a um crescimento na pesquisa aqui em terra. Um número pequeno de astrônomos trabalha nos museus que abrigam planetários. Estes astrônomos desenvolvem e revisam os programas apresentados ao público, e podem dirigir operações do planetário.
            Os físicos especializam-se geralmente em uma área da física, como física das partículas elementares, física nuclear, física atômica e molecular, física da matéria condensada, sistema ótico, acústica, física do espaço, física de plasma, ou a física dos líquidos. Alguns se especializam em uma subdivisão de um destes campos. Como exemplo, dentro da física da matéria condensada, uma especialidade é a supercondutividade, a cristalografia e os semicondutores. Entretanto, toda a física envolve os mesmos princípios fundamentais, o que possibilita aos físicos poderem comutar de uma área a outra. Existe um grande crescimento no número de físicos que  trabalham em campos interdisciplinares, tais como a biofísica, a física química e na geofísica.
Condições de trabalho
            Os físicos trabalham frequentemente horas regulares nos laboratórios e nos escritórios. Às vezes, entretanto, aqueles que são envolvidas profundamente na pesquisa podem trabalhar horas longas ou irregulares. A maioria não encontra perigos incomuns em seu trabalho. Alguns físicos trabalham temporariamente afastados do repouso em centros nacionais ou internacionais com equipamento original, tal como aceleradores de partículas. Os astrônomos que fazem observações usando telescópios terrestres podem gastar períodos longos nos observatórios; este trabalho geralmente envolve se deslocar a regiões remotas, que requerem horas de viagem.
            Os físicos e os astrônomos cujo trabalho depende do dinheiro de agências financiadoras estão frequentemente sob a pressão escrever propostas de financiamentos para manter seu trabalho financiado.
Emprego
            Os físicos e os astrônomos ocuparam aproximadamente 14.000 postos trabalhos em 2002. Os trabalhos para astrônomos explicaram somente 7% do total. Quase um terço dos físicos e dos astrônomos trabalharam para empresas científicas dos serviços da pesquisa e do desenvolvimento. O governo federal empregou 29%, na maior parte no departamento de defesa, mas também na NASA, e nos departamentos de comércio, saúde,serviços humanos e energia. Outros físicos e astrônomos trabalham nas faculdades, geralmente pesquisa, posições, ou para governos estaduais, companhias da tecnologia de informação, companhias farmacêuticas, indústrias da área médica e  fabricantes de equipamentos eletrônicos.
            Além dos trabalhos descritos acima, muitos físicos e astrônomos ocupam posições em faculdades e em universidades.
            Embora os físicos e astrônomos sejam empregados em todas as partes do país, a maioria deles encontra-se nas áreas onde as grandes universidades e centros de pesquisa se localizam.
Treinamento e qualificação
            Devido ao fato de que a maioria dos postos de trabalho está na pesquisa básica e no desenvolvimento, o doutorado é a exigência educacional usual para físicos e astrônomos. A experiência e o treinamento adicionais em um estágio de pós-doutorado, embora não requerido, são importantes para os físicos e os astrônomos que desejam posições permanentes na pesquisa básica nas universidades e nos laboratórios do governo. Muito do conhecimento em física e da astronomia só são ensinados nos cursos de doutorado.
            As qualificações de um físico com mestrado geralmente não o qualificam para posições de pesquisa básica, mas o preparam para muitos tipos dos trabalhos que requerem um fundo da física, incluindo posições na indústria e na pesquisa e desenvolvimento aplicados. Cada vez mais, muitos programas de grau de mestre preparam especificamente estudantes para pesquisa e o desenvolvimento física-relacionados que não requerem um grau de Ph.D.. Estes programas de mestrado ensinam as habilidades específicas de pesquisa que podem ser usadas em trabalhos confidenciais da indústria. Um grau de mestre pode bastar para ser professor no ensino médio ou em faculdades tecnológicas e de curta duração.